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FRATURA DO QUADRIL NO IDOSO

quadril do idoso fratura

Você sabia que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050?
Os dados foram divulgados pelo órgão denominado International Osteoporosis Foundation (Fundação Internacional de Osteoporose), que analisou 14 países de toda a América Latina.
O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

O cirurgião especialista em quadril, Thiago Fuchs, do Instituto Fuchs explica que os traumas de alta energia, como os acidentes de carro/moto, são as principais causas das fraturas do quadril nos pacientes jovens. Nos idosos, as quedas de mesmo nível são a principal causa.

“Por isso, é muito importante a PREVENÇÃO DE QUEDAS no idoso, além do tratamento clínico com atividade físicas, alimentação adequada e controle da osteoporose.”
Quando a fratura do quadril acontece, geralmente o tratamento é cirúrgico, para fixação da fratura. Em alguns casos é necessária a realização da artroplastia (prótese) do quadril. O tratamento cirúrgico dever ser realizado o mais precoce possível, para evitar complicações cardiopulmonares nos idosos e permitir que o paciente ande o mais cedo possível.

ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL 

artroplastia toral do quadril

A artroplastia total do quadril é um procedimento cirúrgico utilizado no tratamento da artrose do quadril, osteonecrose e algumas fraturas ao nível do quadril.

A cirurgia consiste na substituição da articulação do quadril por componentes metálicos, de polietileno e de cerâmica, com o objetivo de reestabelecer uma articulação com bom movimento e melhora da dor, e consequentemente, melhora da qualidade de vida do paciente.

A artroplastia total do quadril é uma cirurgia que depende da educação do paciente e dos familiares sobre o procedimento, técnica cirúrgica adequada, qualidade da prótese, reabilitação pós-operatória e condição de saúde do paciente. A durabilidade de uma artroplastia total do quadril com adequada técnica cirúrgica, implantes de qualidade e cumprimento das orientações médicas, é acima de 95% em 15 anos e possivelmente maior de 80% em 20 anos.

É muito importante realizar acompanhamento médico anual após a cirurgia independente dos sintomas, com objetivo de reconhecer alterações precoces e evitar complicações futuras.

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ATLETAS DE FINAL DE SEMANA

atletas de final de semana

 

Muitas pessoas que sofrem lesões durante a prática esportiva são os chamados “atletas de final de semana”, que em gera,l são profissionais liberais e trabalhadores de escritório, que não fazem as atividades físicas preparatórias e regulares, mas nos finais de semana, querem praticar atividades físicas.

PARA PREVENIR LESÕES é importante um condicionamento físico adequado.

Quem está sedentário e quer começar a realizar atividades físicas deve fazer uma avaliação completa, o que inclui consulta com médico cardiologista, avaliação nutricional e acompanhamento com um profissional da área esportiva, como os educadores físicos, fisiologistas do esporte e personal-trainers. Se existe alguma queixa de dor articular ou muscular prévia ou durante os treinos, uma avaliação ortopédica é muito importante.
Desta forma, podemos diminuir os riscos para a saúde cardiovascular e musculoesquelética, e estabelecer um programa individual de treinamento, levando em conta a idade, nível de condicionamento e objetivos pessoais.

CORRIDA x PROBLEMAS NO JOELHO

corrida e problemas no joelho 1

Um erro comum é ter “pressa” em perder peso. Muitas pessoas correm com peso excessivo e musculatura fraca, sobrecarregando os joelhos podendo causar dor e desgaste precoce da cartilagem.

A cada passada durante a corrida, os joelhos suportam cerca de três a seis vezes o peso corporal. Portanto, quem quer correr deve estar com um peso mais adequado e com boa musculatura nas coxas, pernas e quadril, para distribuir melhor os impactos sofridos pela articulação.

As pessoas que estão acima do peso devem realizar atividades de baixo impacto, como caminhadas, natação e hidroginástica, antes de iniciar atividades de impacto como as corridas.
Por isso a dica para as pessoas que querem praticar corrida ou outras atividades físicas é buscar orientação de um profissional para um preparo físico prévio, que inclui treino aeróbico (capacidade cardiovascular), fortalecimento muscular
e alongamentos.

Vale lembrar, que o excesso de exercícios, acima da capacidade física de cada um, também é um grande vilão causador de lesões e dores nas articulações, principalmente coluna, quadril e joelhos, já que são estas que suportam todo peso e impactos repetitivos.
Por isso, é muito importante estabelecer uma rotina de exercícios sem sobrecarga, onde seja reservando um espaço para o descanso dos músculos e articulações, para que estes possam se recuperar, evitando lesões.

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JOELHO “TORTO” PODE SER SINAL DE UM PROBLEMA?

joelho torto 1

 

Muitas pessoas apresentam desvio de eixo nos membros inferiores e nem por isso são considerados anormais. Quando o joelho fica para “fora” é chamado de VARO (joelho do cavaleiro), e quando vai pra “dentro” é chamado de VALGO (joelho em X).

Existem pessoas que apresentam essa variação do alinhamento dos joelhos por uma característica genética e familiar, ou também por variações de sexo e raça. Muitos homens apresentam o joelho varo e muitas mulheres tem o joelho valgo, e isso não significa que todos tem problema.

A alteração no eixo dos membros inferiores é um fator de risco para doenças degenerativas das articulações ou também pode se manifestar como um sinal de artrose. Quando esta alteração ocorre somente num joelho, ou seja, de maneira assimétrica, deve ser avaliada por especialista, pois pode ser sinal de desgaste da articulação. Os pacientes com artrose do joelho notam que a perna vai “entortando” com o passar dos anos e progressão de desgaste.

PRINCIPAIS PROBLEMAS DO QUADRIL #3

Saiba quais são os principais problemas nos quadris

Saiba quais são os principais problemas nos quadris

Hoje é o 3o e último dia da nossa Série SOBRE os PRINCIPAIS PROBLEMAS DO QUADRIL.

Estamos trazendo as causas mais comuns de dor no quadril . O objetivo é fazer com que as pessoas, sempre que sintam um desconforto ou dor diferente no quadril, procurem um médico especializado, evitando assim o agravamento do problema com o passar do tempo.

PUBALGIA – É um desequilíbrio funcional da musculatura do reto abdominal e adutores. É uma lesão relacionada ao esforço repetitivo na região da sínfise púbica, que causa dor na região inferior do abdome, ou na origem da musculatura adutora, muito comum em atletas. O exame clínico e os exames complementares permitem fazer o diagnóstico preciso da causa da pubalgia, avaliar a qualidade dos tendões, e avaliar o grau de edema ósseo na sínfese púbica. É importante fazer o diagnóstico diferencial e associação com as hérnias inguinais, lesão muscular, alterações ginecológicas / urológicas, impacto femoroacetabular e osteonecrose do quadril.

INSTABILIDADE DO QUADRIL: diagnóstico pouco frequente, geralmente feito em mulheres com frouxidão ligamentar global e hipermobilidade das articulações. Pode causar dor pela subluxação da cabeça femoral.

ARTROSE DO QUADRIL – A alteração degenerativa da cartilagem do quadril (desgaste) é muito comum nos idosos, e é chamada de coxartrose primária. Pacientes mais jovens podem ter artrose secundária a fatores preexistentes que causam a degeneração articular precoce. As doenças da infância como a displasia do quadril e o Perthes, o impacto femoroacetabular e a lesão do labrum, e a osteonecrose do quadril são as principais causa de coxartrose secundária do quadril. A artrose do quadril é uma das causas mais comuns de dor crônica no quadril , tanto nos atletas, quanto em pessoas sedentárias.

PRINCIPAIS PROBLEMAS NO QUADRIL #2

Confira alguns dos principais problemas nos quadris

Confira alguns dos principais problemas nos quadris

Seguindo a nossa série de posts sobre os PRINCIPAIS PROBLEMAS NO QUADRIL, vamos falar hoje sobre as CAUSAS MAIS COMUNS de dor no quadril .

É importante estar sempre atento quando começar a sentir algum sinal ou sintoma no quadril para realizar o tratamento necessário e prevenir uma condição crônica.

IMPACTO FEMOROACETABULAR – E causado por uma alteração óssea no fêmur e/ou acetábulo , onde ocorre um contato anormal ( impacto ) entre esses ossos durante os movimentos do quadril. Geralmente está relacionado às atividades com flexão e rotação do quadril. Pode causar lesão do labrum e da cartilagem, e consequentemente artrose do quadril.

LESÃO DO LABRUM – O labrum do quadril é uma válvula de tecido fibrocartilaginoso que circula a borda da articulação do quadril. Ele mantém a vedação/selo do quadril e aumenta a estabilidade da articulação. Quando a lesão labral acontece, ocorre a perda da vedação articular e uma parte deste tecido pode se soltar na articulação, causando dor ou estalos articulares, podendo levar a artrose no futuro.

HÉRNIAS- São defeitos na parede abdominal e podem causar do na região da virilha. A hérnia inguinal é a mais frequente. Geralmente causam nas atividades esportivas, ou em atividades do dia-a-dia, como levantar da cama e espirrar. Quando relacionadas ao esporte, geralmente acontecem em atividades que requerem esforço repetitivo com mudança de direção e explosão muscular.

PRINCIPAIS PROBLEMAS NO QUADRIL #1

Confira alguns dos principais problemas no quadril

Confira alguns dos principais problemas no quadril

Hoje iniciamos uma SÉRIE de TRÊS POSTS sobre os PRINCIPAIS PROBLEMAS NO QUADRIL

Para começar, vamos falar sobre as causas mais comuns de dor no quadril que, na maioria da população, incluem artrose, bursite, dores musculares e compressão nervosa.
Os atletas amadores e profissionais, no entanto, muitas vezes também têm dor no quadril causada por impactos diretos ou indiretos, e síndromes por uso excessivo.
Por isso, é importante para um pessoa, prestar atenção quando começar a sentir algum sinal ou sintoma no quadril, para realizar o tratamento necessário e prevenir uma condição crônica.

Conheça algumas das causas mais comuns de dor no quadril:

ESTIRAMENTO E LESÕES MUSCULARES – As dores no quadril e virilha são muitas vezes resultado de um estiramento do músculo adutor ou da origem do quadríceps. Esta lesão aguda do músculo é semelhante a outros locais do corpo, e quando a musculatura é forçada para além dos seus limites, pode ocorrer uma estiramento, lesão parcial ou total.

BURSITE TROCANTÉRICA – A inflamação da bursa ( bolsa de líquido que protege os tendões) sobre a parte lateral do quadril (trocânter do fêmur) é chamada de bursite trocantérica, e pode causar dor com o movimento, e dor para deitar de lado sobre o quadril afetado. O tratamento é na maioria das vezes eficaz, mas quando não tratada corretamente, pode se tornar um problema crônico e persistente.

FRATURA POR ESTRESSE- É geralmente diagnosticada nos corredores de longa distância, e muito mais comum em mulheres do que em homens. Esta lesão é geralmente vistas em atletas que praticam atividades de impacto de longa duração, excesso de treinos, e pode estar associada à alterações nutricionais ou endocrinológicas.

ARTROSCOPIA DO QUADRIL

 

artroscopia do quadril site 1

A videoartroscopia é uma técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações. Na técnica de videoartroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos para artroscopia são introduzidos na articulação por pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 cm.

A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica que está em grande crescimento no mundo, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e das lesões do labrum. Outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinopatias peritrocantéricas, artrose do quadril leve/moderada, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia.

No tratamento do IFA é realizada a osteocondroplastia (remodelação) das alterações ósseas no fêmur (CAM) e no acetábulo (PINCER) e também avaliação das lesões de cartilagem e do labrum. Na presença da lesão do labrum, com destacamento e instabilidade, é realizado o reparo da lesão com sutura utilizando pequenas âncoras.

Quedas e acidentes domésticos somam 75% das lesões sofridas por idosos

 

acidente_domsticoO Sistema Único de Saúde (SUS) revela que 75% das lesões sofridas por pessoas com mais de 60 anos são causadas por acidentes domésticos.

Se por um lado a longevidade é algo positivo, por outro requer atenção especial em vários aspectos e um deles é a preocupação com os riscos de acidentes que ocorrem dentro de casa e em atividades diárias.

 

Os cirurgiões especialistas em cirurgia do joelho e quadril do Instituto Fuchs – Thiago Fuchs e Rogério Fuchs – explicam que os idosos estão mais sujeitos a quedas e fraturas porque o controle neuromuscular de pessoas à partir dos 60 anos vai se tornando cada vez mais frágil

“Cerca de 30% das cirurgias do joelho e do quadril realizadas pelos médicos do Instituto Fuchs são em pessoas acima de 60 anos”, conta o Dr.Rogério Fuchs, que atua na área de cirurgia do joelho há mais de 30 anos.

Segundo ele, existem algumas condições que contribuem para aumentar o risco de queda na terceira idade, entre elas, a redução dos reflexos, fraqueza muscular, a alteração de noção espacial, dores articulares, entre outras.

Uso da bengala – A bengala é um apoio para os membros inferiores que caiu em desuso, mas continua sendo indicado pelos especialistas do Instituto Fuchs, especialmente para pacientes acima de 60 anos.

“Alguns pedem para usar a bengala, como forma de apoio e pelo fato de que a bengala dá mais estabilidade para locomoção.  No entanto, outros acham que a bengala é coisa de velho”, relata o Dr. Rogerio Fuchs.

No caso de lesões no quadril e joelho, o uso da bengala diminui entre 30% e 50% a carga sobre o quadril afetado ou joelho afetado.

Números – De acordo com o Ministério da Saúde, 70% das quedas entre idosos acontecem dentro de casa. Sendo que 30% destes acidentes causam a morte de idosos e pelo menos 40% causam alguma lesão grave, principalmente, no joelho e no quadril.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs, ressalta que  após uma fratura de quadril , a taxa de mortalidade em pacientes acima de 60 anos – um anos após a cirurgia – é de 30%.

“Em contrapartida,  caso  ocorra fratura no quadril do idoso e a cirurgia não seja realizada,  a taxa de mortalidade é muito maior devido a complicações no pulmão”, alertou o Dr. Thiago.

Outro dado preocupante – divulgado pela Fundação Internacional de Osteoporose, que analisou 14 países de toda a América Latina, é que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050.

O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

O ciururgião do quadril, Thiago Fuchs, conta que quando a fratura do quadril acontece, geralmente o tratamento é cirúrgico, para fixação da fratura. Em alguns casos é necessária a realização da artroplastia (prótese) do quadril.

“O tratamento cirúrgico dever ser realizado o mais precoce possível, para evitar complicações cardiopulmonares nos idosos e permitir que o paciente ande o mais cedo possível”, enfatiza Thiago. “Por isso, é muito importante a prevenção de quedas no idoso, além do tratamento clínico com atividade físicas, alimentação adequada e controle da osteoporose”, completa Thiago.

Prevenção – Entre as recomendações para prevenir queda em pacientes acima de 60 anos estão, retirar os tapetes e móveis baixos, incluir corrimão nas escadas e barras de apoio nos banheiros e prevenir a osteoporose com tratamento e atividade física.

“Prevenção de quedas, avaliação periódica, realização de exercícios físicos para fortalecer os músculos e aumentar a amplitude dos movimentos, estão entre os fatores fundamentais para evitar acidentes dentro de casa e a queda de idosos”, orientou Rogério Fuchs.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 o Brasil tinha cerca de 16 milhões de idosos. Mas a estimativa é que em 2060 esse número salte para 56 milhões.

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