Temas Atuais

O CIGARRO NA RECUPERAÇÃO DA ARTROPLASTIA DO QUADRIL

 

O risco de complicações em uma cirurgia de artroplastia total de quadril é até três vezes maior em pacientes fumantes.
É o que diz um artigo publicado na revista científica Plos One. Segundo a pesquisa, os principais problemas que podem aparecer são: infecção e soltura dos implantes a longo prazo, que podem até mesmo levar à necessidade de nova intervenção cirúrgica.
Segundo este artigo, o risco de luxação e o período de internação pós-cirúrgico não são afetados pelo consumo do cigarro.
Se você fuma e precisa realizar uma cirurgia de prótese total de quadril, este pode ser um bom incentivo para abandonar o vício.

A aproximação do verão e os cuidados com os joelhos

Com a estação mais quente do ano chegando, é inevitável o aumento do número de pessoas nas academias. Mas essa preocupação repentina de entrar em forma pode causar lesões aos joelhos; portanto é importante tomar alguns cuidados.
– Buscar acompanhamento profissional;
– Não sobrecarregar os joelhos com cargas elevadas;
– Ter cuidados com a postura e com a execução dos movimentos, pois movimentos errados podem causar lesão dos meniscos e da cartilagem e ainda sobrecarga nos ligamentos e tendões. Um agachamento mal feito pode causar até mesmo uma ruptura no menisco;
– Respeitar os intervalos estabelecidos durante e entre os dias de treino para evitar o overtraining e lesões;
– Fortalecer os músculos da região posterior da coxa é importante para dar equilíbrio à articulação. A falta de equilíbrio pode levar todo o peso para as articulações, sobrecarregando a cartilagem e os ligamentos.
Contar com um orientador físico bem preparado e consciente é fundamental, pois ele saberá compor um plano de treino que varie os exercícios e recrute diferentes grupos musculares. Acima de tudo, convém lembrar que as mudanças no corpo não aparecem da noite para o dia e requerem esforço e paciência. Exagerar na dose pode ter o efeito contrário, afastando o praticante das atividades físicas por um bom tempo.

Displasia no quadril no adulto

 

A displasia do desenvolvimento do quadril ou luxação congênita, é um problema de falta de cobertura óssea acetabular ( parte da bacia ) sobre a cabeça do fêmur (osso da coxa).
Este problema é a principal causa de artrose do quadril em pacientes abaixo de 60 anos, e umas das principais indicações de uma prótese total do quadril.
Quando diagnosticada em crianças e adolescentes, exitem tratamentos específicos para tentar restabelecer essa anatomia e congruência da articulação do quadril.
Em adultos jovens ( menos de 40 anos ), dependendo do grau de deformidade, lesão de cartilagem e sintomas, o tratamento pode ser uma osteotomia periacetabular associada ou não à artroscopia do quadril para restabelecer a cobertura acetabular e tratar alguns problemas intra-articulares.
Nos pacientes de mais idade ou com desgaste mais avançado, o tratamento geralmente é uma artroplastia total do quadril.

Movimentos corretos no ballet ajudam a prevenir lesões do quadril

Lesões de quadril não são exclusividade dos tenistas. No delicado mundo do ballet, o quadril é uma das articulações constantemente requisitadas, que somado ao rigor dos ensaios pode levar a lesões.
Um dos principais movimentos do ballet é o movimento de rotação lateral (para fora) do quadril, e requer grande amplitude articular, aliada a um alto grau de força muscular e controle do movimento.
Quando a amplitude máxima desejada não é atingida durante o movimento podem ocorrer compensações na coluna, joelho e tornozelo como forma de alcançar os graus de rotação necessário. Essas compensações trazem sobrecarga e favorecem o surgimento de dores e lesões nos bailarinos.
Conhecer a técnica correta dos movimentos, fazer uma preparação muscular específica, seguir os planos dos ensaios, sempre sob orientação do instrutor, são cuidados muito importantes.
As lesões no quadril mais comuns no ballet são: Lesões do Labrum, Síndrome do Piriforme, Síndrome do Ressalto do Quadril, Impacto Femoroacetabular, Fratura de estresse e Tendinites crônicas.

JOELHO: UM DOS MAIORES ALVOS DE LESÃO NOS SKATISTAS

A pata de ganso – nome que se dá à junção de três tendões localizados na parte interna do joelho – é responsável pela flexão do joelho e por protegê-lo contra o estresse excessivo em rotação e em valgo, quando o skatista coloca o peso do corpo sobre a perna e o joelho gira ou se inclina para dentro, causando uma sobrecarga nos músculos e criando uma região de atrito no joelho.
A tendinite da pata de ganso é um problema que costuma ocorrer com quem anda de skate e um dos sintomas apresentados é a dor na parte interna do joelho. É comum também que essa inflamação surja acompanhada de uma bursite no local e inchaço após a atividade. Os skatistas que apresentam o problema costumam ainda sentir dor ao subir e descer escadas, quando o pé volta a tocar o chão logo após uma manobra com salto e em movimentos de flexão em geral.
O tratamento consiste, primeiramente, em controlar o processo inflamatório e, posteriormente, em detectar e tratar a causa mecânica do problema. Caso contrário, o joelho voltará a produzir movimentos excessivos de rotação e inclinação durante a prática do skate, fazendo reaparecer as lesões.
Um dos motivos que levam ao estresse no joelho é uma musculatura de quadril fraca, pois os músculos de quadril são os principais responsáveis por manter o joelho alinhado durante a execução das manobras. O treinamento de força da região é fundamental tanto para a prevenção quanto para a correção do problema, mas é necessário também um trabalho de propriocepção e adequação do movimento, para que o músculo possa responder com a devida contração, nos momentos em que for recrutrado.
Da mesma forma, uma pisada desalinhada também pode levar a lesões no joelho, sendo necessária a correção por meio de exercícios que fortaleçam os músculos do tornozelo, além de exercícios funcionais que garantam o equilíbrio e a flexibilidade necessários à atividade.

Mitos e verdades: Agachamento profundo pode causar a condromalácia patelar

VERDADE – Uma das partes mais importantes do joelho, a patela, tem sua superfície articular revestida por cartilagem, e é responsável por ajudar nos movimentos de extensão e flexão do joelho. Também é função desta cartilagem promover o amortecimento e absorção de impactos.
No movimento de agachamento profundo (maior que 90 graus) há um grande aumento na pressão sobre a cartilagem, e também aumento da tensão no tendão patelar. Essa força aumenta de acordo com a angulação. Até atingir 90 graus, o risco de ocorrer uma lesão é muito menor. Mas, por ser um movimento repetitivo e realizado com carga, esse exercício pode ocasionar problemas como a condromalácia patelar, que ocorre pelo excesso de pressão entre a cartilagem da tróclea femoral e a cartilagem da patela, levando ao desgaste da cartilagem patelar.
Contudo, é possível realizar o exercício de agachamento de maneira adequada, sem que ocorra sobrecarga nos joelhos. Para isso, porém, é fundamental seguir algumas recomendações, e sobretudo contar com o acompanhamento de um orientador físico.
Acesse o site do Instituto Fuchs e veja dicas e tratamentos sobre o joelho.

 

O método Pilates costuma ser um excelente aliado na recuperação dos pacientes que passaram por uma artroplastia do quadril, pois possui poucas contraindicações, e mesmo estas não impedem a aplicação do método; apenas chamam a atenção para alguns cuidados e enfatizam que ele seja personalizado. Neste casos pós-cirúrgicos, o Pilates está indicado após a fase inicial de cicatrização, e deve ser realizado sob supervisão de um instrutor fisioterapeuta.
Veja alguns benefícios do Pilates no pós-cirúrgico da artroplastia do quadril:
– Compreende exercícios seguros e adaptados às limitações de cada paciente;
– Promove o fortalecimento dos músculos do “centro de força” do corpo (core), que, junto com os músculos do quadril, são os responsáveis pela sustentação do corpo;
– Promove aumento da força, mobilidade e amplitude de movimento da articulação acometida e das adjacentes;
– O tratamento é baseado na técnica cirúrgica adotada, se houve ou não osteotomia trocantérica (o seccionamento do osso), permitindo a evolução de cada paciente dentro das suas condições, e respeitando a reabilitação muscular necessária para cada tipo de abordagem;
– Estimula a circulação sanguínea, o aumento da flexibilidade e o alongamento e relaxamento de músculos encurtados ou tensionados, proporcionando o alívio de dores crônicas.

NOVEMBRO AZUL

No Brasil, mais de 61 mil novos casos de câncer de próstata são diagnosticados todos os anos no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). E, depois do câncer de pele, esse é o tipo de câncer mais incidente entre a população masculina, em todas as regiões do país.

Por essa razão, o Instituto Fuchs se une à Campanha Novembro Azul nesse mês. A única forma de aumentar as chances de cura da doença é a partir do diagnóstico precoce.

Para isso, além de realizar os exames de rotinia necessários, esteja atento aos sintomas do câncer de próstata, como dor na região lombar, dificuldade para urinar, sangue na urina e impotência sexual.

Tenha uma postura preventiva: a partir dos 50 anos, faça consultas médicas anuais, mantenha uma alimentação saudável e atividade física rotineira.

Nesse caso, alguns minutos de cuidados durante o ano irão refletir por toda a vida.

JOELHO: UM DOS MAIORES ALVOS DE LESÃO NOS SKATISTAS

 

A pata de ganso – nome que se dá à junção de três tendões localizados na parte interna do joelho – é responsável pela flexão do joelho e por protegê-lo contra o estresse excessivo em rotação e em valgo, quando o skatista coloca o peso do corpo sobre a perna e o joelho gira ou se inclina para dentro, causando uma sobrecarga nos músculos e criando uma região de atrito no joelho.

A tendinite da pata de ganso é um problema que costuma ocorrer com quem anda de skate e um dos sintomas apresentados é a dor na parte interna do joelho. É comum também que essa inflamação surja acompanhada de uma bursite no local e inchaço após a atividade. Os skatistas que apresentam o problema costumam ainda sentir dor ao subir e descer escadas, quando o pé volta a tocar o chão logo após uma manobra com salto e em movimentos de flexão em geral.

O tratamento consiste, primeiramente, em controlar o processo inflamatório e, posteriormente, em detectar e tratar a causa mecânica do problema. Caso contrário, o joelho voltará a produzir movimentos excessivos de rotação e inclinação durante a prática do skate, fazendo reaparecer as lesões.

Um dos motivos que levam ao estresse no joelho é uma musculatura de quadril fraca, pois os músculos de quadril são os principais responsáveis por manter o joelho alinhado durante a execução das manobras. O treinamento de força da região é  fundamental tanto para a prevenção quanto para a correção do problema, mas é necessário também um trabalho de propriocepção e adequação do movimento, para que o músculo possa responder com a devida contração, nos momentos em que for recrutrado.

Da mesma forma, uma pisada desalinhada também pode levar a lesões no joelho, sendo necessária a correção por meio de exercícios que fortaleçam os músculos do tornozelo, além de exercícios funcionais que garantam o equilíbrio e a flexibilidade necessários à atividade.

CONDROMALÁCIA PATELAR, VOCÊ CONHECE?

 

O termo condromalácia significa “amolecimento da cartilagem”. Isso ocorre por um excesso de pressão entre a cartilagem da tróclea femoral e a cartilagem da patela. A pressão da patela sobre o fêmur pode representar uma força de 5 a 7 vezes o peso do corpo ao subir e descer escadas, por exemplo. Em exercícios como corrida e agachamento, a pressão pode ser ainda maior, podendo levar ao desgaste da cartilagem patelar, que tem justamente a função de amortecimento.
Um dos principais sintomas da condromalácia patelar é a dor no joelho depois de muito tempo sentado, bem como ao levantar e sair do cinema, por isso ficou também conhecida como a “síndrome do cinema”.
Conheça alguns outros sintomas desta doença:
– dor na parte da frente do joelho e estalidos ao se agachar, correr e subir escadas;
– dor ao pisar na embreagem para dirigir;
– inchaço e desconforto ao redor da patela.
O tratamento costuma ser conservador, por meio de exercícios de fortalecimento e alongamento da musculatura da coxa e do quadril. Em alguns casos pode ser indicado o uso de condroprotetores por via oral, ou a viscossuplementação com ácido hialurônico intra-articular. A necessidade de intervenção cirúrgica é muito rara, mas é imprescindível a avaliação de um ortopedista especialista em joelho para que o diagóstico correto e o tratamento adequado sejam realizados.

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