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O que você precisa saber sobre a ARTROSCOPIA DE QUADRIL em 5 passos

1- CONSULTA

A primeira etapa é a consulta com um médico especialista em artroscopia do quadril. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (impacto femoroacetabular, lesão do labrum e da cartilagem, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma artroscopia do quadril.

2- PRÉ-OPERATÓRIO:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, eletrocardiograma e consulta pré-anestésica. Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

3- INTERNAÇÃO HOSPITALAR:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 1 dia, e o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento. O tempo cirúrgico de uma artroscopia do quadril é de aproximadamente 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana associada a anestesia geral (sedação profunda) para maior conforto do paciente no posicionamento na mesa de tração.

4- PÓS-OPERATÓRIO:
Após a alta hospitalar, o paciente deve usar medicações (analgésicos simples e anti-inflamatórios) por 5 a 7 dias, e uma medicação por 30 dias para prevenção de ossificação heterotópica. O curativo é realizado diariamente em casa. O paciente recebe alta com apoio liberado (andar) com auxílio de 2 muletas por 2 a 3 semanas.

5- REABILITAÇÃO PÓS-OPERATÓRIA:

A fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à cirurgia, e deve ser realizada por 3 a 4 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas, entre 2 e 3 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar 2 a 3 dias após o procedimento. Atividades laborais com maior exigência física geralmente recomeçam com 3 meses após a cirurgia.
O retorno gradativo às atividades físicas inicia no 4˚ mês após a artroscopia do quadril, com trabalho de fortalecimento muscular e atividades aeróbicas sem impacto.
Corrida, esportes de impacto e treinos para competição geralmente iniciam após 6 meses de cirurgia.

92% dos atletas amadores retornam ao esporte após artroscopia do quadril

A artroscopia do quadril é uma ótima opção de tratamento para o impacto femoroacetabular e lesão do labrum sintomática. Após a fase de reabilitação, que dura aproximadamente 6 meses, vários estudos demonstram que a taxa de retorno ao esporte é acima de 90%.
 
O tratamento começa com um diagnóstico clínico preciso e exames de imagem específicos. A partir dessas informações será decidida a necessidade de uma cirurgia para reparar o lábio lesionado e tratar a causa do problema, geralmente o impacto femoroacetabular. “O tratamento do impacto femoroacetabular com lesão do labrum, sintomático, nos pacientes jovens é cirúrgico na maioria dos casos”, explica Thiago Fuchs.
 
Entre as possibilidades de tratamento cirúrgico, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril está a artroscopia, técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações. No procedimento uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação por pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.
 
Nos casos de tratamento conservador, e também após a cirurgia, a reabilitação com fisioterapia é muito importante para melhorar o movimento do quadril, estabilizar a articulação, fortalecer a musculatura, diminuir o estresse na região e permitir o retorno do paciente ao esporte.

O QUE É A CONDROMALÁCIA PATELAR?

Sente dores frequentes no joelho ou ouve alguns estalos na região?

Isso pode ser sinal de condromalácia patelar, doença que pode atingir esportistas profissionais, os atletas de final de semana ou mesmo quem trabalha fazendo muitos movimentos que sobrecarregam os membros inferiores.

A condromalácia patelar é o desgaste da cartilagem da patela por conta do atrito gerado no movimento. A patela é um osso que está ligada somente a tendões e músculos, por isso é importante ela estar centralizada, dessa forma a força exercida sobre a cartilagem será a mesma em todo o movimento.

Para saber se o incômodo se trata mesmo do distúrbio, é necessário fazer uma consulta com o ortopedista. No entanto, muitas pessoas têm os sintomas e não procuram um especialista por medo de ter de fazer cirurgias na região. O que elas não sabem é que o melhor é tratar o problema o quanto antes, de forma a não agravar o quadro.

As dores podem estar relacionadas a subir e descer escadas com frequência, agachar muito, ou outras atividades que movimentam os joelhos. As formas mais comuns de controlar essa patologia são: fisioterapias que reajustam o posicionamento da patela; uso de condroprotetores – fármacos de via oral que visam melhorar a sustentação da cartilagem –, hialuronato de sódio (substância que age como lubrificante das articulações), e viscossuplementação, que é um tipo de tratamento que garante a lubrificação da articulação da região afetada e promove a melhora da degeneração ou desgaste da cartilagem.

CONFIRA OS 4 PASSOS PARA A CIRURGIA DE PRÓTESE DE JOELHO

CONSULTA

A primeira etapa é a consulta com um médico cirurgião especialista em joelho. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (artrose, lesão de cartilagem, osteonecrose, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma artroplastia total do joelho (prótese do joelho).

INTERNAÇÃO HOSPITALAR:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 2-3 dias, e o paciente recebe alta andando, com apoio parcial do membro operado com auxílio de 2 muletas ou andador. O tempo cirúrgico de prótese de joelho é de aproximadamente 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana, associada à infiltração de medicações dentro do joelho para maior analgesia no pós-operatório imediato. Na maioria dos casos, o paciente fica com um dreno no joelho até a manhã seguinte à cirurgia, para diminuir o hematoma e a dor no pós-operatório imediato. A fisioterapia inicia no hospital, já no 1˚ dia após a cirurgia, para mobilização, treino de marcha e prevenção de trombose.

PRÉ-OPERATÓRIO:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, avaliação com um cardiologista e consulta pré-anestésica. Como na maioria dos casos de prótese do joelho os pacientes têm mais de 55 anos, outras avaliações podem ser necessárias dependendo das condições de saúde de cada paciente (vascular, infectologista, endócrinologista, nefrologista ou outros). Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias, prevenção de trombose (TVP) e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

REABILITAÇÃO PÓS-OPERATÓRIA:

Após a alta hospitalar, a reabilitação com fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à alta, e deve ser realizada por 3 a 4 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas ou do andador, geralmente com 4 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar após 2 a 4 semanas após o procedimento.
O retorno gradativo às atividades físicas leves inicia no 4˚ mês após a cirurgia com trabalho de fortalecimento e alongamento muscular. Geralmente após 6 meses, as atividades físicas habituais de cada paciente são retomadas progressivamente.

Saiba quais os resultados e a durabilidade da artroplastia do joelho

Resultados e durabilidade da artroplastia do joelho

A artroplastia (prótese) do joelho é uma cirurgia que substitui a superfície articular por uma prótese metálica e de polietileno.

Existem basicamente dois tipos de artroplastia do joelho, a total e a parcial (unicompartimental). Na artroplastia total do joelho, toda a superfície articular de carga é trocada. A substituição do componente patelar pode ser necessária em alguns casos. Na artroplastia unicompartimental do joelho, apenas o lado mais afetado da área de carga articular é substituído.�

Atualmente, a durabilidade média de uma artroplastia total do joelho é de 15 a 20 anos e as taxas de complicações são baixas. Estudos dos órgãos de saúde dos EUA mostram que em 2015 foram feitas 1 milhão de próteses de joelho no país, e que em 2030 serão realizadas 3,5 milhões de próteses de joelho.

De acordo com o Dr. Rogério Fuchs – especialista em cirurgia do joelho do Instituto Fuchs, é necessário que todas as etapas do tratamento cirúrgico sejam realizadas da melhor forma possível para a obtenção de resultados satisfatórios.

A indicação correta do procedimento por parte do médico é o primeiro passo. Em seguida uma completa avaliação pré-operatória do estado clínico geral do paciente é fundamental e reduz o risco de complicações. A cirurgia deve ser realizada por equipe bem treinada e capacitada.
A escolha de hospital adequado, com os padrões nacionais e internacionais de qualidade, também contribui para o sucesso da cirurgia.

Seguindo todos estes pré-requisitos a taxa de resultados satisfatórios para o paciente é de 90% a 95%, com grande alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida, que é o principal objetivo do tratamento destes pacientes.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre artroplastia do joelho.

O QUE É ARTROSE

A artrose no joelho é uma alteração degenerativa e inflamatória da articulação que provoca sinais

A artrose no joelho é uma alteração degenerativa e inflamatória da articulação que provoca sinais como:
1. Dor no joelho após esforços e alívio parcial com o repouso. Em uma fase mais avançada, as dores mesmo na cama em repouso podem atrapalhar o sono;
2. Perda do alinhamento da perna progressivo: o joelho “entorta”;
3. Rigidez ao se levantar da cama de manhã ou após longos períodos de repouso. Geralmente, passa após 30 minutos ou quando começam as atividades normais do dia-a-dia;
4. Presença de estalos ao movimento ou “crepitações”;
5. Inchaço e calor: geralmente na fase inflamatória;
6. Sensação de aumento de tamanho do joelho: devido ao crescimento dos ossos (osteófitos) ao redor do joelho;
7. Movimentos mais limitados: especialmente para dobrar e esticar o joelho totalmente;
8. Dificuldade em apoiar o membro inferior afetado;
9. Músculos da coxa mais fracos e mais atrofiados.

Em alguns pacientes é muito comum o acometimento de ambos os joelhos, porém os sintomas podem ser diferentes de um para o outro, e isso geralmente está relacionado ao grau de comprometimento de cada articulação.

Com o passar do tempo e evolução da artrose, as deformidades da articulação e dores vão aumentando, piorando a cada dia a qualidade de vida do paciente.

O tratamento da artrose do joelho pode ser clínico (conservador) ou cirúrgico dependendo do grau de acometimento, idade e atividade do paciente.

No tratamento clínico indicamos fisioterapia, hidroterapia, exercícios de baixo impacto, medicações analgésicas / antiinflamatórias / condroprotetoras e às vezes infiltrações com ácido hialurônico (viscossuplementação).

No tratamento cirúrgico pode ser indicada uma osteotomia (correção do eixo do joelho), artroplastia (prótese) total ou parcial do joelho.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre tratamentos para artrose do joelho.

CONHEÇA QUEIXAS COMUNS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS À PROBLEMAS NO QUADRIL:

1- Dificuldade de calçar sapato : artrose de quadril
2- Dor no quadril para cruzar a perna :impacto femoroacetabular e artrose de quadril.
 
3- Dor no quadril para dirigir em paciente jovem: impacto femoroacetabular e lesão do labrum
 
4- Dificuldade de movimento para cortar a unha do pé: artrose de quadril
 
5- Você deixa de sair de casa por dor no quadril? Parou de praticar atividades físicas porque o quadril dói?
Consulte um especialista em quadril para melhorar sua qualidade de vida.

4 etapas para a Cirurgia de Prótese Total do Quadril

1- Consulta: A primeira etapa é a consulta com um médico cirurgião especialista em quadril. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (artrose do quadril, lesão de cartilagem, osteonecrose, sequelas de problemas da infância, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma artroplastia total do quadril (prótese do quadril).

2- Pré-operatório:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, avaliação com um cardiologista e consulta pré-anestésica. Outras avaliações podem ser necessárias dependendo das condições de saúde de cada paciente (vascular, infectologista, endócrinologista, nefrologista ou outros). Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias, prevenção de trombose (TVP), cuidados para evitar deslocamento (luxação) da prótese, e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avalição com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia, cuidados necessários nos primeiros dias após
a cirurgia, além dos movimentos e posições de risco em uma prótese total do quadril.

3- Internação Hospitalar:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 2 dias, e o paciente recebe alta andando, com apoio parcial do membro operado com auxílio de 2 muletas ou andador. O tempo cirúrgico de uma prótese total do quadril é aproximadamente de 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana, associada à infiltração de medicações dentro do quadril para maior analgesia no pós-operatório imediato. A fisioterapia inicia no hospital, já no 1˚ dia após a cirurgia, para mobilização, treino de marcha e prevenção de trombose.

4- Reabilitação pós-operatória:

Após a alta hospitalar, a reabilitação com fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à alta, e deve ser realizada por 3 a 6 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas ou do andador, geralmente com 4 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar após 2 a 4 semanas após o procedimento.
O retorno gradativo às atividades físicas leves inicia no 4˚ mês após a cirurgia com trabalho de fortalecimento e alongamento muscular. Geralmente após 6 meses, as atividades físicas habituais de cada paciente são retomadas progressivamente.

CONFIRA OS 5 PASSOS NECESSÁRIOS PARA A CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR (LCA)

1- Consulta: A primeira etapa é a consulta com um médico cirurgião especialista em joelho. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (lesão do LCA, meniscos, cartilagem, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma cirurgia para reconstrução do LCA.

2- Pré-operatório:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, eletrocardiograma e consulta pré-anestésica. Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

3- Internação Hospitalar:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 1 dia, e o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento. O tempo cirúrgico de uma reconstrução do LCA por artroscopia é de 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana associada à infiltração de medicações dentro do joelho para maior analgesia no pós-operatório imediato. Dependendo da técnica e do tipo de enxerto escolhido, o paciente pode ficar com um dreno no joelho até a manhã seguinte à cirurgia.

4- Pós-Operatório:
Após a alta hospitalar, o paciente deve usar medicações (analgésicos simples e anti-inflamatórios) por 7 a 10 dias, e compressas de gelo 4x/dia por 2 semanas. O curativo é realizado diariamente em casa. O paciente recebe alta com apoio liberado (andar) com auxílio de 1 ou 2 muletas por 2 semanas.

5- Reabilitação pós-operatória:
A fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à cirurgia, e deve ser realizada por 4 a 6 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas, geralmente com 2 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar 2 a 3 dias após o procedimento. Atividades laborais com maior exigência física geralmente recomeçam 3 meses após a reconstrução do LCA.
O retorno gradativo às atividades físicas inicia no 4˚ mês após a cirurgia com trabalho de fortalecimento muscular e corrida gradativa progressiva e supervisionada.
Esportes de impacto, futebol e treinos competitivos geralmente iniciam após 6 meses de cirurgia.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre reconstrução do LCA

TIPOS DE PRÓTESE DE QUADRIL

A utilização de um implante (prótese) de qualidade é fundamental para garantir bons resultados e durabilidade aos pacientes que passam por uma artroplastia total de quadril.

Existe no mercado mundial uma infinidade de modelos e fabricantes de próteses, variando desde o tipo de fixação da prótese ao osso, até o tipo de material utilizado nos componentes e nas superfícies de contato onde ocorre o movimento.

Da mesma forma que um quadril natural, a prótese de quadril possui basicamente 2 partes: acetabular e femoral. A fixação ao osso pode ser com cimento ósseo ou não-cimentada, onde os componentes são impactados no osso.

O componente acetabular não-cimentado é composto de uma cúpula metálica e um revestimento interno que pode ser de cerâmica, polietileno ou metal. O acetábulo cimentado é feito totalmente de polietileno.

O componente femoral é composto de duas partes: haste e cabeça femoral. A haste é feita de metal, sendo polida nas hastes cimentadas e de superfície porosa nas não-cimentadas. A cabeça femoral pode ser feita de metal e cerâmica.

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