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COMO OS NOSSOS PAIS

O Jornal GAZETA DO POVO publicou neste final de semana, reportagem com o Dr. Thiago Fuchs e Rogério Fuchs, no GUIA DE GRADUAÇÃO.

Confiram:

No dia Nacional da Saúde especialista alerta sobre dor no quadril do jovem

 

Na data em que é comemorado o Dia Nacional da Saúde (05 de agosto) o Instituto Fuchs alerta para um problema que atinge 5% da população: dor no quadril.

Uma das razões para dores no quadril do jovem é a lesão numa estrutura chamada lábio (ou labrum) do acetábulo. Essa patologia leva a queixas principalmente na região da virilha e profunda do quadril, e muitas vezes limita a pessoa em suas atividades, especialmente na prática esportiva.

Alguns pacientes com lesão do labrum apresentam estalos ou clicks no quadril, e às vezes, sensação de deslocamento.

O labrum – estrutura fibrocartilaginosa que funciona como uma válvula no quadril é responsável por promover um melhor encaixe entre os ossos que compõem essa articulação (cabeça do fêmur e acetábulo).

“O labrum é fundamental para o movimento saudável. Suas principais funções são a vedação da articulação, aumento da estabilidade do quadril, lubrificação e absorção de impacto”, explica o ortopedista e especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs.

Segundo ele, a lesão do labrum pode ser considerada como um fator de risco para degeneração do quadril. “As lesões do labrum são reconhecidas como uma fonte de dor e desconforto no quadril no esporte”, completa Thiago.

Ele explica que se o labrum estiver danificado, o estresse entre os ossos do quadril aumenta consideravelmente, com dados mostrando uma piora na sobrecarga em até 92%. Tal estresse pode, a longo prazo, provocar um desgaste mais grave na articulação, levando à artrose.

 

TIPOS DE LESÃO – Existem dois tipos de lesão do labrum no quadril: degenerativa e traumática. A degenerativa é uma lesão crônica que ocorre como resultado de uso e atividade repetitiva. “É o tipo de lesão mais frequente e quase sempre está relacionada ao impacto femoroacetabular”, comenta Thiago.

 

Uma lesão traumática é geralmente aguda, resultado de uma lesão esportiva, queda ou acidente. Está associada com manobras bruscas de torção, comum no tênis e futebol, que causam dor imediata no quadril.

 

TRATAMENTO – As estatísticas mostram que 95% das pessoas que sofreram lesão do labrum relacionada ao impacto femoroacetabular conseguem retornar às suas atividades esportivas após o tratamento adequado.

De acordo com o cirurgião do quadril, Dr. Thiago Fuchs, do Instituto Fuchs, pacientes que apresentam dores no quadril devem procurar um especialista. “Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, melhor será o prognóstico”, alertou Thiago.

O tratamento para essa lesão começa com um diagnóstico clínico preciso e exames de imagem específicos. A partir dessas informações será decidida a necessidade de uma cirurgia para reparar o lábio lesionado e tratar a causa do problema, geralmente o impacto femoroacetabular. “O tratamento do impacto femoroacetabular com lesão do labrum, sintomático, nos pacientes jovens é cirúrgico na maioria dos casos”, explica Thiago Fuchs.

Entre as possibilidades de tratamento cirúrgico, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril está a artroscopia, técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações. No procedimento uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação por pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

Nos casos de tratamento conservador, e também após a cirurgia, a reabilitação com fisioterapia é muito importante para melhorar o movimento do quadril, estabilizar a articulação, fortalecer a musculatura, diminuir o estresse na região e permitir o retorno do paciente ao esporte.

 

CASO DE SUCESSO – O empresário Bruno Bewalski, de 31 anos, sentia fortes dores no quadril que passaram a limitar a prática de esportes. Após passar por uma artroscopia de quadril, realizada pelo Dr.Thiago Fuchs há cerca de dois anos, a sua rotina mudou completamente. “Hoje não tenho mais nenhuma limitação. Após a recuperação da cirurgia e reabilitação com fisioterapia voltei a surfar e estou super bem”, conta Bruno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Praticantes de vôlei devem redobrar os cuidados com joelho e quadril

 

O Brasil, e em especial Curitiba, está novamente sediando um grande evento esportivo que atrai os olhares de todo o mundo, com a disputa da fase final da Liga Mundial de Vôlei Masculino, que começou na última terça-feira (4), na Arena da Baixada, e prossegue até sábado (8). Atletas profissionais e amadores de voleibol, porém, precisam redobrar alguns cuidados para evitar lesões decorrentes do esporte e que atingem principalmente as regiões do quadril e do joelho.

O ortopedista Thiago Fuchs, especialista em cirurgia do quadril, do Instituto Fuchs, explica que durante uma partida de vôlei, existem dois momentos em que o atleta está “mais vulnerável” a esses problemas: na hora da impulsão para saltar e depois, no movimento contrário, de aterrissagem.

Na primeira situação, de impulsão, o ortopedista explica que ocorre uma grande contração da musculatura para impulsionar o esportista a saltar. Posteriormente, na hora da aterrissagem, os músculos precisam amortecer o impacto do corpo com o solo. “O quadril pode sofrer lesões em qualquer uma dessas fases. Já com os joelhos, as lesões são mais frequentes no momento de aterrissagem, na hora do impacto do corpo com o solo”, comenta Thiago.

Para o ortopedista e cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs, os atletas de finais de semana não precisam abrir mão dessa atividade por medo de se machucar. “A atividade física está diretamente ligada à saúde física e emocional e nisso estão inclusos esse tipo de passatempo. Só que as atividades que não são praticadas com regularidade precisam de ainda mais cuidado e orientação para evitar danos ao organismo como um todo. Ter uma musculatura fortalecida e alongada, realizar os movimentos seguindo as técnicas corretas e com orientação profissional, de preferência, podem evitar lesões por sobrecarga nas articulações”, salienta o médico.

Instituto Fuchs promove Curso sobre Artroscopia do Quadril

 

O Dr. Thiago Fuchs, ortopedista especializado em cirurgia do quadril, promove nesta sexta-feira e sábado (02 e 03 de junho), em Curitiba, o Curso e Treinamento em Artroscopia do Quadril, realizado juntamente com a Tecnomedical, fornecedora dos materiais Smith&Nephew.

A primeira parte do curso, inclui aulas teóricas sobre diagnóstico de impacto femoroacetabular, técnicas e dicas sobre artroscopia do quadril, demonstração de instrumentais e treinamento em modelos sintéticos.

      

Já a parte prática do curso será realizada neste sábado (03), no Hospital Marcelino Champagnat, aonde os participantes assistirão duas cirurgias, ao vivo, de artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular e lesão do labrum.

Segundo Thiago Fuchs, a escolha do Hospital Marcelino Champagnat para as aulas práticas em artroscopia do quadril se deve à qualidade e segurança do Hospital, que possui certificação internacional e equipamentos de ponta.

“Além disso, o Marcelino Champagnat possui uma equipe especializada e bem treinada para prestarmos o melhor serviço ao paciente, e também repassar conhecimento técnico com qualidade”, resume Thiago Fuchs.

Participaram do curso de artroscopia do quadril médicos que estão fazendo especialização em cirurgia do quadril e ortopedistas e cirurgiões de quadril de Brasília, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazonas que buscam aprimorar o conhecimento sobre a artroscopia do quadril – técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações.

 

O QUE É – A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril.

No procedimento de artroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação através de pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs – um dos fundadores do Instituto Fuchs, referência neste tipo de procedimento – explica que há muitos anos a videoartroscopia é utilizada para tratamento de lesões articulares, como no joelho e ombro.

“A artroscopia do quadril está em evolução constante e o seu uso cresce mundialmente, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e da lesão do labrum”, completa Thiago.

Segundo ele, outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinites, lesões de cartilagem, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia.

A recuperação inicial de uma artroscopia do quadril geralmente dura 3 meses, e após esse período é necessário um trabalho de reforço muscular e treinos específicos para atividades físicas.

A taxa de retorno ao esporte após a artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular é de aproximadamente 95%.

Instituto Fuchs promove curso de Artroscopia do Quadril

O Dr. Thiago Fuchs, ortopedista especializado em cirurgia do quadril, promoveu nesta sexta-feira e sábado (12 e 13 de maio), em Curitiba, o 1º Curso e Treinamento em Artroscopia do Quadril da linha Linvatec/ Conmed, desenvolvido pela L&G Materiais Cirúrgicos com a participação do Instituto Fuchs.

A primeira parte do curso, incluiu as aulas teóricas sobre diagnóstico de impacto femoroacetabular, técnicas e dicas sobre artroscopia do quadril e demonstração de instrumentais.

Já a parte prática do curso foi realizada neste sábado (13), no Hospital Marcelino Champagnat, aonde os participantes do curso assistiram duas cirurgias de artroscopia do quadril ao vivo.

Segundo Thiago Fuchs, a escolha do Hospital Marcelino Champagnat para as aulas práticas em artroscopia do quadril se deve à qualidade e segurança do Hospital, que possui certificação internacional e equipamentos de ponta.

“Além disso, o Marcelino Chapagnat possui uma equipe especializada e bem treinada para prestarmos o melhor serviço ao paciente, e também repassar conhecimento técnico com qualidade”, resume Thiago Fuchs.

Participaram do curso de artroscopia do quadril médicos que estão fazendo especialização em cirurgia do quadril e cirurgiões de quadril de outros estados que buscam aprimorar o conhecimento sobre a artroscopia do quadril – técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações.

O QUE É – A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril.

No procedimento de artroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação através de pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs – um dos fundadores do Instituto Fuchs, referência neste tipo de procedimento – explica que há muitos anos a videoartroscopia é utilizada para tratamento de lesões articulares , como no joelho e ombro.

“A artroscopia do quadril está em evolução constante e o seu uso cresce mundialmente, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e da lesão do labrum”, completa Thiago.

Segundo ele, outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinites, lesões de cartilagem, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia.

A recuperação inicial de uma artroscopia do quadril geralmente dura 3 meses, e após esse período é necessário um trabalho de reforço muscular e treinos específicos para atividades físicas.

A taxa de retorno ao esporte após a artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular é de aproximadamente 95%.

Médicos do joelho e quadril realizam cirurgias mais eficazes com o uso de impressora 3D

Dr Rogério Fuchs com joelho em 3D

Uma nova técnica está tornando as cirurgias de joelho e quadril muito mais precisas e eficazes. Trata-se do uso de protótipos de ossos confeccionados em impressoras 3D que permitem o planejamento prévio de uma cirurgia.

Para criar uma cópia de plástico da estrutura óssea do joelho de um paciente, por exemplo, são utilizadas como base imagens de ressonância magnética ou tomografia computadorizada da articulação, de modo que a cópia saia com o tamanho e as características idênticas ao original.

Esta técnica que é capaz de reproduzir os ossos do esqueleto humano já é utilizada há mais de um ano pelo ortopedista e cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs, do Instituto Fuchs.

“A impressão dos ossos em 3D nos dá uma ideia real daquilo que vamos encontrar durante a cirurgia, permitindo o planejamento prévio de cada caso”, explica o médico Rogério Fuchs, que há mais de 30 anos realiza cirurgias do joelho, em Curitiba.

Como funciona – O princípio da impressora 3D é o mesmo da impressora convencional. No entanto, no lugar da tinta, é colocado na impressora 3D um pó, gel ou filamento de metal ou de plástico, que, em vez de letras, imprime camada por camada peças tridimensionais como joelhos, ombros ou quadris.

“A técnica permite uma personalização sem precedentes na medicina. É uma revolução para o planejamento, para o diagnóstico e também sob o aspecto terapêutico”, relata Rogério Fuchs.  “Isso porque o molde nos permite prever a real dificuldade que teremos na cirurgia, e também avaliar previamente se os materiais existentes no mercado serão suficientes e adequados para aquele caso ou se teremos que mandar confeccionar um implante específico, exatamente de acordo com a necessidade daquele paciente”, completou o cirurgião do joelho.

Exemplo – Há cerca de um ano, o Dr. Rogério Fuchs atendeu uma paciente que apresentava deformidades nos joelhos desde o nascimento, já tendo passado por outras 15 cirurgias.

“Para estudar este caso complexo, fizemos um protótipo do joelho da paciente em 3D e entramos na cirurgia com dois tipos de materiais, sendo que um deles foi perfeito para aquela paciente que hoje está muito bem”, relata Dr. Fuchs.

Segundo ele, o benefício deste tipo de tecnologia é que ele permite programar a escolha dos melhores materiais disponíveis no mercado, de acordo com cada caso.

“Além disso, o molde ajuda a reduzir o tempo de cirurgia e garante melhores resultados, já que ele permite uma simulação prévia da cirurgia”, completou Rogério Fuchs.

Avanço – O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) lançou um site dedicado ao compartilhamento de arquivos para impressão em 3D, relacionados à saúde e à ciência, como peças de laboratório e modelos anatômicos humanos.

Osteoporose atinge 10 milhões de brasileiros, e o quadril é um dos locais mais afetados.

osteoporose

Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) informam que a osteoporose atinge dez milhões de brasileiros. Por ser uma doença silenciosa, a descoberta da osteoporose ocorre, normalmente, por uma queda ou traumas de baixo impacto. A dor está diretamente associada ao local da fratura ou afundamento ósseo. O quadril, a coluna e o joelho são locais muito prevalentes de lesões relacionadas à osteoporose.

Dados da International Osteoporosis Foundation (IOF) apontam que a doença atinge mais de duzentos milhões de mulheres, e causa quase nove milhões de fraturas anualmente no mundo, o equivalente a uma fratura a cada três segundos.

As projeções estimadas pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) para os próximos dez anos revelam que o número de fraturas de quadril relacionadas à osteoporose por ano (atualmente, 121.700 fraturas anuais) deverá atingir 140 mil pessoas até 2020.

De acordo com o Dr. Thiago Fuchs, médico ortopedista e especialista em cirurgia do quadril do Instituto Fuchs, a osteoporose está relacionada, na maioria dos casos, ao próprio processo normal do envelhecimento, e pode manifestar-se em ambos os sexos.

“No entanto, as mulheres são as maiores acometidas, já que uma em cada três, acima de 45 anos de idade, tem osteopenia ou osteoporose”, informa Thiago.

A incidência da doença pode variar de 14% a 29% em mulheres acima de 50 anos de idade, e chegar até 73% em mulheres acima de 80 anos. Em mulheres acima de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna é de 16%. A presença de uma fratura na coluna dobra o risco de fraturas na coluna vertebral no futuro.

O Dr. Rogério Fuchs, especialista em cirurgia do joelho, explica que as principais causas da osteoporose são as alterações no metabolismo ósseo, a deficiência de cálcio e vitamina D, o envelhecimento, menopausa, doenças sistêmicas e autoimunes, relacionadas ao uso de medicamentos (como corticóides e anticonvulsivantes), ou devido ao desuso.

“O tratamento deve ser feito sempre com orientação de uma equipe de profissionais especializados – formada por médico, nutricionista, fisioterapeuta e educador físico – juntamente com a família do paciente”, explica Dr. Rogério.

De acordo com o DR. Thiago Fuchs, as campanhas mundiais para o controle da osteopenia e da osteoporose são focadas na prevenção.

“Realizar avaliações médicas periódicas, alimentação adequada e atividades físicas regulares é a melhor maneira de prevenir a doença e evitar suas complicações”, afirma Dr. Thiago Fuchs.

Quedas e acidentes domésticos somam 75% das lesões sofridas por idosos

 

acidente_domsticoO Sistema Único de Saúde (SUS) revela que 75% das lesões sofridas por pessoas com mais de 60 anos são causadas por acidentes domésticos.

Se por um lado a longevidade é algo positivo, por outro requer atenção especial em vários aspectos e um deles é a preocupação com os riscos de acidentes que ocorrem dentro de casa e em atividades diárias.

 

Os cirurgiões especialistas em cirurgia do joelho e quadril do Instituto Fuchs – Thiago Fuchs e Rogério Fuchs – explicam que os idosos estão mais sujeitos a quedas e fraturas porque o controle neuromuscular de pessoas à partir dos 60 anos vai se tornando cada vez mais frágil

“Cerca de 30% das cirurgias do joelho e do quadril realizadas pelos médicos do Instituto Fuchs são em pessoas acima de 60 anos”, conta o Dr.Rogério Fuchs, que atua na área de cirurgia do joelho há mais de 30 anos.

Segundo ele, existem algumas condições que contribuem para aumentar o risco de queda na terceira idade, entre elas, a redução dos reflexos, fraqueza muscular, a alteração de noção espacial, dores articulares, entre outras.

Uso da bengala – A bengala é um apoio para os membros inferiores que caiu em desuso, mas continua sendo indicado pelos especialistas do Instituto Fuchs, especialmente para pacientes acima de 60 anos.

“Alguns pedem para usar a bengala, como forma de apoio e pelo fato de que a bengala dá mais estabilidade para locomoção.  No entanto, outros acham que a bengala é coisa de velho”, relata o Dr. Rogerio Fuchs.

No caso de lesões no quadril e joelho, o uso da bengala diminui entre 30% e 50% a carga sobre o quadril afetado ou joelho afetado.

Números – De acordo com o Ministério da Saúde, 70% das quedas entre idosos acontecem dentro de casa. Sendo que 30% destes acidentes causam a morte de idosos e pelo menos 40% causam alguma lesão grave, principalmente, no joelho e no quadril.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs, ressalta que  após uma fratura de quadril , a taxa de mortalidade em pacientes acima de 60 anos – um anos após a cirurgia – é de 30%.

“Em contrapartida,  caso  ocorra fratura no quadril do idoso e a cirurgia não seja realizada,  a taxa de mortalidade é muito maior devido a complicações no pulmão”, alertou o Dr. Thiago.

Outro dado preocupante – divulgado pela Fundação Internacional de Osteoporose, que analisou 14 países de toda a América Latina, é que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050.

O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

O ciururgião do quadril, Thiago Fuchs, conta que quando a fratura do quadril acontece, geralmente o tratamento é cirúrgico, para fixação da fratura. Em alguns casos é necessária a realização da artroplastia (prótese) do quadril.

“O tratamento cirúrgico dever ser realizado o mais precoce possível, para evitar complicações cardiopulmonares nos idosos e permitir que o paciente ande o mais cedo possível”, enfatiza Thiago. “Por isso, é muito importante a prevenção de quedas no idoso, além do tratamento clínico com atividade físicas, alimentação adequada e controle da osteoporose”, completa Thiago.

Prevenção – Entre as recomendações para prevenir queda em pacientes acima de 60 anos estão, retirar os tapetes e móveis baixos, incluir corrimão nas escadas e barras de apoio nos banheiros e prevenir a osteoporose com tratamento e atividade física.

“Prevenção de quedas, avaliação periódica, realização de exercícios físicos para fortalecer os músculos e aumentar a amplitude dos movimentos, estão entre os fatores fundamentais para evitar acidentes dentro de casa e a queda de idosos”, orientou Rogério Fuchs.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 o Brasil tinha cerca de 16 milhões de idosos. Mas a estimativa é que em 2060 esse número salte para 56 milhões.

Fortalecimento da muscular é uma das maneiras de evitar a artrose do joelho

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O fortalecimento muscular é uma das maneiras de evitar artrose ou osteoartrite – doença inflamatória e degenerativa que ataca as articulações, e promove o desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, causando dor, restrição de movimento, e podendo levar a deformidades.

As articulações mais acometidas pela artrose são as que suportam peso, como coluna vertebral, o quadril e o joelho.

“Estudos sobre a artrose no esporte indicam que a obesidadesedentarismo e fraqueza muscular aumentam as chances de uma pessoa desenvolver a artrose”, conta o ortopedista e especialista em cirurgia do joelho e idealizador do Instituto Fuchs, Rogério Fuchs.

Na artrose, a membrana sinovial passa a aumentar a produção do líquido sinovial com menor capacidade lubrificante, que agrava ainda mais o desgaste.  Quando os ossos estão sem a proteção da cartilagem, o atrito entre eles gera dor, inchaço e limitação funcional. Ela pode se manifestar em qualquer articulação, mas é mais comum nas mãos, coluna, joelho e quadril. A doença irá piorar de forma progressiva, é irreversível, e não tem cura clínica até os dias atuais.

Rogério Fuchs, faz um alerta de como as pessoas podem se proteger da artrose: “Há componentes genéticos na causa do problema, por isso, quem tem histórico familiar deve ficar atento. A artrose pode se manifestar precocemente e é classificada como um processo degenerativo e inflamatório”, completa o especialista em cirurgia do joelho, Rogério Fuchs.

Segundo ele, os tratamentos clínicos podem retardar a progressão da doença – alguns medicamentos têm essa proposta, apesar de haver controvérsias quanto ao resultado. A maioria dos pacientes sentem alívio da dor e melhorara da função articular por um determinado período. Estes medicamentos são chamados de “condroprotetores”. Existem duas formas usá-los, via oral (glicosamina-condroitina e colágeno) ou intra-articular por infiltração (ácido hialurônico e corticóide). Os resultados são melhores quando se acrescentam os exercícios físicos bem orientados.

“A reabilitação para aumentar a força muscular e a flexibilidade também ajudam a reduzir a dor e a rigidez. Já os exercícios aeróbicos melhoram a saúde do coração e permitem que os músculos trabalhem de forma mais eficiente. Além de exercícios individualizados, as pessoas podem praticar atividades como natação, ciclismo e Pilates”, diz o cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs.

Sintomas – A dor no joelho geralmente é o primeiro sintoma da artrose. Essa dor é de caráter progressivo. Acentua-se com a atividade física (degraus, subida e descida de escadas, esportes de contato e movimentos repetitivos) e é diretamente proporcional ao excesso de peso.  Com o passar do tempo, o joelho passa a apresentar deformidade, ou seja, desvio do seu eixo normal.

“No início dos sintomas, o repouso é uma forma de alívio da dor. Muitas pessoas com artrose tornam-se menos ativas por causa da dor e do medo de causar mais danos. Isso pode, infelizmente, levar a músculos cada vez mais fracos, o que agrava ainda mais os sintomas da doença”, explica Rogério Fuchs.

Tratamento – Um dos tratamentos possíveis e indicados para a artrose no joelho quando o tratamento clínico não é mais eficaz, é a artroplastia (prótese) do joelho – cirurgia que substitui a superfície articular por uma prótese metálica e de polietileno. Esta cirurgia é geralmente indicada em pacientes acima de 60 anos, nos casos mais avançados de artrose do joelho, com dor e limitação nas atividades   da vida diária.
“A taxa de resultados satisfatórios para o paciente é de aproximadamente 90% a 95% dos casos, com grande alívio dos sintomas, melhorando a qualidade de vida. A durabilidade média de uma artroplastia total do joelho é de 15 a 20 anos”, finaliza Rogério Fuchs.

 

Saiba como evitar lesões no joelho e quadril durante a folia de Carnaval

Saiba como evitar lesões no joelho e quadril durante a folia de Carnaval

O carnaval está chegando e para as pessoas que irão desfilar nas escolas de samba e clubes, curtir os trios elétricos, participar de blocos de carnaval e, até mesmo, trabalhar nas festas – alguns cuidados devem ser tomados para manter a saúde do joelho e do quadril nestes dias de folia e feriado prolongado.

Os médicos do Instituto Fuchs, Rogério Fuchs e Thiago Fuchs, ortopedistas e especialistas em cirurgia do joelho e quadril, alertam sobre a importância de algumas medidas para prevenir lesões durante os bailes e desfiles de carnaval.

“Para os foliões a dica é usar sempre um calçado adequado, já que o chinelo não protege os pés das irregularidades do solo e não tem o amortecimento necessário. O salto alto deve ser utilizado com muita atenção para evitar torções no joelho e no tornozelo. Além disso, é importante lembrar que permanecer longos períodos em pé, caminhando e dançando de salto alto, exige bastante da musculatura e da articulação do joelho e do quadril”, alerta o doutor Rogério Fuchs, que é especialista em cirurgia do joelho há 36 anos.

Outro alerta que ele faz é para as pessoas que vão curtir o carnaval na praia. “Muito cuidado com a areia fofa, pois ela é muito irregular, podendo causar quedas e torções, além de exigir muito do joelho e do quadril”, ressalta o médico.

Para quem vai cair no samba, sejam foliões que apreciam a música típica carnavalesca ou para os sambistas profissionais, a dica é fazer uma preparação muscular prévia, para que os joelhos e quadris suportem a exigência da dança.

“O samba possui movimentos repetitivos de flexão e rotação do quadril e joelho durante os passos e as coreografias. Por isso, o preparo muscular prévio é fundamental, assim como o cuidado com pisos irregulares e escorregadios, para evitar quedas e torções”, enfatiza o cirurgião especialista em quadril, Dr. Thiago Fuchs.

Ele alerta que os profissionais do samba, especialmente, as rainhas de bateria e passistas, têm experiência em sambar utilizando salto alto. No entanto, os demais apreciadores do samba devem ficar atentos. “As passistas profissionais ensaiam muito durante o ano todo para estas apresentações. No caso de quem não é acostumado, é melhor usar um calçado mais baixo e seguro”, indica Thiago Fuchs.

 

Para quem vai desfilar – Para as pessoas que já estão com as fantasias prontas e vão desfilar em blocos especiais e escolas de samba por muitas horas, a orientação de buscar preparo físico também é válida, assim como o uso de sapatos adequados.

“Prepare sua musculatura, principalmente coluna, abdômen, quadril e joelho, já que geralmente o percurso é longo e, na maioria das vezes, as fantasias são pesadas. Usar calçado adequado vai amortecer o impacto, proteger o pé e evitar torções nas irregularidades das ruas e calçadas”, enfatiza o Dr. Thiago.

 

Para quem vai trabalhar – Muitas pessoas foram escaladas para trabalhar neste Carnaval, estão com a jornada mais longa ou aproveitando para conseguir uma renda extra, fornecendo serviços aos foliões.

Organizadores de festas, policiais, seguranças, animadores, músicos, vendedores, jornalistas, entre outros, são alguns dos profissionais que devem cuidar da saúde para evitar que a carga intensa de trabalho resulte em dores e lesões permanentes.

O Dr. Rogerio Fuchs, cirurgião do joelho, ressalta que o descanso, assim como o preparo físico é fundamental para suportar a longa e intensa jornada de trabalho.

“É importante descansar. Para um bom trabalho, precisamos de horas de sono e alimentação adequada. Além disso, roupas leves e calçados confortáveis, bem como proteção contra o sol, o calor e a desidratação devem ser priorizados”, enfatiza Rogério.

Segundo o médico, com alguns simples cuidados é possível passar tranquilamente pelos dias de festa, sem voltar para casa machucado.

“Saiba controlar e respeitar seus limites, cuidando sempre do seu corpo. Afinal após o Carnaval, temos o ano todo pela frente para trabalhar, praticar esportes e manter a saúde em dia”, finaliza Fuchs.

 

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