joelho

Superfícies de contato que podem ser utilizadas na prótese total de quadril.

Olá pessoal !
Hoje trazemos para vocês OS TIPOS de superfícies de contato que podem ser utilizados na prótese total de quadril.
 
1- Metal-polietileno: Popularizou-se no fim dos anos 60, e até hoje é utilizado em pacientes mais idosos ou com demanda funcional baixa. Sua desvantagem é o desgaste com o decorrer dos anos e a reação do organismo aos micros fragmentos de plástico resultantes deste desgaste, que pode levar à soltura do implante.
 
Atualmente dispomos de um tipo especial de polietileno, chamado de cross-linked. Este é muito mais resistente e mais durável do que o polietileno tradicional, segundo evidências científicas já estabelecidas. Esta evolução na qualidade do material permitiu que a indicação deste tipo de superfície fosse ampliada para pacientes mais jovens e mais ativos.
 
2- Cerâmica-polietileno: é uma opção bastante interessante. A cerâmica tem uma afinidade maior com a água e permite uma melhor lubrificação e um menor desgaste do polietileno em longo prazo. Pode ser usada em combinação com o polietileno crosslinked, aumentando ainda mais sua longevidade. É uma ótima opção em paciente jovens praticantes de atividades físicas.
 
LEIA MAIS SOBRE OS OUTROS TIPOS DE MATERIAL EM NOSSO BLOG:
 
3- Cerâmica-cerâmica: é a opção que menos apresenta desgaste em longo prazo. Costuma ser a opção mais usada em pacientes jovens.
Seu uso popularizou-se na Europa, aonde foi desenvolvida nos anos 70. É curioso notar que mais de 90% das cerâmicas usadas em todo mundo, inclusive no Brasil, se originam da mesma fábrica na Alemanha.
 
4- Metal-metal: atualmente a utilização desta superfície de contato é na artroplastia tipo resurfacing, que é um modelo especial de prótese de quadril indicado para alguns casos muito específicos, geralmente homens, jovens praticantes de atividades físicas de alto impacto. Sua utilização em próteses totais clássicas atualmente é muito baixa devido aos problemas relacionados aos debris metálicos produzidos pelo desgaste.
 

CONFIRA OS 5 PASSOS NECESSÁRIOS PARA A CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR (LCA)

1- Consulta: A primeira etapa é a consulta com um médico cirurgião especialista em joelho. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (lesão do LCA, meniscos, cartilagem, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma cirurgia para reconstrução do LCA.

2- Pré-operatório:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, eletrocardiograma e consulta pré-anestésica. Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

3- Internação Hospitalar:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 1 dia, e o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento. O tempo cirúrgico de uma reconstrução do LCA por artroscopia é de 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana associada à infiltração de medicações dentro do joelho para maior analgesia no pós-operatório imediato. Dependendo da técnica e do tipo de enxerto escolhido, o paciente pode ficar com um dreno no joelho até a manhã seguinte à cirurgia.

4- Pós-Operatório:
Após a alta hospitalar, o paciente deve usar medicações (analgésicos simples e anti-inflamatórios) por 7 a 10 dias, e compressas de gelo 4x/dia por 2 semanas. O curativo é realizado diariamente em casa. O paciente recebe alta com apoio liberado (andar) com auxílio de 1 ou 2 muletas por 2 semanas.

5- Reabilitação pós-operatória:
A fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à cirurgia, e deve ser realizada por 4 a 6 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas, geralmente com 2 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar 2 a 3 dias após o procedimento. Atividades laborais com maior exigência física geralmente recomeçam 3 meses após a reconstrução do LCA.
O retorno gradativo às atividades físicas inicia no 4˚ mês após a cirurgia com trabalho de fortalecimento muscular e corrida gradativa progressiva e supervisionada.
Esportes de impacto, futebol e treinos competitivos geralmente iniciam após 6 meses de cirurgia.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre reconstrução do LCA

O QUE É ARTROSE?

A artrose no joelho é uma alteração degenerativa e inflamatória da articulação que provoca sinais como:
1. Dor no joelho após esforços e alívio parcial com o repouso. Em uma fase mais avançada, as dores mesmo na cama em repouso podem atrapalhar o sono;
2. Perda do alinhamento da perna progressivo: o joelho “entorta”;
3. Rigidez ao se levantar da cama de manhã ou após longos períodos de repouso. Geralmente, passa após 30 minutos ou quando começam as atividades normais do dia-a-dia;
4. Presença de estalos ao movimento ou “crepitações”;
5. Inchaço e calor: geralmente na fase inflamatória;
6. Sensação de aumento de tamanho do joelho: devido ao crescimento dos ossos (osteófitos) ao redor do joelho;
7. Movimentos mais limitados: especialmente para dobrar e esticar o joelho totalmente;
8. Dificuldade em apoiar o membro inferior afetado;
9. Músculos da coxa mais fracos e mais atrofiados.

Em alguns pacientes é muito comum o acometimento de ambos os joelhos, porém os sintomas podem ser diferentes de um para o outro, e isso geralmente está relacionado ao grau de comprometimento de cada articulação.

Com o passar do tempo e evolução da artrose, as deformidades da articulação e dores vão aumentando, piorando a cada dia a qualidade de vida do paciente.

O tratamento da artrose do joelho pode ser clínico (conservador) ou cirúrgico dependendo do grau de acometimento, idade e atividade do paciente.

No tratamento clínico indicamos fisioterapia, hidroterapia, exercícios de baixo impacto, medicações analgésicas / antiinflamatórias / condroprotetoras e às vezes infiltrações com ácido hialurônico (viscossuplementação).

No tratamento cirúrgico pode ser indicada uma osteotomia (correção do eixo do joelho), artroplastia (prótese) total ou parcial do joelho.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959

SAIBA QUAIS OS RESULTADOS E A DURABILIDADE DA ARTROPLASTIA DO JOELHO

A artroplastia (prótese) do joelho é uma cirurgia que substitui a superfície articular por uma prótese metálica e de polietileno.

Existem basicamente dois tipos de artroplastia do joelho, a total e a parcial (unicompartimental). Na artroplastia total do joelho, toda a superfície articular de carga é trocada. A substituição do componente patelar pode ser necessária em alguns casos. Na artroplastia unicompartimental do joelho, apenas o lado mais afetado da área de carga articular é substituído.�

Atualmente, a durabilidade média de uma artroplastia total do joelho é de 15 a 20 anos e as taxas de complicações são baixas. Estudos dos órgãos de saúde dos EUA mostram que em 2015 foram feitas 1 milhão de próteses de joelho no país, e que em 2030 serão realizadas 3,5 milhões de próteses de joelho.

De acordo com o Dr. Rogério Fuchs – especialista em cirurgia do joelho do Instituto Fuchs, é necessário que todas as etapas do tratamento cirúrgico sejam realizadas da melhor forma possível para a obtenção de resultados satisfatórios.

A indicação correta do procedimento por parte do médico é o primeiro passo. Em seguida uma completa avaliação pré-operatória do estado clínico geral do paciente é fundamental e reduz o risco de complicações. A cirurgia deve ser realizada por equipe bem treinada e capacitada.
A escolha de hospital adequado, com os padrões nacionais e internacionais de qualidade, também contribui para o sucesso da cirurgia.

Seguindo todos estes pré-requisitos a taxa de resultados satisfatórios para o paciente é de 90% a 95%, com grande alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida, que é o principal objetivo do tratamento destes pacientes.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959

COMO É A RECUPERAÇÃO DA ARTROCOPIA DO JOELHO

A artroscopia do joelho é uma cirurgia de baixo risco de complicações, que dura geralmente cerca de 20 a 30 minutos, e por isso seu tempo de recuperação também é muito mais rápido que a cirurgia aberta.A artroscopia do joelho é uma cirurgia de baixo risco de complicações, que dura geralmente cerca de 20 a 30 minutos, e por isso seu tempo de recuperação também é muito mais rápido que a cirurgia aberta.
Mas, como em todo procedimento, este tempo pode variar de pessoa para pessoa, de acordo com o tempo de cicatrização, idade, tipo e gravidade do problema tratado.
No entanto, na maioria dos casos, a artroscopia do joelho permite que o paciente volte para casa no mesmo dia da cirurgia.
Confira alguns cuidados que devem ser tomados por pacientes que passam pela artroscopia do joelho:
1- Ficar de repouso relativo, evitando andar muito e dirigir por 2 dias;
2- Manter a perna elevada quando deitado para diminuir o inchaço;
3-Aplicar uma bolsa de gelo na região do joelho 4 vezes ao dia, para reduzir o inchaço e a dor;
4- Tomar os medicamentos receitados pelo médico no horário correto, para manter a dor bem controlada;

Além disso, é muito importante realizar fisioterapia para reabilitação. A fisioterapia reduz o processo inflamatório e a dor, ajuda a retomar a força muscular e recuperar a mobilidade do joelho, que pode ficar prejudicada após a cirurgia.

A atividade física normalmente pode ser retomada entre 6 a 12 semanas após a artroscopia.

Nós, do Instituto Fuchs – Cirurgia do Joelho e Quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959

Cuidados durante a caminhada na areia

No verão, muita gente vai à praia para passar as férias. A caminhada na areia é uma excelente opção de exercício para manter o condicionamento físico.

Caminhar na areia trabalha muito os músculos dos membros inferiores e também o sistema cardiovascular. Porém devemos tomar cuidados para não sofrer algum tipo de lesão, principalmente no quadril e no joelho.

Preferir locais sem inclinação da areia na praia e sempre usar um tênis adequado. A inclinação causa uma sobrecarga de um lado do corpo, em vez de distribuir o peso pelas duas pernas. Descalço ou de chinelo não existe o amortecimento necessário e todo impacto é absorvido pelas articulações.

A areia fofa dificulta ainda mais o exercício, e não é indicada para iniciantes. É importante tomar cuidados com os desníveis para não sofrer uma torção do joelho ou tornozelo.

Nós, do Instituto Fuchs, estamos prontos para atendê-los. Cuide do seu joelho.
Ligue e marque uma consulta: (41) 3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais.

Artroplastia no joelho em pacientes obesos

A artrose do joelho ocorre com mais frequência em pacientes idosos (a partir dos 60 anos), sendo causada pela degeneração da articulação, problemas metabólicos, herança genética, sequela de trauma, e também pelo excesso de peso (obesidade).

Existe muita discussão sobre a indicação de cirurgia (artroplastia/prótese) em pacientes obesos (alto Índice de Massa Corporal = IMC), em função das possíveis complicações e necessidade de cirurgia bariátrica para perda de peso antes da cirurgia do joelho.

Estudos mais recentes mostram que os pacientes com alto IMC, apesar de apresentarem índices maiores de pequenas complicações, tem resultados funcionais e qualidade de vida semelhantes àqueles com baixo IMC. Estes estudos também evidenciaram que a cirurgia bariátrica não é sempre necessária, pois não há comprovação que isso diminua os riscos ou complicações da cirurgia de prótese do joelho.

A cirurgia de prótese de joelho pode beneficiar muito os pacientes com artrose do joelho, mesmo nos casos de obesidade, melhorando a qualidade de vida e a dor, além de possibilitar a prática de algumas atividades físicas que ajudam na perda de peso e prevenção de outras complicações clínicas.

Referências:
– The influence of body mass index on functional outcome and quality of life after
total knee arthroplasty / Bone Joint J 2016;98-B:780–5.
– Bariatric surgery does not improve outcomes in patients undergoing primary total knee arthroplasty / Bone Joint J 2015;97-B:1501–5.

Você sabe o que é o Cisto de Baker?

O cisto de Baker (cisto poplíteo) é um aumento de volume que surge na parte de trás do joelho, devido ao acumulo de líquido articular. Costuma ter origem em outros problemas do joelho, como artrite, artrose, lesão no menisco e desgaste da cartilagem.

Geralmente não apresenta sintomas, mas pode causar dor, inchaço e dificuldade de dobrar o joelho, que tendem a piorar depois da atividade física ou após muito tempo numa mesma posição.

Na maioria dos casos, o cisto de Baker não necessita de tratamento, mas se estiver causando muita dor, pode ser tratado por meio de medicamentos, drenagem do líquido com agulha e fisioterapia.

A avaliação médica é essencial, porque além de tratar o cisto, é necessário tratar a causa subjacente. Problemas na cartilagem, osteoartrite, por exemplo, podem implicar na necessidade de cirurgia para tratamento da causa do problema.

Osteoporose atinge 10 milhões de brasileiros, e o quadril é um dos locais mais afetados.

osteoporose

Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) informam que a osteoporose atinge dez milhões de brasileiros. Por ser uma doença silenciosa, a descoberta da osteoporose ocorre, normalmente, por uma queda ou traumas de baixo impacto. A dor está diretamente associada ao local da fratura ou afundamento ósseo. O quadril, a coluna e o joelho são locais muito prevalentes de lesões relacionadas à osteoporose.

Dados da International Osteoporosis Foundation (IOF) apontam que a doença atinge mais de duzentos milhões de mulheres, e causa quase nove milhões de fraturas anualmente no mundo, o equivalente a uma fratura a cada três segundos.

As projeções estimadas pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) para os próximos dez anos revelam que o número de fraturas de quadril relacionadas à osteoporose por ano (atualmente, 121.700 fraturas anuais) deverá atingir 140 mil pessoas até 2020.

De acordo com o Dr. Thiago Fuchs, médico ortopedista e especialista em cirurgia do quadril do Instituto Fuchs, a osteoporose está relacionada, na maioria dos casos, ao próprio processo normal do envelhecimento, e pode manifestar-se em ambos os sexos.

“No entanto, as mulheres são as maiores acometidas, já que uma em cada três, acima de 45 anos de idade, tem osteopenia ou osteoporose”, informa Thiago.

A incidência da doença pode variar de 14% a 29% em mulheres acima de 50 anos de idade, e chegar até 73% em mulheres acima de 80 anos. Em mulheres acima de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna é de 16%. A presença de uma fratura na coluna dobra o risco de fraturas na coluna vertebral no futuro.

O Dr. Rogério Fuchs, especialista em cirurgia do joelho, explica que as principais causas da osteoporose são as alterações no metabolismo ósseo, a deficiência de cálcio e vitamina D, o envelhecimento, menopausa, doenças sistêmicas e autoimunes, relacionadas ao uso de medicamentos (como corticóides e anticonvulsivantes), ou devido ao desuso.

“O tratamento deve ser feito sempre com orientação de uma equipe de profissionais especializados – formada por médico, nutricionista, fisioterapeuta e educador físico – juntamente com a família do paciente”, explica Dr. Rogério.

De acordo com o DR. Thiago Fuchs, as campanhas mundiais para o controle da osteopenia e da osteoporose são focadas na prevenção.

“Realizar avaliações médicas periódicas, alimentação adequada e atividades físicas regulares é a melhor maneira de prevenir a doença e evitar suas complicações”, afirma Dr. Thiago Fuchs.

Quedas e acidentes domésticos somam 75% das lesões sofridas por idosos

 

acidente_domsticoO Sistema Único de Saúde (SUS) revela que 75% das lesões sofridas por pessoas com mais de 60 anos são causadas por acidentes domésticos.

Se por um lado a longevidade é algo positivo, por outro requer atenção especial em vários aspectos e um deles é a preocupação com os riscos de acidentes que ocorrem dentro de casa e em atividades diárias.

 

Os cirurgiões especialistas em cirurgia do joelho e quadril do Instituto Fuchs – Thiago Fuchs e Rogério Fuchs – explicam que os idosos estão mais sujeitos a quedas e fraturas porque o controle neuromuscular de pessoas à partir dos 60 anos vai se tornando cada vez mais frágil

“Cerca de 30% das cirurgias do joelho e do quadril realizadas pelos médicos do Instituto Fuchs são em pessoas acima de 60 anos”, conta o Dr.Rogério Fuchs, que atua na área de cirurgia do joelho há mais de 30 anos.

Segundo ele, existem algumas condições que contribuem para aumentar o risco de queda na terceira idade, entre elas, a redução dos reflexos, fraqueza muscular, a alteração de noção espacial, dores articulares, entre outras.

Uso da bengala – A bengala é um apoio para os membros inferiores que caiu em desuso, mas continua sendo indicado pelos especialistas do Instituto Fuchs, especialmente para pacientes acima de 60 anos.

“Alguns pedem para usar a bengala, como forma de apoio e pelo fato de que a bengala dá mais estabilidade para locomoção.  No entanto, outros acham que a bengala é coisa de velho”, relata o Dr. Rogerio Fuchs.

No caso de lesões no quadril e joelho, o uso da bengala diminui entre 30% e 50% a carga sobre o quadril afetado ou joelho afetado.

Números – De acordo com o Ministério da Saúde, 70% das quedas entre idosos acontecem dentro de casa. Sendo que 30% destes acidentes causam a morte de idosos e pelo menos 40% causam alguma lesão grave, principalmente, no joelho e no quadril.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs, ressalta que  após uma fratura de quadril , a taxa de mortalidade em pacientes acima de 60 anos – um anos após a cirurgia – é de 30%.

“Em contrapartida,  caso  ocorra fratura no quadril do idoso e a cirurgia não seja realizada,  a taxa de mortalidade é muito maior devido a complicações no pulmão”, alertou o Dr. Thiago.

Outro dado preocupante – divulgado pela Fundação Internacional de Osteoporose, que analisou 14 países de toda a América Latina, é que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050.

O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

O ciururgião do quadril, Thiago Fuchs, conta que quando a fratura do quadril acontece, geralmente o tratamento é cirúrgico, para fixação da fratura. Em alguns casos é necessária a realização da artroplastia (prótese) do quadril.

“O tratamento cirúrgico dever ser realizado o mais precoce possível, para evitar complicações cardiopulmonares nos idosos e permitir que o paciente ande o mais cedo possível”, enfatiza Thiago. “Por isso, é muito importante a prevenção de quedas no idoso, além do tratamento clínico com atividade físicas, alimentação adequada e controle da osteoporose”, completa Thiago.

Prevenção – Entre as recomendações para prevenir queda em pacientes acima de 60 anos estão, retirar os tapetes e móveis baixos, incluir corrimão nas escadas e barras de apoio nos banheiros e prevenir a osteoporose com tratamento e atividade física.

“Prevenção de quedas, avaliação periódica, realização de exercícios físicos para fortalecer os músculos e aumentar a amplitude dos movimentos, estão entre os fatores fundamentais para evitar acidentes dentro de casa e a queda de idosos”, orientou Rogério Fuchs.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 o Brasil tinha cerca de 16 milhões de idosos. Mas a estimativa é que em 2060 esse número salte para 56 milhões.

Endereço

Av. Sete de Setembro nº 6.496 Seminário - Curitiba/ Paraná
(41) 3026-6959
contatos@institutofuchs.com.br

Siga-nos em nossas Redes

Horários de Atendimento

De Segunda à Quinta-feira dás 9:00h - 19:00h
Sexta dás 8:00h ás 17:00h