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Artroscopia do quadril para lesão do labrum em adolescentes apresenta ótimos resultados

 

A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do impacto femoroacetabular, displasia do quadril e hipermobilidade articular.
Quando sintomática, a lesão do labrum pode precisar de uma artroscopia do quadril para tratamento definitivo.
Diversos estudos na literatura mundial demonstram excelentes resultados da artroscopia do quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular, com alta taxa de satisfação e excelentes scores funcionais.
Saiba mais sobre lesão do labrum e artroscopia do quadril em nosso site www.institutofuchs.com.br .

Superfíces de contato na prótese total do quadril

Hoje trazemos para vocês OS TIPOS de superfícies de contato que podem ser utilizados na prótese total de quadril.

1- Metal-polietileno: Popularizou-se no fim dos anos 60, e até hoje é utilizado em pacientes mais idosos ou com demanda funcional baixa. Sua desvantagem é o desgaste com o decorrer dos anos e a reação do organismo aos micros fragmentos de plástico resultantes deste desgaste, que pode levar à soltura do implante.

Atualmente dispomos de um tipo especial de polietileno, chamado de cross-linked. Este é muito mais resistente e mais durável do que o polietileno tradicional, segundo evidências científicas já estabelecidas. Esta evolução na qualidade do material permitiu que a indicação deste tipo de superfície fosse ampliada para pacientes mais jovens e mais ativos.

2- Cerâmica-polietileno: é uma opção bastante interessante. A cerâmica tem uma afinidade maior com a água e permite uma melhor lubrificação e um menor desgaste do polietileno em longo prazo. Pode ser usada em combinação com o polietileno crosslinked, aumentando ainda mais sua longevidade. É uma ótima opção em paciente jovens praticantes de atividades físicas.

LEIA O NOSSO SITE E SAIBA MAIS: http://institutofuchs.com.br/category/blog/tratamentos/

COMO IDENTIFICAR E TRATAR A ARTROSE DO JOELHO

A artrose no joelho é uma alteração degenerativa e inflamatória da articulação que provoca sinais como:
1. Dor no joelho após esforços e alívio parcial com o repouso. Em uma fase mais avançada, as dores mesmo na cama em repouso podem atrapalhar o sono;
2. Perda do alinhamento da perna progressivo: o joelho “entorta”;
3. Rigidez ao se levantar da cama de manhã ou após longos períodos de repouso. Geralmente, passa após 30 minutos ou quando começam as atividades normais do dia-a-dia;
4. Presença de estalos ao movimento ou “crepitações”;
5. Inchaço e calor: geralmente na fase inflamatória;
6. Sensação de aumento de tamanho do joelho: devido ao crescimento dos ossos (osteófitos) ao redor do joelho;
7. Movimentos mais limitados: especialmente para dobrar e esticar o joelho totalmente;
8. Dificuldade em apoiar o membro inferior afetado;
9. Músculos da coxa mais fracos e mais atrofiados.

Em alguns pacientes é muito comum o acometimento de ambos os joelhos, porém os sintomas podem ser diferentes de um para o outro, e isso geralmente está relacionado ao grau de comprometimento de cada articulação.

Com o passar do tempo e evolução da artrose, as deformidades da articulação e dores vão aumentando, piorando a cada dia a qualidade de vida do paciente.

O tratamento da artrose do joelho pode ser clínico (conservador) ou cirúrgico dependendo do grau de acometimento, idade e atividade do paciente.

No tratamento clínico indicamos fisioterapia, hidroterapia, exercícios de baixo impacto, medicações analgésicas / antiinflamatórias / condroprotetoras e às vezes infiltrações com ácido hialurônico (viscossuplementação).

No tratamento cirúrgico pode ser indicada uma osteotomia (correção do eixo do joelho), artroplastia (prótese) total ou parcial do joelho.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre tratamentos para artrose do joelho.

 

O que você precisa saber sobre a ARTROSCOPIA DE QUADRIL em 5 passos

1- CONSULTA

A primeira etapa é a consulta com um médico especialista em artroscopia do quadril. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (impacto femoroacetabular, lesão do labrum e da cartilagem, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma artroscopia do quadril.

2- PRÉ-OPERATÓRIO:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, eletrocardiograma e consulta pré-anestésica. Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

3- INTERNAÇÃO HOSPITALAR:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 1 dia, e o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento. O tempo cirúrgico de uma artroscopia do quadril é de aproximadamente 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana associada a anestesia geral (sedação profunda) para maior conforto do paciente no posicionamento na mesa de tração.

4- PÓS-OPERATÓRIO:
Após a alta hospitalar, o paciente deve usar medicações (analgésicos simples e anti-inflamatórios) por 5 a 7 dias, e uma medicação por 30 dias para prevenção de ossificação heterotópica. O curativo é realizado diariamente em casa. O paciente recebe alta com apoio liberado (andar) com auxílio de 2 muletas por 2 a 3 semanas.

5- REABILITAÇÃO PÓS-OPERATÓRIA:

A fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à cirurgia, e deve ser realizada por 3 a 4 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas, entre 2 e 3 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar 2 a 3 dias após o procedimento. Atividades laborais com maior exigência física geralmente recomeçam com 3 meses após a cirurgia.
O retorno gradativo às atividades físicas inicia no 4˚ mês após a artroscopia do quadril, com trabalho de fortalecimento muscular e atividades aeróbicas sem impacto.
Corrida, esportes de impacto e treinos para competição geralmente iniciam após 6 meses de cirurgia.

O QUE É A CONDROMALÁCIA PATELAR?

Sente dores frequentes no joelho ou ouve alguns estalos na região?

Isso pode ser sinal de condromalácia patelar, doença que pode atingir esportistas profissionais, os atletas de final de semana ou mesmo quem trabalha fazendo muitos movimentos que sobrecarregam os membros inferiores.

A condromalácia patelar é o desgaste da cartilagem da patela por conta do atrito gerado no movimento. A patela é um osso que está ligada somente a tendões e músculos, por isso é importante ela estar centralizada, dessa forma a força exercida sobre a cartilagem será a mesma em todo o movimento.

Para saber se o incômodo se trata mesmo do distúrbio, é necessário fazer uma consulta com o ortopedista. No entanto, muitas pessoas têm os sintomas e não procuram um especialista por medo de ter de fazer cirurgias na região. O que elas não sabem é que o melhor é tratar o problema o quanto antes, de forma a não agravar o quadro.

As dores podem estar relacionadas a subir e descer escadas com frequência, agachar muito, ou outras atividades que movimentam os joelhos. As formas mais comuns de controlar essa patologia são: fisioterapias que reajustam o posicionamento da patela; uso de condroprotetores – fármacos de via oral que visam melhorar a sustentação da cartilagem –, hialuronato de sódio (substância que age como lubrificante das articulações), e viscossuplementação, que é um tipo de tratamento que garante a lubrificação da articulação da região afetada e promove a melhora da degeneração ou desgaste da cartilagem.

CONFIRA OS 5 PASSOS NECESSÁRIOS PARA A CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR (LCA)

1- Consulta: A primeira etapa é a consulta com um médico cirurgião especialista em joelho. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (lesão do LCA, meniscos, cartilagem, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma cirurgia para reconstrução do LCA.

2- Pré-operatório:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, eletrocardiograma e consulta pré-anestésica. Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

3- Internação Hospitalar:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 1 dia, e o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento. O tempo cirúrgico de uma reconstrução do LCA por artroscopia é de 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana associada à infiltração de medicações dentro do joelho para maior analgesia no pós-operatório imediato. Dependendo da técnica e do tipo de enxerto escolhido, o paciente pode ficar com um dreno no joelho até a manhã seguinte à cirurgia.

4- Pós-Operatório:
Após a alta hospitalar, o paciente deve usar medicações (analgésicos simples e anti-inflamatórios) por 7 a 10 dias, e compressas de gelo 4x/dia por 2 semanas. O curativo é realizado diariamente em casa. O paciente recebe alta com apoio liberado (andar) com auxílio de 1 ou 2 muletas por 2 semanas.

5- Reabilitação pós-operatória:
A fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à cirurgia, e deve ser realizada por 4 a 6 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas, geralmente com 2 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar 2 a 3 dias após o procedimento. Atividades laborais com maior exigência física geralmente recomeçam 3 meses após a reconstrução do LCA.
O retorno gradativo às atividades físicas inicia no 4˚ mês após a cirurgia com trabalho de fortalecimento muscular e corrida gradativa progressiva e supervisionada.
Esportes de impacto, futebol e treinos competitivos geralmente iniciam após 6 meses de cirurgia.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre reconstrução do LCA

TIPOS DE PRÓTESE DE QUADRIL

A utilização de um implante (prótese) de qualidade é fundamental para garantir bons resultados e durabilidade aos pacientes que passam por uma artroplastia total de quadril.

Existe no mercado mundial uma infinidade de modelos e fabricantes de próteses, variando desde o tipo de fixação da prótese ao osso, até o tipo de material utilizado nos componentes e nas superfícies de contato onde ocorre o movimento.

Da mesma forma que um quadril natural, a prótese de quadril possui basicamente 2 partes: acetabular e femoral. A fixação ao osso pode ser com cimento ósseo ou não-cimentada, onde os componentes são impactados no osso.

O componente acetabular não-cimentado é composto de uma cúpula metálica e um revestimento interno que pode ser de cerâmica, polietileno ou metal. O acetábulo cimentado é feito totalmente de polietileno.

O componente femoral é composto de duas partes: haste e cabeça femoral. A haste é feita de metal, sendo polida nas hastes cimentadas e de superfície porosa nas não-cimentadas. A cabeça femoral pode ser feita de metal e cerâmica.

O QUE É ARTROSE?

A artrose no joelho é uma alteração degenerativa e inflamatória da articulação que provoca sinais como:
1. Dor no joelho após esforços e alívio parcial com o repouso. Em uma fase mais avançada, as dores mesmo na cama em repouso podem atrapalhar o sono;
2. Perda do alinhamento da perna progressivo: o joelho “entorta”;
3. Rigidez ao se levantar da cama de manhã ou após longos períodos de repouso. Geralmente, passa após 30 minutos ou quando começam as atividades normais do dia-a-dia;
4. Presença de estalos ao movimento ou “crepitações”;
5. Inchaço e calor: geralmente na fase inflamatória;
6. Sensação de aumento de tamanho do joelho: devido ao crescimento dos ossos (osteófitos) ao redor do joelho;
7. Movimentos mais limitados: especialmente para dobrar e esticar o joelho totalmente;
8. Dificuldade em apoiar o membro inferior afetado;
9. Músculos da coxa mais fracos e mais atrofiados.

Em alguns pacientes é muito comum o acometimento de ambos os joelhos, porém os sintomas podem ser diferentes de um para o outro, e isso geralmente está relacionado ao grau de comprometimento de cada articulação.

Com o passar do tempo e evolução da artrose, as deformidades da articulação e dores vão aumentando, piorando a cada dia a qualidade de vida do paciente.

O tratamento da artrose do joelho pode ser clínico (conservador) ou cirúrgico dependendo do grau de acometimento, idade e atividade do paciente.

No tratamento clínico indicamos fisioterapia, hidroterapia, exercícios de baixo impacto, medicações analgésicas / antiinflamatórias / condroprotetoras e às vezes infiltrações com ácido hialurônico (viscossuplementação).

No tratamento cirúrgico pode ser indicada uma osteotomia (correção do eixo do joelho), artroplastia (prótese) total ou parcial do joelho.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959

QUAIS AS PRINCIPAIS INDICAÇÕES PARA ARTROSCOPIA DO QUADRIL ?

As indicações mais frequentes são:

– Impacto Femoroacetabular: para remodelação óssea (osteocondroplastia).

– Lesões do Labrum acetabular: para sua reparação ou reinserção com o uso de pequenas âncoras.

Outras indicações incluem:

– Retirada de corpos livres ou corpos estranhos da articulação;
– Reparo de lesões dos tendões do glúteo médio e mínino, e síndrome da dor lateral do quadril (bursite do quadril);
– Quadril em Ressalto (Coxa Saltans).
– Tratamento de lesões de cartilagem traumáticas e atraumáticas;
– Lesões do ligamento redondo;
– Sinovites, como a sinovite vilonodular pigmentada;
– Síndrome da dor glútea profunda ou síndrome do piriforme: para liberação do nervo ciático;
– Algumas sequelas de patologias pediátricas, como Legg-Perthes e epifisiolise para remoção de corpos livres ou osteocondroplastia;
– Biópsias.
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O QUE É LESÃO DE LABRUM

O labrum é um tipo fibrocartilagem que contorna a articulação do quadril. As principais funções do labrum são a vedação da articulação, aumento da estabilidade, lubrificação e absorção de impacto.

A principal causa da lesão do labrum é o impacto femoroacetabular (IFA). Casos de trauma, displasia do quadril, instabilidade ou frouxidão capsular também podem causar lesões do labrum acetabular. O sintoma mais comum é a dor na região anterior ou anterolateral do quadril (virilha), geralmente profunda, mas pode acontecer na região lateral ou posterior do quadril. Alguns pacientes com lesão do labrum apresentam estalos ou clicks no quadril, e às vezes sensação de deslocamento/desencaixe.

Existem dois tipos de lesão do labrum no quadril: degenerativa e traumática. A degenerativa é uma lesão crônica que ocorre como resultado de movimentos repetitivos, principalmente flexão e rotação.

Uma lesão traumática é geralmente aguda, resultado de uma lesão esportiva, queda ou acidente. Está associada com manobras bruscas de flexão com rotação do quadril, comuns nos esportes de contato e de impacto, e causam dor imediata no quadril.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
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