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O QUE É O CISTO DE BAKER?

 

O cisto de Baker (cisto poplíteo) é uma condição em que ocorre acúmulo de líquido articular (chamado também de líquido sinovial) atrás do joelho, formando um cisto. Essa doença está comumente relacionada a algum outro problema nas articulações.

CAUSAS
O cisto de Baker é causado por um inchaço no joelho. Esse inchaço ocorre devido a um aumento na quantidade de líquido sinovial – o fluído que lubrifica as articulações. Quando esse líquido se acumula na parte de trás do joelho, num local chamado de fossa poplítea, ele forma um cisto.

O cisto de Baker ocorre, geralmente, devido à inflamação da articulação do joelho, um problema comum na maioria dos casos de artrite/artrose, e também frequentemente relacionado a algum tipo de lesão que tenha ocorrido dentro do joelho , como nos casos de lesão da cartilagem e dos meniscos.

SINTOMAS DE CISTO DE BAKER
Na maioria dos casos, o cisto de Baker é assintomático. Muitas pessoas têm esse problema e nem se quer notam. No entanto, outros pacientes apresentam alguns sinais e sintomas, como:

– Inchaço atrás do joelho
– Dor posterior no joelho
– Perda de movimento
– Dor para alongamento muscular

Os sintomas podem piorar depois da prática de exercícios físicos ou depois de ter ficado muito tempo de pé, com o músculo do joelho estendido ou, ainda, após muito tempo parado em uma mesma posição.

BUSCANDO AJUDA MÉDICA

Se você sentir dor ou sensação de inchaço atrás do joelho, marque uma consulta com um especialista em joelho para realizar uma avaliação completa e definir a causa do problema. Embora improvável, uma protuberância atrás do joelho pode ser um sinal de uma doença mais grave, e não um cisto de Baker.

MITOS E VERDADES: EXISTEM 4 LIGAMENTOS QUE DÃO ESTABILIDADE AO JOELHO

VERDADE – O ligamento é uma estrutura fibrosa muito semelhante a uma corda, cuja função primordial é dar estabilidade à articulação do joelho, conectando um osso ao outro dentro da articulação. São quatro os ligamentos principais que dão estabilidade ao joelho, dentre vários outros:
– LCA: previne o deslizamento anterior excessivo da tíbia em relação ao fêmur;
– LCP: previne o deslizamento posterior excessivo da tíbia em relação ao fêmur. Sua lesão é menos comum e surge, normalmente, em virtude de uma força de tração traumática do ligamento;
– LCM: evita que a parte medial do joelho seja afetada por forças aplicadas nas laterais do joelho;
– LCL: evita que a parte lateral do joelho seja afetada por uma força aplicada na parte medial do joelho.
Quando surgem lesões em um dos ligamentos, o joelho se torna instável e o paciente sente intensa dor na região. Entre as lesões de ligamentos, a que mais resulta em tratamento cirúrgico é a que acomete o Ligamento Cruzado Anterior (LCA).

 

MITOS E VERDADES: APENAS PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS SOFREM LESÃO NO MENISCO

MITO – Jovens também podem sofrer lesão no menisco. Quando ocorre alguma lesão meniscal, a proteção da cartilagem que recobre os ossos no joelho fica comprometida, iniciando um processo de desgaste. As lesões podem ser decorrentes de eventos traumáticos (como entorses), práticas esportivas e também é possível que estejam associadas às lesões de ligamento. Pessoas acima de 50 anos de idade podem sofrer com as lesões meniscais em virtude do processo natural de desgaste (com o envelhecimento) e perda de propriedades elásticas dos meniscos. Entre os sintomas, o paciente sente, principalmente, dor nas laterais (interna ou externa) do joelho, inchaço e bloqueios na articulação.

MITOS E VERDADES: A prática de esportes não causa problemas no joelho

MITO – O joelho recebe grandes cargas devido ao suporte do peso corporal e que são acentuadas durante a prática esportiva. Durante a prática esportiva, o joelho deve suportar atividades como saltar, correr, chutar, mudanças bruscas de direção, podendo sofrer diversos tipos de lesões, causadas por esforços repetitivos ou algum tipo de trauma.
Esportes como caminhar, correr, andar de bicicleta, futebol, vôlei, basquete, tênis, podem levar a algum tipo de carga excessiva ou traumática aos joelhos. Estas lesões são muitas vezes decorrentes ou complicadas pela falta de conhecimento, treinamento e preparação prévia. Os joelhos com alterações, normalmente apresentam dor, inchaço, instabilidade, perda de mobilidade e atrofia muscular. Na presença de qualquer um destes sinais/sintomas deve-se procurar atendimento médico para investigar a causa destas alterações.

 

Praticantes de vôlei devem redobrar os cuidados com joelho e quadril

 

O Brasil, e em especial Curitiba, está novamente sediando um grande evento esportivo que atrai os olhares de todo o mundo, com a disputa da fase final da Liga Mundial de Vôlei Masculino, que começou na última terça-feira (4), na Arena da Baixada, e prossegue até sábado (8). Atletas profissionais e amadores de voleibol, porém, precisam redobrar alguns cuidados para evitar lesões decorrentes do esporte e que atingem principalmente as regiões do quadril e do joelho.

O ortopedista Thiago Fuchs, especialista em cirurgia do quadril, do Instituto Fuchs, explica que durante uma partida de vôlei, existem dois momentos em que o atleta está “mais vulnerável” a esses problemas: na hora da impulsão para saltar e depois, no movimento contrário, de aterrissagem.

Na primeira situação, de impulsão, o ortopedista explica que ocorre uma grande contração da musculatura para impulsionar o esportista a saltar. Posteriormente, na hora da aterrissagem, os músculos precisam amortecer o impacto do corpo com o solo. “O quadril pode sofrer lesões em qualquer uma dessas fases. Já com os joelhos, as lesões são mais frequentes no momento de aterrissagem, na hora do impacto do corpo com o solo”, comenta Thiago.

Para o ortopedista e cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs, os atletas de finais de semana não precisam abrir mão dessa atividade por medo de se machucar. “A atividade física está diretamente ligada à saúde física e emocional e nisso estão inclusos esse tipo de passatempo. Só que as atividades que não são praticadas com regularidade precisam de ainda mais cuidado e orientação para evitar danos ao organismo como um todo. Ter uma musculatura fortalecida e alongada, realizar os movimentos seguindo as técnicas corretas e com orientação profissional, de preferência, podem evitar lesões por sobrecarga nas articulações”, salienta o médico.

CONHEÇA AS CAUSAS MAIS COMUNS DE DOR NO QUADRIL

 

As causas mais comuns de dor no quadril na população em geral incluem artrose, bursite, dores musculares e compressão nervosa. Os atletas amadores e profissionais, no entanto, muitas vezes também têm dor no quadril causada por impactos diretos ou indiretos, e síndromes por uso excessivo. Por isso, é importante para um pessoa, prestar atenção quando começar a sentir algum sinal ou sintoma no quadril para realizar o tratamento necessário e prevenir uma condição crônica.

Conheça algumas das causas mais comuns de dor no quadril em atletas.

Estiramento e lesões musculares. As dores no quadril e virilha são muitas vezes resultado de um estiramento do músculo adutor ou da origem do quadríceps. Esta lesão aguda do musculo é semelhante a outros locais do corpo, e quando a musculatura é forçada para além dos seus limites, pode ocorrer uma estiramento , lesão parcial ou total.

Bursite trocantérica – A inflamação da bursa ( bolsa de líquido que protege os tendões) sobre a parte lateral do quadril (trocânter do fêmur) é chamada de bursite trocantérica, e pode causar dor com o movimento e dor para deitar de lado sobre o quadril afetado. O tratamento é na maioria das vezes eficaz, mas quando não tratada corretamente, pode se tornar um problema crônico e persistente.

Fratura por estresse – São geralmente diagnosticadas nos corredores de longa distância, e muito mais comum em mulheres do que em homens. Estas lesões são geralmente vistas em atletas que praticam atividades de impacto de longa duração, excesso de treinos, normalmente estão associadas com alterações nutricionais ou endocrinológicas. É causada pelo micro-trauma repetitivo no osso ao longo da atividade física.

Impacto femoroacetabular – E causado por uma alteração óssea no fêmur e/ou acetábulo , onde ocorre um contato anormal ( impacto ) entre esses ossos durante os movimentos do quadril. Geralmente está relacionado às atividades com flexão e rotação do quadril. Pode causar lesão do labrum e da cartilagem, e consequentemente artrose do quadril.

Lesão do labrum – O labrum do quadril é uma válvula de tecido fibrocartilaginoso que circula a borda da articulação do quadril. Ele mantem a vedação/selo do quadril e aumenta a estabilidade da articulação. Quando a lesão labral acontece, ocorre a perda da vedação articular e uma parte deste tecido pode se soltar na articulação, causando dor ou estalos articulares, podendo levar a artrose no futuro.

Hérnias- São defeitos na parede abdominal e podem causar do na região da virilha. A hérnia inguinal é a mais frequente. Geralmente causam nas atividades esportivas, ou em atividades do dia-a-dia, como levantar da cama e espirrar. Quando relacionadas ao esporte, geralmente acontecem em atividades que requerem esforço repetitivo com mudança de direção e explosão muscular.

Pubalgia – É um desequilíbrio funcional da musculatura do reto abdominal e adutores. É uma lesão relacionada ao esforço repetitivo na região da sínfise púbica, que causa dor na região inferior do abdome, ou na origem da musculatura adutora, muito comum em atletas. O exame clínico e os exames complementares permitem fazer o diagnóstico preciso da causa da pubalgia, avaliar a qualidade dos tendões, e avaliar o grau de edema ósseo na sínfese púbica. É importante fazer o diagnóstico diferencial e associação com as hérnias inguinais, lesão muscular, alterações ginecológicas / urológicas, impacto femoroacetabular e osteonecrose do quadril.

Instabilidade do quadril: diagnóstico pouco frequente, geralmente feito em mulheres com frouxidão ligamentar global e hipermobilidade das articulações. Pode causar dor pela subluxação da cabeça femoral.

Artrose do quadril – A alteração degenerativa da cartilagem do quadril (desgaste) é muito comum nos idosos, e é chamada de coxartrose primária. Pacientes mais jovens podem ter artrose secundária a fatores preexistentes que causam a degeneração articular precoce. As doenças da infância como a displasia do quadril e o Perthes, o impacto femoroacetabular e a lesão do labrum, e a osteonecrose do quadril são as principais causa de coxartrose secundária do quadril. A artrose do quadril é uma das causas mais comuns de dor crônica no quadril , tanto nos atletas, quanto em pessoas sedentárias.

Instituto Fuchs promove Curso sobre Artroscopia do Quadril

 

O Dr. Thiago Fuchs, ortopedista especializado em cirurgia do quadril, promove nesta sexta-feira e sábado (02 e 03 de junho), em Curitiba, o Curso e Treinamento em Artroscopia do Quadril, realizado juntamente com a Tecnomedical, fornecedora dos materiais Smith&Nephew.

A primeira parte do curso, inclui aulas teóricas sobre diagnóstico de impacto femoroacetabular, técnicas e dicas sobre artroscopia do quadril, demonstração de instrumentais e treinamento em modelos sintéticos.

      

Já a parte prática do curso será realizada neste sábado (03), no Hospital Marcelino Champagnat, aonde os participantes assistirão duas cirurgias, ao vivo, de artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular e lesão do labrum.

Segundo Thiago Fuchs, a escolha do Hospital Marcelino Champagnat para as aulas práticas em artroscopia do quadril se deve à qualidade e segurança do Hospital, que possui certificação internacional e equipamentos de ponta.

“Além disso, o Marcelino Champagnat possui uma equipe especializada e bem treinada para prestarmos o melhor serviço ao paciente, e também repassar conhecimento técnico com qualidade”, resume Thiago Fuchs.

Participaram do curso de artroscopia do quadril médicos que estão fazendo especialização em cirurgia do quadril e ortopedistas e cirurgiões de quadril de Brasília, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazonas que buscam aprimorar o conhecimento sobre a artroscopia do quadril – técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações.

 

O QUE É – A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril.

No procedimento de artroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação através de pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs – um dos fundadores do Instituto Fuchs, referência neste tipo de procedimento – explica que há muitos anos a videoartroscopia é utilizada para tratamento de lesões articulares, como no joelho e ombro.

“A artroscopia do quadril está em evolução constante e o seu uso cresce mundialmente, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e da lesão do labrum”, completa Thiago.

Segundo ele, outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinites, lesões de cartilagem, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia.

A recuperação inicial de uma artroscopia do quadril geralmente dura 3 meses, e após esse período é necessário um trabalho de reforço muscular e treinos específicos para atividades físicas.

A taxa de retorno ao esporte após a artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular é de aproximadamente 95%.

MITOS E VERDADES: Ter uma alimentação balanceada é fundamental para a saúde do joelho?

 

VERDADE – A obesidade é um dos principais fatores de risco comprovados para artrose do joelho. Uma dieta com excesso de carboidratos também pode estar relacionada a alterações inflamatórias na cartilagem articular.

Além disso, o excesso de peso pode aumentar os sintomas da artrose, principalmente nas articulações que mais sustentam a carga, como os joelhos e quadris. O paciente que está acima do peso força mais o joelho devido à necessidade de sustentação natural do corpo.
Por este motivo, uma dieta balanceada também contribui para a prevenção de problemas no joelho.
E se você já tem um problema nessas articulações, realize o tratamento adequado o mais breve possível, porque após muito tempo geralmente o tratamento é mais complexo, e o resultado desejado pode ser mais difícil.

MITOS E VERDADES:A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA É FUNDAMENTAL PARA O FORTALECIMENTO DO JOELHO ?

 

 

VERDADE – A prática de atividade física regular fortalece e mantém a musculatura adequada, buscando diminuir a carga nas articulações e preservar a cartilagem. Porém os exercícios devem ser realizados de maneira correta, respeitando os limites e a capacidade de cada um. A orientação de um profissional é fundamental para realização correta de qualquer tipo de esporte, mesmo os mais comuns, como a corrida e a musculação.

MITOS E VERDADES: Existem dois tipos de artroplastia (prótese) de joelho?

 

 

É VERDADE – Existem basicamente dois tipos de artroplastia de joelho, a total e a unicompartimental (parcial).
Na artroplastia total do joelho toda a superfície articular é trocada. Na artroplastia unicompartimental do joelho, apenas o lado afetado da articulação é substituído.
A artroplastia do joelho é uma cirurgia que substitui a superfície articular por uma prótese metálica e de polietileno. Esta cirurgia é geralmente indicada em pacientes acima de 60 anos, nos casos mais avançados de artrose do joelho, com dor e limitação nas atividades da vida diária.

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