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PRINCIPAIS PROBLEMAS NO QUADRIL

FOTO LESÃO NO QUADRIL

Hoje vamos falar sobre das causas mais comuns de dor no quadril que, na maioria da população, incluem artrose, bursite, dores musculares e compressão nervosa.
Além desses problemas, os atletas amadores e profissionais podem ter dor no quadril causada por impactos diretos ou indiretos, e síndromes por uso excessivo.
Por isso, é importante prestar atenção quando começar a sentir algum sinal ou sintoma no quadril, e buscar a orientação de um especialista para realizar o tratamento necessário e prevenir uma condição crônica.

CONHEÇA ALGUMAS DAS CAUSAS MAIS COMUNS DE DOR NO QUADRIL:

ESTIRAMENTO E LESÕES MUSCULARES – As dores no quadril e virilha são muitas vezes resultado de um estiramento do músculo adutor ou da origem do quadríceps. Esta lesão aguda do músculo é semelhante a outros locais do corpo, e quando a musculatura é forçada para além dos seus limites, pode ocorrer uma estiramento, lesão parcial ou total.

BURSITE TROCANTÉRICA – A inflamação da bursa ( bolsa de líquido que protege os tendões) sobre a parte lateral do quadril (trocânter do fêmur) é chamada de bursite trocantérica, e pode causar dor com o movimento e dor para deitar de lado sobre o quadril afetado. O tratamento é na maioria das vezes eficaz, mas quando não tratada corretamente, pode se tornar um problema crônico e persistente.

FRATURA POR ESTRESSE – São geralmente diagnosticadas nos corredores de longa distância, e muito mais comum em mulheres do que em homens. Estas lesões são geralmente vistas em atletas que praticam atividades de impacto de longa duração, excesso de treinos, normalmente estão associadas com alterações nutricionais ou endocrinológicas. É causada pelo micro-trauma repetitivo no osso ao longo da atividade física.

IMPACTO FEMOROACETABULAR – E causado por uma alteração óssea no fêmur e/ou acetábulo , onde ocorre um contato anormal ( impacto ) entre esses ossos durante os movimentos do quadril. Geralmente está relacionado às atividades com flexão e rotação do quadril. Pode causar lesão do labrum e da cartilagem, e consequentemente artrose do quadril.

LESÃO DO LABRUM – O labrum do quadril é uma válvula de tecido fibrocartilaginoso que circula a borda da articulação do quadril. Ele mantém a vedação/selo do quadril e aumenta a estabilidade da articulação. Quando a lesão labral acontece, ocorre a perda da vedação articular e uma parte deste tecido pode se soltar na articulação, causando dor ou estalos articulares, podendo levar a artrose no futuro.

HÉRNIAS- São defeitos na parede abdominal e podem causar do na região da virilha. A hérnia inguinal é a mais frequente. Geralmente causam nas atividades esportivas, ou em atividades do dia-a-dia, como levantar da cama e espirrar. Quando relacionadas ao esporte, geralmente acontecem em atividades que requerem esforço repetitivo com mudança de direção e explosão muscular.

PUBALGIA – É um desequilíbrio funcional da musculatura do reto abdominal e adutores. É uma lesão relacionada ao esforço repetitivo na região da sínfise púbica, que causa dor na região inferior do abdome, ou na origem da musculatura adutora, muito comum em atletas. O exame clínico e os exames complementares permitem fazer o diagnóstico preciso da causa da pubalgia, avaliar a qualidade dos tendões, e avaliar o grau de edema ósseo na sínfese púbica. É importante fazer o diagnóstico diferencial e associação com as hérnias inguinais, lesão muscular, alterações ginecológicas / urológicas, impacto femoroacetabular e osteonecrose do quadril.

INSTABILIDADE: diagnóstico pouco frequente, geralmente feito em mulheres com frouxidão ligamentar global e hipermobilidade das articulações. Pode causar dor pela subluxação da cabeça femoral.

ARTROSE DO QUADRIL – A alteração degenerativa da cartilagem do quadril (desgaste) é muito comum nos idosos, e é chamada de coxartrose primária. Pacientes mais jovens podem ter artrose secundária a fatores preexistentes que causam a degeneração articular precoce. As doenças da infância como a displasia do quadril e o Perthes, o impacto femoroacetabular e a lesão do labrum, e a osteonecrose do quadril são as principais causa de coxartrose secundária do quadril. A artrose do quadril é uma das causas mais comuns de dor crônica no quadril , tanto nos atletas, quanto em pessoas sedentárias.

VOCÊ SABIA QUE A DOR NA LOMBAR PODE SER UM PROBLEMA NO QUADRIL?

dor na lombra e quadril

A lombalgia é o sintoma de dor mais comum no mundo. Mais de 90% das pessoas irão ter dor lombar algum dia na vida.
Geralmente a causa desse sintoma é uma sobrecarga mecânica nos músculos paravertebrais, que não estão suportando a exigência do dia-dia.

Porém, em muitos casos, o problema não esta diretamente na coluna, e sim no quadril.

​Pacientes com artrose do quadril ou com impacto femoroacetabular apresentam perda de rotação do quadril.

Nestes casos, para realizar os movimentos necessários do dia-dia e durante as atividades esportivas, a coluna lombar precisa trabalhar mais para compensar essa falta de mobilidade do quadril, e acaba sendo sobrecarregada. Pacientes com perda de rotação interna do quadril tem 5 a 6 vezes mais risco de lesão nos discos da coluna lombar.

Como evitar lesões nos joelhos e quadril durante os treinos em escada

escada 4

 

Subir e descer escadas sempre foi um exercício físico recomendado para quem quer perder peso. No entanto, esta prática se tornou uma febre nas academias e no meio fitness, devido aos seus resultados eficientes para queimar calorias, melhorar a condição cardiovascular e endurecer as pernas e glúteos.

Algumas corridas em escada tornaram-se muito famosas. Uma delas é a Empire State Building, em Nova York, em que os corredores têm que subir 86 andares com quase 1.600 degraus.

No entanto, não é preciso ser um conhecedor de corrida em escada para saber que todo o cuidado é pouco neste tipo de treinamento para evitar lesões nos joelhos e quadril.

Os médicos do Instituto Fuchs, Dr. Rogério Fuchs e Thiago Fuchs – especialistas em cirurgia do joelho e do quadril – explicam que o exercício em escada pode ser indicado para qualquer tipo de pessoa, desde que não sinta dores ao realizá-los.

“O treino de escada trabalha intensamente os músculos dos membros inferiores e o preparo cardiovascular e por isso está cada dia mais presente nas academias, nos treinos funcionais e de cross-fit. No entanto, a prática deve ser orientada por um profissional que fará o planejamento do treino, orientará a intensidade e a técnica apropriada do exercício, evitando qualquer tipo de lesão”, ressaltou o especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs.

Segundo ele, durante o treino de escada é muito importante observar a amplitude do movimento realizado para não prejudicar o quadril. “Degraus muito altos ou passadas duplas, envolvendo dois degraus por vez, podem sobrecarregar a articulação e causar lesões”, ressalta Thiago Fuchs.

Subir escadas não é um esporte, mas pode ser considerado um exercício aeróbico muito bom para queimar gordura e para fortalecer a musculatura das pernas. Além disso, subir escadas é um exercício democrático, pois qualquer pessoa pode fazer. Basta substituir o elevador pelas escadas, tanto para subir quanto para descer.

Contraindicações O ortopedista Rogério Fuchs, especialista em cirurgia do joelho, faz um alerta para as pessoas que já apresentam algum tipo de problema nos joelhos.

“Pessoas que têm problemas nos joelhos, especialmente na região da patela, devem evitar este tipo de atividade física, pois ela pode exacerbar a complicação, causando mais dor e inflamação articular”, recomenda Rogério Fuchs.

O ortopedista explica que o problema no joelho ocorre principalmente na descida da escada, pois nesta situação existe a contração natural do músculo quadríceps (anterior da coxa), que leva a maior pressão na articulação femoropatelar.

“Esta maior pressão feita de modo repetitivo pode levar a dor, gerar incômodo e até mesmo limitação para atividades físicas diárias. Com o passar do tempo pode chegar até haver desgaste da cartilagem da patela, situação irreversível”, pondera Fuchs.

 

Prevenção – Para realizar treinos de escada de forma segura e evitar qualquer tipo de lesão e até mesmo intensificar um problema pré-existente nos joelhos e quadril, o ideal é fazer, paralelamente, um treinamento de fortalecimento e alongamento muscular.

“O ideal é iniciar o treino de escada com cargas menores, ou seja, poucos degraus e menos tempo e aumentar progressivamente a intensidade. Assim, é possível obter os resultados positivos deste exercício de forma segura e saudável”, finalizou Thiago Fuchs.

 

 

Dia do Atleta Profissional

atleta profissioal editadoOs atletas profissionais trabalham com o corpo e treinam diariamente com muita intensidade. São profissionais que estão sempre em busca de resultados, superação e saúde.

Por este motivo eles devem ter uma vida super regrada, cuidar da parte física, nutricional e mental.

Todo esse trabalho busca melhorar o desempenho e evitar qualquer tipo de lesão como, por exemplo, no JOELHO e no QUADRIL, que podem afetar o seu rendimento ou afastá-los dos treinos e competições.

O Instituto Fuchs – que também atua no cuidado de atletas profissionais – parabeniza esses esportistas pelo seu dia.

Cirurgia de artroplastia ( prótese ) total do joelho

Equipe do Instituto Fuchs em ação : Dr.Rogerio Fuchs e Dr.Thiago Fuchs – juntamente com as instrumentadoras Débora e Joelma – iniciando uma artroplastia total do joelho, no Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba.

A artroplastia do joelho é uma cirurgia que substitui a superfície articular por uma prótese metálica e de polietileno.

Esta cirurgia é geralmente indicada em pacientes acima de 60 anos, nos casos mais avançados de artrose do joelho, com dor e limitação nas atividades da vida diária. Em casos especiais também podem ser realizadas em pacientes mais jovens (abaixo dos 60 anos).

Existe basicamente dois tipos de artroplastia do joelho, a total e a unicompartimental. Na artroplastia total do joelho, toda a superfície articular femorotibial é trocada. Na artropalstia unicompartimental do joelho, apenas o lado afetado da articulação é substituído.
A taxa de bom resultado é de aproximadamente 90% a 95% dos casos e a durabilidade média de uma artroplastia total do joelho é de 15 a 20 anos.

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equipe instituto Fuchs

Alongamento depois da musculação pode favorecer a incidência de lesões

Hoje trazemos algumas alongamento pós corrida

Você sabia que após a musculação os músculos ficam um pouco tensionados e forçá-los pode causar problemas no desempenho e aumentar o risco de lesões?

Por isso, é bom PEGAR LEVE nos alongamentos pós-treino. Alongue apenas para induzir o corpo ao relaxamento e não exija muito da flexibilidade.

Ao realizar um ALONGAMENTO após o treino, a pessoa/atleta está “esticando” uma musculatura repleta de micro-rupturas das fibras musculares, o que poderá aumentar ainda mais o tamanho da lesão e comprometer sua cicatrização.

Imagine o que acontece se você pega e estica uma meia calça. Não precisa ser mulher para saber que o desfiado aumenta de tamanho. O mesmo acontece com a sua MUSCULATURA.

Nosso corpo pode lidar com as micro-lesões causadas pelo trabalho de hipertrofia muscular, pois está preparado para isso. Porém, muitas vezes não consegue dar conta do recado quando promovemos um estiramento ou alongamento excessivo das micro-rupturas.

Além disso, alongar a musculatura quando ela está extremamente aquecida pode ser perigoso, uma vez que a sua tolerância para dor pode estar alterada graças à liberação de endorfinas, aumento de circulação sanguínea, aumento da mobilidade articular e diminuição da tensão muscular.

O músculo está fadigado e, com isso, aumenta o risco de “passar dos limites” do alongamento sem sentir dor.
Então, pode ficar tranquilo, porque não há necessidade biológica de alongar excessivamente depois do treino de musculação.

 

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Fratura do quadril no idoso

Fratura do quadril no idoso

 Você sabia que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050?

Os dados foram divulgados pelo órgão denominado International Osteoporosis Foundation (Fundação Internacional de Osteoporose), que analisou 14 países de toda a América Latina.

O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

O cirurgião especialista em quadril, Thiago Fuchs, do Instituto Fuchs explica que os traumas de alta energia, como os acidentes de carro/moto, são as principais causas das fraturas do quadril nos pacientes jovens. Nos idosos, as quedas de mesmo nível são a principal causa.

“Por isso, é muito importante a PREVENÇÃO DE QUEDAS no idoso, além do tratamento clínico com atividade físicas, alimentação adequada e controle da osteoporose”, ressalta Thiago.

Quando a fratura do quadril acontece, geralmente o tratamento é cirúrgico, para fixação da fratura. Em alguns casos é necessária a realização da artroplastia (prótese) do quadril. O tratamento cirúrgico dever ser realizado o mais precoce possível, para evitar complicações cardiopulmonares nos idosos  e permitir que o paciente ande o mais cedo possível.

Fratura do quadril no idoso

Fratura do quadril no idoso

Controle da dor no pós-operatório da Artroplastia Total do Joelho.

A artroplastia total do joelho (prótese), que é realizada em pacientes com artrose causada por doenças degenerativas ou inflamatórias, apresentou grande evolução nos últimos 30 anos. Melhor qualidade dos materiais e implantes, técnicas cirúrgicas menos invasivas e métodos de fixação da prótese mais adequados demonstram resultados funcionais mais satisfatórios e aumentaram a sobrevida da prótese em longo prazo (acima de 90% em 15 anos).

Na última década houve grande ênfase em relação ao grau de satisfação dos pacientes, e isto está diretamente relacionado com o controle da dor no pós-operatório da cirurgia.

Este controle utiliza protocolos multimodais de manejo da dor, que se baseiam em medidas e medicamentos no pré-operatório, durante a cirurgia através do tipo de anestesia associada à medicamentos injetados na articulação e na ferida operatória, e no pós-operatório, com o uso de diversos medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e medicações de diminuem a sensibilidade a dor. Todos esses protocolos diminuem a dor durante a internação e no pós-operatório, e minimizam o uso de narcóticos / opióides, que frequentemente apresentam efeitos colaterais com desconforto aos pacientes.

A utilização desta abordagem multimodal diminui o tempo permanência no hospital (aproximadamente 2 dias), e facilita a reabilitação na fisioterapia e recuperação geral do paciente.

Referências:
– Multimodal Pain Management after Total Hip and Knee Arthroplasty at the Ranawat Orthopaedic Center / Clin Orthop Relat Res (2009) 467:1418 –1423.
– The 2012 Chitranjan Ranawat Award: Intraarticular Analgesia After TKA Reduces Pain: A Randomized, Double-blinded, Placebo-controlled, Prospective Study  / Clin Orthop Relat Res (2013) 471:64–75.
– Advances in pain management – GAME CHANGERS IN KNEE ARTHROPLASTY/Bone Joint J 2014;96-B(11 Suppl A):7–9.
– Perioperative Management in Total Knee Arthroplasty / Curr Orthop Pract. 2015; 26(3):217-223.

Artroscopia do quadril : idade e sexo influenciam o resultado?

A artroscopia do quadril para o tratamento do impacto femoroacetabular e da lesão do labrum é uma das principais opções de tratamento dentro da Cirurgia Preservadora do quadril.

Os objetivos da preservação do quadril são a melhora dos sintomas atuais e a tentativa de aumentar da durabilidade da articulação, prolongando o tempo de desenvolvimento de alterações degenerativas ( artrose do quadril ) e também a necessidade de uma cirurgia de artroplastia total do quadril.

Vários fatores comprovadamente influenciam o resultado da artroscopia do quadril para o tratamento do impacto femoroacetabular e da lesão do labrum. O tipo de impacto e tamanho da deformidade, o tempo de lesão e dos sintomas, o tipo e intensidade das atividades laborais e esportivas, o tipo e extensão da lesão do labrum e da cartilagem, são fatores que determinam o prognóstico do tratamento.

Atualmente, a idade e o sexo são fatores muito estudados na busca de estabelecer critérios prognósticos do tratamento, e melhorar os resultados da artroscopia do quadril. Nos pacientes com impacto femoroacetabular, os pacientes com idade acima de 45 anos apresentam, após a cirurgia, um resultado funcional final menor quando comparados aos pacientes abaixo de 45 anos. Em relação ao sexo, não existe diferença quando comparamos pacientes masculinos e femininos da mesma faixa etária após tratamento. Porém, as mulheres com mais de 45 anos são os pacientes que apresentam o menor score funcional final após a cirurgia, provavelmente porque este grupo apresenta maiores alterações degenerativas nos exames radiológicos e maior grau de lesão de cartilagem durante a cirurgia.

É muito importante fazer uma avaliação detalhada do caso, com exame clínico e exames de imagem específicos, para realizar o tratamento ideal para cada paciente.

 

Artigo complementar:

Outcomes for hip arthroscopy according to sex and age. J Bone Joint Surg Am. 2016;98:797-804

Ácido Hialurônico e Viscossuplementação no Joelho

O Ácido Hialurônico é um componente da cartilagem e funciona como um “lubrificante” da articulação, pois aumenta a viscosidade do líquido sinovial e melhora a nutrição da cartilagem. A viscossuplementação é muito utilizada em pacientes com lesão de cartilagem ou artrose leve/moderada no joelho, como uma forma de tratamento para preservação da articulação, na tentativa de prolongar a sobrevida e diminuir a velocidade de progressão do desgaste. O ácido hialurônico também pode ser usado como tratamento biológico complementar à artroscopia do joelho nas lesões de cartilagem, ou como medida paliativa na tentativa de adiar uma artroplastia total do joelho nos pacientes jovens.

 

 

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