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MITOS E VERDADES: O impacto provocado pela corrida causa desgaste no quadril

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O IMPACTO PROVOCADOI PELA CORRIDA CAUSA DESGASTE NO QUADRIL
Mito. O quadril é uma articulação de carga, ou seja, uma articulação que sustenta peso do corpo. Portanto, apresenta uma estrutura óssea, ligamentos e músculos compatíveis com a sua função. Quando corremos, a carga que passa pela articulação do quadril pode chegar a 8 ou 10 vezes o peso corporal. Mesmo com toda essa demanda, o quadril apresenta apenas um consumo fisiológico, ou seja, um pequeno desgaste durante a nossa vida, como qualquer outra articulação. O desgaste geralmente ocorre devido situações atípicas, falta de preparo muscular ou excesso de treinos, como nos atletas profissionais. Uma situação atípica é quando a pessoa apresenta algum fator predisponente à lesão, como o impacto femoroacetabular (contato anormal entre a cabeça do fêmur e o acetábulo) ou a lesão do labrum. Nessas situações, a pessoa está com o quadril em risco e, dependendo da solicitação e da exigência, pode levar ao desgaste exagerado da articulação, ou seja, à artrose.

MITOS E VERDADES: A artrose do quadril não tem cura

 

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A ARTROSE DO QUADRIL NÃO TEM CURA
Verdade. A artrose é o desgaste da articulação e atualmente não há como recuperar a cartilagem degenerada. Os tratamentos e as orientações médicas buscam prevenir, tentar evitar e prolongar a progressão da artrose, ou então aliviar os sintomas, quando já existentes. Nos casos mais graves e avançados de artrose do quadril, o paciente tem dor e limitação funcional, prejudicando sua qualidade de vida e seu dia-a-dia. Nessa situação é indicada uma cirurgia de substituição articular que se chama artroplastia ou prótese de quadril. A artroplastia total do quadril é um procedimento cirúrgico utilizado no tratamento da artrose do quadril, osteonecrose e algumas fraturas ao nível do quadril.
A cirurgia consiste na substituição da articulação do quadril por componentes metálicos, de polietileno e de cerâmica, com o objetivo de reestabelecer uma articulação com bom movimento e melhora da dor, e consequentemente, melhora da qualidade de vida do paciente.
A artroplastia total do quadril é uma cirurgia que depende da educação do paciente e dos familiares sobre o procedimento, técnica cirúrgica adequada, qualidade da prótese, reabilitação pós-operatória e condição de saúde do paciente. A durabilidade de uma artroplastia total do quadril com adequada técnica cirúrgica, implantes de qualidade e cumprimento das orientações médicas, é acima de 95% em 15 anos e possivelmente maior de 80% em 20 anos. É muito importante realizar acompanhamento médico anual após a cirurgia independente dos sintomas, com objetivo de reconhecer alterações precoces e evitar complicações futuras.

MITOS E VERDADES:Fratura do quadril em idosos pode levar à morte.

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Fratura do quadril em idosos pode levar à morte.
Verdade. Pesquisas mostram que a fratura do quadril é a lesão ortopédica que mais resulta em morte devido às suas consequências diretas e indiretas. Entre todas as fraturas relacionadas à osteoporose, as que apresentam maiores consequências para a qualidade de vida do paciente são as da extremidade proximal do fêmur, com um índice médio de mortalidade de 30% nos primeiros doze meses após o trauma, e perda da autonomia em até 50% dos casos.

MITOS E VERDADES: Jovens não têm artrose de quadril.

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Jovens não têm artrose de quadril.

Mito. A artrose é um desgaste da articulação, relacionada à degeneração da cartilagem articular. Pode ser provocada por diversas causas e a sua incidência aumenta com idade. Em idosos, é comum. Em jovens, a sua incidência é baixa, mas possível. A artrose do quadril nos jovens geralmente decorre de forma secundária, ou seja, devido a problemas da infância e adolescência, impacto femoroacetabular, traumatismos, osteonecrose, infecções ou alterações metabólicas.

MITOS E VERDADES:Prática de esporte pode gerar lesões.

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Prática de esporte pode gerar lesões

Verdade. Os esportes que apresentam maior risco são aqueles que exigem grande amplitude de movimento do quadril, rotações, ou aqueles com ‘ações explosivas’, ou seja, movimentos que exigem aceleração e desaceleração bruscas, como futebol, tênis, golfe, artes marciais, danças, balé, ginástica olímpica e atletismo. Atividades com impacto repetitivo, como a corrida, também podem causar lesões. A prática inadequada dos exercícios, sem orientação e preparação prévia, ultrapassando os limites de cada indivíduo, é a principal causa dos problemas. Entre as lesões mais frequentes, estão os estiramentos musculares e as tendinites, que geralmente ocorrem por sobrecarga, esforço excessivo, ou erro de treinamento. No meio esportivo, existem também muitos casos de impacto femoroacetabular, quando as alterações morfológicas do quadril associadas aos movimentos específicos de cada esporte causam o contato anormal entre a cabeça do fêmur e o acetábulo.

MITOS E VERDADES:tratamento do IFA em jovens é cirúrgico


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Continuando a nossa série MITOS E VERDADES, hoje vamos falar sobre o TRATAMENTO DO IMPACTO FEMOROACETABULAR (IFA) COM SINTOMAS NO QUADRIL DO JOVEM É CIRÚRGICO
VERDADE. A única forma de corrigir a anatomia e a biomecânica do quadril com IFA sintomático, que pode levar às alterações degenerativas futuras, é o tratamento cirúrgico. Vários fatores influenciam nessa indicação, como a idade, expectativa do paciente e grau de lesão da cartilagem. A medicina avançou muito nos últimos anos, e este procedimento cirúrgico atualmente pode ser realizado por artroscopia do quadril.
 
A videoartroscopia é uma técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações. Na técnica de videoartroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos para artroscopia são introduzidos na articulação por pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 cm. A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica que está em grande crescimento no mundo, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e das lesões do labrum. Outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinopatias peritrocantéricas, artrose do quadril leve/moderada, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia. O pós-operatório dependerá do tratamento e dos procedimentos que foram feitos durante a artroscopia. O retorno às atividades diárias é precoce, e ao esporte geralmente acontece entre 3 a 6 meses após a cirurgia.

Mitos e verdades: A obesidade é um fator de risco para artrose do quadril?

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O quadril é a articulação que permite o movimento entre o tronco e os membros inferiores e sustenta o peso da parte superior do corpo. Dor na região do quadril pode representar alterações relacionadas à prática esportiva ou lesões degenerativas.
Tendo em vista que o tratamento e as orientações são diferenciados para cada tipo problema, vamos trazer para vocês alguns deles, através de UM POST DIÁRIO, contendo mitos e verdades sobre lesões no quadril.

A obesidade é um fator de risco para artrose do quadril?

Verdade. Ter uma alimentação balanceada e de qualidade é fundamental para a saúde das articulações. A obesidade é um dos principais fatores de risco comprovados para artrose do joelho e do quadril. Uma dieta com excesso de carboidratos também pode estar relacionada a alterações metabólicas e inflamatórias na cartilagem articular.

Fratura por estresse no joelho

fratura por estresse no joelho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A fratura por estresse que pode ocorrer no joelho geralmente é causada por sobrecarga ou esforço repetitivo, sendo mais comum em atletas, corredores ou militares.
Na população em geral a taxa é muito pequena (menor que 1%), porém pode chegar a 20% em atletas corredores.
No joelho, a tíbia é o osso mais acometido. A dor é o primeiro sintoma que aparece quando ocorre esta lesão, podendo também surgir inchaço no local. O paciente relata que a dor aumenta progressivamente, levando o atleta a interromper o exercício em muitos casos.
O diagnóstico é confirmado através de exames de imagem (Radiografias, Cintilografia, Tomografia e Ressonância).
Na maioria dos casos o tratamento é conservador, com a suspensão das atividades físicas de impacto durante 6 a 12 semanas, fisioterapia e analgésicos.
Em casos isolados, a fratura pode progredir tornando-se completa e com dificuldade de cicatrização, necessitando de tratamento cirúrgico.

Médicos do joelho e quadril realizam cirurgias mais eficazes com o uso de impressora 3D

Dr Rogério Fuchs com joelho em 3D

Uma nova técnica está tornando as cirurgias de joelho e quadril muito mais precisas e eficazes. Trata-se do uso de protótipos de ossos confeccionados em impressoras 3D que permitem o planejamento prévio de uma cirurgia.

Para criar uma cópia de plástico da estrutura óssea do joelho de um paciente, por exemplo, são utilizadas como base imagens de ressonância magnética ou tomografia computadorizada da articulação, de modo que a cópia saia com o tamanho e as características idênticas ao original.

Esta técnica que é capaz de reproduzir os ossos do esqueleto humano já é utilizada há mais de um ano pelo ortopedista e cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs, do Instituto Fuchs.

“A impressão dos ossos em 3D nos dá uma ideia real daquilo que vamos encontrar durante a cirurgia, permitindo o planejamento prévio de cada caso”, explica o médico Rogério Fuchs, que há mais de 30 anos realiza cirurgias do joelho, em Curitiba.

Como funciona – O princípio da impressora 3D é o mesmo da impressora convencional. No entanto, no lugar da tinta, é colocado na impressora 3D um pó, gel ou filamento de metal ou de plástico, que, em vez de letras, imprime camada por camada peças tridimensionais como joelhos, ombros ou quadris.

“A técnica permite uma personalização sem precedentes na medicina. É uma revolução para o planejamento, para o diagnóstico e também sob o aspecto terapêutico”, relata Rogério Fuchs.  “Isso porque o molde nos permite prever a real dificuldade que teremos na cirurgia, e também avaliar previamente se os materiais existentes no mercado serão suficientes e adequados para aquele caso ou se teremos que mandar confeccionar um implante específico, exatamente de acordo com a necessidade daquele paciente”, completou o cirurgião do joelho.

Exemplo – Há cerca de um ano, o Dr. Rogério Fuchs atendeu uma paciente que apresentava deformidades nos joelhos desde o nascimento, já tendo passado por outras 15 cirurgias.

“Para estudar este caso complexo, fizemos um protótipo do joelho da paciente em 3D e entramos na cirurgia com dois tipos de materiais, sendo que um deles foi perfeito para aquela paciente que hoje está muito bem”, relata Dr. Fuchs.

Segundo ele, o benefício deste tipo de tecnologia é que ele permite programar a escolha dos melhores materiais disponíveis no mercado, de acordo com cada caso.

“Além disso, o molde ajuda a reduzir o tempo de cirurgia e garante melhores resultados, já que ele permite uma simulação prévia da cirurgia”, completou Rogério Fuchs.

Avanço – O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) lançou um site dedicado ao compartilhamento de arquivos para impressão em 3D, relacionados à saúde e à ciência, como peças de laboratório e modelos anatômicos humanos.

O QUE É TENDINOPATIA PERITROCANTÉRICA/BURSITE DO QUADRIL?

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As tendinopatias peritrocantéricas são alterações inflamatórias que ocorrem no tendão do músculo glúteo médio e glúteo mínimo, e também decorrente do atrito entre o trato iliotibial e o grande trocânter nas região lateral do quadril.
A bursite do quadril é a inflamação da bursa, que é uma pequena bolsa de líquido que serve para diminuir a pressão e o atrito entre os tecidos moles (músculos e tendões) e o osso.Geralmente as tendinopatias peritrocantéricas e a bursite do quadril são patologias que ocorrem juntas. A dor típica é na região lateral do quadril, principalmente pela noite e para levantar da posição sentada.

O tratamento na maioria dos casos é conservador, com medicação via oral e infiltração local, fisioterapia e trabalho muscular de alongamento e fortalecimento. Em alguns casos, refratários ao tratamento conservador bem realizado e por pelo menos 6 meses, pode ser necessário o tratamento cirúrgico, por via aberta ou artroscopia do quadril, para retirada da bursa, liberação do trato iliotibial e tratamento da lesão do tendão do glúteo médio.

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