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Exames complementares para avaliação da dor no quadril das mulheres

Além da consulta com um médico especialista, onde é realizada uma avaliação clínica completa, alguns exames são fundamentais para complementar a suspeita diagnóstica, ou em muitos casos, afastar outros problemas.

Para avaliação do quadril, a sequência de radiografias (RX) específicas e uma ressonância magnética (RM) geralmente são os exames necessários.

Em alguns casos, uma avaliação ginecológica, abdominal e lombar podem ser necessárias para investigar outras causas de dor no quadril que não são provenientes da articulação.

No Instituto Fuchs nós atuamos no tratamento de problemas no joelho e quadril. Saiba mais acessando www.institutofuchs.com.br ou ligue para agendar uma consulta (41) 3026-6959.

Avaliação da dor no quadril das mulheres

Quando uma mulher procura o médico com queixa de dor no quadril, a idade, estrutura óssea e muscular, assim como o grau de atividade na vida diária e esportiva devem ser considerados. Se a paciente é uma corredora de 20 anos ou uma mulher sedentária de 65 anos, as possíveis causas variam bastante.

O local de dor, tempo dos sintomas, fatores de piora ou melhora também são muito importantes para o diagnóstico.

A mobilidade do quadril, dificuldade de realizar atividades do dia a dia como calçar os sapatos ou dormir de lado também dão sinais característicos de problemas da articulação do quadril.

Nós do Instituto Fuchs atuamos no tratamento de problemas no joelho e quadril. Saiba mais acessando www.institutofuchs.com.br ou ligue para agendar uma consulta (41) 3026-6959.

Dor no quadril em adolescentes é sinal de alerta

Adolescentes com idade entre 13 e 17 anos que têm dor no quadril – especialmente os praticantes de atividades físicas e os que têm alterações no formato dos ossos do quadril são pacientes cada vez mais frequentes no consultório do médico especializado em quadril.

O impacto femoroacetabular (IFA) do quadril é uma das principais causas da dor do quadril em atletas adolescentes e também nos adultos jovens. Além disso, o IFA é um importante fator de risco para o desenvolvimento de artrose no quadril no futuro.

Para se ter uma ideia, estudos internacionais apontam que 15% da população apresenta alterações do formato do quadril compatíveis com o termo impacto femoroacetabular. A associação da dor no quadril com a alteração óssea merece atenção e tratamento individualizado.

O ortopedista e cirurgião do joelho e quadril, Thiago Fuchs, explica que a dor no quadril dos adolescentes é um sinal de alerta e deve ser investigado, principalmente porque o tratamento precoce é um dos principais fatores para melhores resultados.

Ele explica que existe uma preocupação mundial no tratamento precoce, e em individualizar cada procedimento cirúrgico de acordo com a particularidade de cada paciente. “Na artroscopia do quadril não é diferente. A fase do desenvolvimento esquelético varia de acordo com a idade e desenvolvimento hormonal de cada adolescente. Cada paciente deve ser avaliado quanto ao potencial da cartilagem de crescimento para não prejudicar o desenvolvimento ósseo”, relata Thiago.

O IFA – O Impacto Femoroacetabular (IFA) é, basicamente, o contato anormal entre os ossos do quadril que ocorre durante os movimentos.
Em quadris normais, durante movimentos do dia-a-dia ou atividades físicas, não existe contato agressivo entre o fêmur e o acetábulo. Mas diante de um quadro de IFA, é observado o impacto entre as estruturas que compõem o quadril (colo do fêmur e o osso acetábulo) e consequentemente o comprometimento de toda a biomecânica dessa articulação, lesão do labrum e da cartilagem articular.

“Esse impacto passa a acontecer durante os movimentos do cotidiano como ficar sentado ou cruzar as pernas, e o dano pode aumentar nos casos da prática de atividades físicas que envolvam grandes amplitudes de movimento do quadril, como ballet, artes marciais, crossfit, esportes com saltos e rotação do quadril”, explica Thiago Fuchs.

Com o passar do tempo e a execução repetitiva dos movimentos, esse impacto anormal pode resultar em excessivo atrito e consequentemente lesões das estruturas moles interpostas na articulação, como labrum e cartilagem. “Essa condição é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de um desgaste precoce do quadril em pacientes jovens”, reforça Thiago.

SINTOMAS – A dor geralmente é na virilha e profunda. Alguns pacientes apresentam sintomas de dor ou desconforto no joelho, púbis e articulação sacroilíaca como consequência da doença no quadril. O IFA pode ser confundido com lesões musculares (distensões da coxa ou da virilha). A dor é a principal queixa, em geral relacionada com atividades físicas e com movimentos de flexão-rotação do quadril. Outras queixas incluem falta de mobilidade, travamentos e estalidos no quadril.

LESÃO DE LABRUM – A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do IFA, displasia do quadril e hipermobilidade articular.

Quando a lesão do labrum é sintomática, o paciente pode necessitar de uma cirurgia para tratamento definitivo. É muito importante definir a causa da lesão do labrum para indicar o tratamento ideal para cada caso. Estudos demonstram excelentes resultados da Artroscopia do Quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular em adolescentes.

“Impacto femoroacetabular tipo CAM (femoral) é mais frequente em meninos, e o tipo Pincer (acetabular) é mais comum nas meninas. Além disso, a fase de maturação esquelética é diferente entre paciente de sexos diferentes com a mesma idade. Geralmente as meninas têm a maturação esquelética mais precoce. Individualizar cada caso é fundamental para o sucesso do tratamento”, relata o cirurgião.

EXEMPLO DE SUCESSO – O estudante, Guilherme Dutra de Oliveira Gusmão, 17 anos, sentia fortes dores no quadril desde os 12 anos. Praticante assíduo de musculação e jogador de futebol, Guilherme tomava medicamentos para suportar as dores após os exercícios. “Fiz seis meses de fisioterapia e tomava remédios sem alívio algum”, conta Guilherme.

Foram cinco anos de sofrimento. Há quatro meses ele foi submetido a uma artroscopia do quadril. “No começo foi estranho sentir o quadril com mais rotação, já que eu tinha o movimento limitado. A força foi voltando aos poucos e agora, quatro meses depois, estou liberado para fazer academia. Não sinto mais dor alguma”, relata Guilherme.t

Segundo ele, no momento, seu maior sonho está prestes a ser realizado. “O que eu mais quero é voltar a correr e jogar bola. Faltam apenas dois meses”, conta.

Caminhada pode reduzir sintomas de artrose no quadril

Sentir dores nas regiões do joelho ou quadril durante a prática das atividades diárias, dificuldade para movimentar a articulação e crepitação articular durante o movimento, atrapalha a rotina de qualquer pessoa.

Mas esses sintomas podem indicar que você está sofrendo com a assombrosa artrose.

A artrose é uma doença articular crônica, inflamatória e degenerativa, caracterizada pelo desgaste da cartilagem articular e do osso subcondral, localizado abaixo da cartilagem. Geralmente, sua causa é desconhecida, porém as atividades repetidas de impacto nessas articulações, o excesso de peso corporal, as sequelas de fraturas intra-articulares e o desenvolvimento da osteoatrose (AO) podem desencadear essa lesão.

Os locais que mais podem apresentar a artrose são as articulações que suportam peso, como coluna vertebral, quadril e joelhos.

Segundo pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, a caminhada progressiva, aliada ao tratamento com sulfato de glucosamina, pode fazer com que as pessoas que sofrem com os sintomas de artrose apresentem uma melhora nessas manifestações.

Em artigo publicado, esses especialistas destacaram que pacientes que caminham pelo menos duas series de 1.500 passos em três dias da semana, relatam sentir dores bem menores da inflamação e consequentemente uma melhora na função física.

Em apenas seis semanas, os 36 participantes da pesquisa, com idade entre 42 à 73 anos, contaram com um guia de caminhada. Além disso, o programa previu que eles durante três dias por semana andassem duas séries de 1.500 passos, contados através de um pedômetro, aparelho que registra o total de passos e a distância percorrida. As informações sobre o estado de saúde foram anotadas em planilhas.

O resultado da pesquisa confirma que as pessoas que caminharam cerca de três ou cinco dias por semana tiveram uma melhora sensível e significativa nos sintomas dessa doença inflamatória.

Checklist pré-operatório evita erros médicos; conheça:

Você sabia que para garantir a segurança do paciente, todos os procedimentos cirúrgicos passam por um checklist pré-operatório? Este checklist inclui os dados da pessoa, possíveis alergias, a operação que será realizada, nome do cirurgião responsável, horário da anestesia e outras informações.

O checklist pré-operatório é um procedimento adotado por hospitais no mundo todo e busca evitar erros na cirurgia. Confira:

 

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Internet x Resultados de exames de joelho e quadril

Hoje vamos falar de uma situação muito comum nos consultórios, mas que pode gerar uma ansiedade desnecessária aos pacientes.

Faz parte do trabalho do especialista em joelho e quadril solicitar, quando necessário, exames complementares ao seu paciente, que podem ser exames de imagem, de laboratório ou avaliações de outras especialidades.

No entanto, a grande maioria dos pacientes, antes mesmo de retornar com os exames ao seu médico, utiliza a internet para pesquisar o resultado ou sinônimos das palavras e expressões contidas nos laudos.

Isso pode levar a uma situação que não condiz com a realidade do paciente, trazendo preocupações, sofrimentos e ansiedade. A avaliação dos resultados dos exames necessita de correlação clínica com cada caso específico.

Por isso, fica a dica para que você não defina antecipadamente o seu diagnóstico e tratamento, especialmente no que tange ao seu problema no joelho ou quadril. Consulte um especialista para definir a melhor opção para seu caso.

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O que é a condromalácia patelar?

Sente dores frequentes no joelho ou ouve alguns estalos na região?

Isso pode ser sinal de condromalácia patelar, doença que pode atingir esportistas profissionais, os atletas de final de semana ou mesmo quem trabalha fazendo muitos movimentos que sobrecarregam os membros inferiores.

A condromalácia patelar é o desgaste da cartilagem da patela por conta do atrito gerado no movimento. A patela é um osso que está ligada somente a tendões e músculos, por isso é importante ela estar centralizada, dessa forma a força exercida sobre a cartilagem será a mesma em todo o movimento.

Para saber se o incômodo se trata mesmo do distúrbio, é necessário fazer uma consulta com o ortopedista. No entanto, muitas pessoas têm os sintomas e não procuram um especialista por medo de ter de fazer cirurgias na região. O que elas não sabem é que o melhor é tratar o problema o quanto antes, de forma a não agravar o quadro.

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