Tratamentos

Displasia no quadril no adulto

A displasia do desenvolvimento do quadril ou luxação congênita,  é um problema  de falta de cobertura óssea acetabular ( parte da bacia ) sobre a cabeça do fêmur (osso da coxa).

Este problema é a principal causa de artrose do quadril em pacientes abaixo de 60 anos, e umas das principais indicações de uma prótese total do quadril.

Quando diagnosticada em crianças e adolescentes, exitem tratamentos específicos para tentar restabelecer essa anatomia e congruência da articulação do quadril.

Em adultos jovens ( menos de 40 anos ), dependendo do grau de deformidade, lesão de cartilagem e sintomas, o tratamento pode ser uma osteotomia periacetabular associada ou não à artroscopia do quadril para restabelecer a cobertura acetabular e tratar alguns problemas intra-articulares.

Nos pacientes de mais idade ou com desgaste mais avançado, o tratamento geralmente é uma artroplastia total do quadril.

Cartilagem recuperada com a viscossuplementação

Bastante conhecido na área da dermatologia, onde é utilizado para fins estéticos, o ácido hialurônico também apresenta resultados significativos no alívio dos sintomas em pacientes com lesão de cartilagem ou com artrose na fase incial.
 
A infiltração de ácido hialurônico intra-articular ou viscossuplementação é um procedimento muito utilizado em pacientes com problemas ortopédicos como uma forma de tratamento não cirúrgico na tentativa de preservação da articulação e alívio dos sintomas.
 
 
A técnica consiste na aplicação de ácido hialurônico na articulação do joelho ou quadril. A medicação irá atuar como um “lubrificante”, auxiliando na absorção do impacto e redução do atrito, diminuição da inflamação articular e melhorando a nutrição da cartilagem. O procedimento é realizado por meio de infiltração, com anestesia local e durabilidade média de 6 meses a 1 ano.
 
É um procedimento bastante simples, que alivia significativamente a dor, apresenta baixa incidência de efeitos adversos e que não requer o afastamento do paciente de suas atividades.

OSTEONECROSE DO QUADRIL

 

A osteonecrose também é conhecida como necrose avascular e necrose asséptica. Ela ocorre devido à má circulação sanguínea dentro do osso, que leva ao infarto ósseo que causa dor no local, podendo causar deformidades e artrose no futuro. Além do quadril, a osteonecrose também pode afetar outras áreas, como joelhos, ombros e maxilar.
No quadril, a dor aparece quando a falta de sangue na cabeça do fêmur já está causando morte das células ósseas, e o paciente passa a apresentar dor na virilha, coxas e glúteos e também dor ao caminhar.
A doença – que geralmente está relacionada ao uso de corticóides, consumo de álcool em excesso, ruptura de vasos sanguíneos, doenças na medula óssea e traumas – pode ser diagnosticada por meio de exames de raio-x e ressonância magnética.
No quadril, o tratamento inicial se faz com a restrição de impactos na região afetada e medicamentos para dor. Pode haver, ainda, a indicação de uma descompressão do osso em questão, com o objetivo de restabelecer o fluxo sanguíneo local, diminuir a área lesionada e também a dor. Caso essas opções não apresentem uma boa evolução ou quando o diagnóstico é feito nas fases mais avançadas da doença, é indicada a cirurgia para substituição articular, a prótese total do quadril

RECUPERAÇÃO DE ARTROPLASTIA DE QUADRIL

A reabilitação e adaptação do paciente à prótese total do quadril é um processo que acontece progressivamente e depende da educação do paciente e equipe de reabilitação.

Quando é realizada técnica cirúrgica adequada e implantes de alta qualidade, a prótese deve apresentar grande durabilidade. É possível voltar a uma rotina normal de vida, inclusive, com a prática de exercícios físicos.

Com o passar dos anos, houve uma grande evolução dos materiais utilizados nas artroplastias de quadril. O objetivo foi, sobretudo, aumentar a resistência ao desgaste. De um modo geral, a escolha do melhor tipo de prótese deve sempre levar em consideração as características individuais de cada paciente (idade, anatomia, nível de atividade física).

Tudo isso é analisado previamente e decidido na etapa de planejamento da cirurgia.

O tempo de recuperação após a cirurgia também depende de fatores próprios de cada caso (idade, grau de artrose e restrição de movimento, qualidade óssea e muscular). Em paciente jovens, com boa qualidade óssea e muscular, sem grandes deformidades no quadril, o tempo médio para retorno as atividades de vida normal são 3 meses.

Já nos casos mais graves, este tempo pode chegar até 1 ano. Geralmente, após 6 meses da cirurgia, os pacientes iniciam atividades físicas gradativamente.

CUIDADOS COM A DOR NA CIRURGIA DE PRÓTESE TOTAL DO JOELHO

A artroplastia total do joelho (ATJ) é uma cirurgia para tratamento de artrose do joelho com a finalidade de melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O controle da dor na ATJ atualmente é feito desde a fase pré-operatória até algumas semanas após a cirurgia. Antes do procedimento, geralmente 2 dias, são iniciados medicamentos para reduzir os sintomas, diminuir o processo inflamatório e realizar uma dessensibilização nervosa.

Para a cirurgia é realizada uma anestesia, geralmente tipo raquidiana, e infiltração local de medicamentos para controle da dor durante o internamento, que normalmente é de 2-3 dias. No período da internação hospitalar o paciente recebe medicações endovenosas de horário e também medicações de resgate no caso de dor residual.

Após a alta hospitalar são prescritas medicações via oral para controle da dor e do processo inflamatório por 2 semanas.
Fisioterapia precoce, a partir do 1˚ dia pós cirúrgico, e compressas de gelo são medidas muito importantes no manejo da dor.

Todo procedimento cirúrgico pode causar dor, já que este sintoma é uma resposta normal do corpo. Com o uso de todas essas medidas de controle de dor, o pós-operatório de uma cirurgia de artroplastia total do joelho deve ser bem tolerado pelo paciente, trazendo um resultado satisfatório.

Prótese de quadril elimina a dor e devolve qualidade de vida ao idoso

 

Homens e mulheres que já passaram dos 60 anos podem encontrar dificuldades para realizar atividades corriqueiras como subir ou descer escadas, agachar, cruzar as pernas em função de dores no quadril.

Esta situação pode se agravar ainda mais nos casos em que o paciente tem osteoporose – doença caracterizada pela diminuição gradual da densidade óssea – por aumentar o risco de fraturas.

Nos casos de fratura ou quando a dor é muito intensa e compromete as atividades e a qualidade de vida do paciente, a prótese de quadril (artroplastia) pode ser a alternativa mais adequada. Na artroplastia do quadril, a articulação doente é substituída por uma prótese.

Esse procedimento restaura a mobilidade e a função do quadril, além de eliminar a dor na região, devolvendo a qualidade de vida ao paciente.

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CURSO E TREINAMENTO EM ARTROSCOPIA DO QUADRIL

 

O Dr. Thiago Fuchs, cirurgião especialista em quadril do Instituto Fuchs, promoveu no último final de semana (04 e 05 de agosto), em Curitiba, um Curso e Treinamento em Artroscopia do Quadril.

Médicos de Belo Horizonte, Blumenau, Apucarana e Curitiba participaram de aulas teóricas e técnicas de artroscopia do quadril, tratamento do impacto femoroacetabular e lesão do labrum.
Cirurgias ao vivo também foram realizadas no Hospital Marcelino Champagnat em Curitiba. O curso tem o apoio da L&G medical e hospital Marcelino.

 

Reconstrução do LCA com enxerto de banco

 

A cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) pode ser realizada com o uso de um enxerto de banco de tecidos. Existem diversos bancos de tecidos músculo esqueléticos no Brasil, todos regulamentados pelas normas de transplante músculo-esquelético.

As vantagens do enxerto de banco são referentes a menor agressão ao joelho operado devido não ser necessária a retirada do enxerto local. Observamos menor dor e processo inflamatório nas fases iniciais da recuperação, e não há a cicatriz referente a retirada do enxerto.

É importante saber que o enxerto de banco leva um tempo maior para incorporação ao osso, portanto o retorno às atividades físicas é liberado com 8 a 10 meses de pós-operatório. Geralmente nos casos com enxerto autólogo este tempo é de 6 meses em média.

PUBALGIA CRÔNICA NUNCA MELHORA?

 

Muitos pacientes se queixam de dor na região da virilha (pubalgia) e que esta dor nunca melhora, apesar do tratamento com medicações e fisioterapia e da parada das atividades físicas.

É muito importante lembrar que nem todos os casos de pubalgia são causados por um desequilíbrio funcional muscular entre o reto abdominal e os adutores.

Muitos vezes o problema não é ortopédico, mas pode ser ginecológico, urológico ou abdominal. A hérnia inguinal é uma causa muito comum de pubalgia crônica sem melhora com tratamento com medicação e fisioterapia.

O impacto femoroacetabular (IFA) é uma importante causa pubalgia, quando a sínfese púbica precisa compensar a falta de rotação do quadril.

Portanto, nos casos de dor crônica na região da virilha e do púbis, deve ser realizada uma avaliação completa do paciente para definir a causa real do sintoma, e fazer o tratamento necessário específico para cada caso.

DOR NA LOMBAR PODE SER PROBLEMA NO QUADRIL

Você sabia que a lombalgia é o sintoma de dor mais comum no mundo?

É isso mesmo. Mais de 90% das pessoas terão dor lombar algum dia na vida.
Geralmente a causa desse sintomas é uma sobrecarga mecânica nos músculos paravertebrais, que não estão suportando a exigência do dia-dia.

Porém, em muitos casos, o problema não está diretamente na coluna, e sim, no quadril.

Pacientes com artrose do quadril ou com impacto femoroacetabular apresentam perda de rotação do quadril.
Nestes casos, para realizar os movimentos necessários do dia-dia e durante as atividades esportivas, a coluna lombar precisa trabalhar mais para compensar essa falta de mobilidade do quadril, e acaba sendo sobrecarregada.

Pacientes com perda de rotação interna do quadril tem 5 a 6 vezes mais risco de lesão nos discos da coluna lombar.

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