quadril

Exames complementares para avaliação da dor no quadril das mulheres

Além da consulta com um médico especialista, onde é realizada uma avaliação clínica completa, alguns exames são fundamentais para complementar a suspeita diagnóstica, ou em muitos casos, afastar outros problemas.

Para avaliação do quadril, a sequência de radiografias (RX) específicas e uma ressonância magnética (RM) geralmente são os exames necessários.

Em alguns casos, uma avaliação ginecológica, abdominal e lombar podem ser necessárias para investigar outras causas de dor no quadril que não são provenientes da articulação.

No Instituto Fuchs nós atuamos no tratamento de problemas no joelho e quadril. Saiba mais acessando www.institutofuchs.com.br ou ligue para agendar uma consulta (41) 3026-6959.

Dor no quadril em adolescentes é sinal de alerta

Adolescentes com idade entre 13 e 17 anos que têm dor no quadril – especialmente os praticantes de atividades físicas e os que têm alterações no formato dos ossos do quadril são pacientes cada vez mais frequentes no consultório do médico especializado em quadril.

O impacto femoroacetabular (IFA) do quadril é uma das principais causas da dor do quadril em atletas adolescentes e também nos adultos jovens. Além disso, o IFA é um importante fator de risco para o desenvolvimento de artrose no quadril no futuro.

Para se ter uma ideia, estudos internacionais apontam que 15% da população apresenta alterações do formato do quadril compatíveis com o termo impacto femoroacetabular. A associação da dor no quadril com a alteração óssea merece atenção e tratamento individualizado.

O ortopedista e cirurgião do joelho e quadril, Thiago Fuchs, explica que a dor no quadril dos adolescentes é um sinal de alerta e deve ser investigado, principalmente porque o tratamento precoce é um dos principais fatores para melhores resultados.

Ele explica que existe uma preocupação mundial no tratamento precoce, e em individualizar cada procedimento cirúrgico de acordo com a particularidade de cada paciente. “Na artroscopia do quadril não é diferente. A fase do desenvolvimento esquelético varia de acordo com a idade e desenvolvimento hormonal de cada adolescente. Cada paciente deve ser avaliado quanto ao potencial da cartilagem de crescimento para não prejudicar o desenvolvimento ósseo”, relata Thiago.

O IFA – O Impacto Femoroacetabular (IFA) é, basicamente, o contato anormal entre os ossos do quadril que ocorre durante os movimentos.
Em quadris normais, durante movimentos do dia-a-dia ou atividades físicas, não existe contato agressivo entre o fêmur e o acetábulo. Mas diante de um quadro de IFA, é observado o impacto entre as estruturas que compõem o quadril (colo do fêmur e o osso acetábulo) e consequentemente o comprometimento de toda a biomecânica dessa articulação, lesão do labrum e da cartilagem articular.

“Esse impacto passa a acontecer durante os movimentos do cotidiano como ficar sentado ou cruzar as pernas, e o dano pode aumentar nos casos da prática de atividades físicas que envolvam grandes amplitudes de movimento do quadril, como ballet, artes marciais, crossfit, esportes com saltos e rotação do quadril”, explica Thiago Fuchs.

Com o passar do tempo e a execução repetitiva dos movimentos, esse impacto anormal pode resultar em excessivo atrito e consequentemente lesões das estruturas moles interpostas na articulação, como labrum e cartilagem. “Essa condição é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de um desgaste precoce do quadril em pacientes jovens”, reforça Thiago.

SINTOMAS – A dor geralmente é na virilha e profunda. Alguns pacientes apresentam sintomas de dor ou desconforto no joelho, púbis e articulação sacroilíaca como consequência da doença no quadril. O IFA pode ser confundido com lesões musculares (distensões da coxa ou da virilha). A dor é a principal queixa, em geral relacionada com atividades físicas e com movimentos de flexão-rotação do quadril. Outras queixas incluem falta de mobilidade, travamentos e estalidos no quadril.

LESÃO DE LABRUM – A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do IFA, displasia do quadril e hipermobilidade articular.

Quando a lesão do labrum é sintomática, o paciente pode necessitar de uma cirurgia para tratamento definitivo. É muito importante definir a causa da lesão do labrum para indicar o tratamento ideal para cada caso. Estudos demonstram excelentes resultados da Artroscopia do Quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular em adolescentes.

“Impacto femoroacetabular tipo CAM (femoral) é mais frequente em meninos, e o tipo Pincer (acetabular) é mais comum nas meninas. Além disso, a fase de maturação esquelética é diferente entre paciente de sexos diferentes com a mesma idade. Geralmente as meninas têm a maturação esquelética mais precoce. Individualizar cada caso é fundamental para o sucesso do tratamento”, relata o cirurgião.

EXEMPLO DE SUCESSO – O estudante, Guilherme Dutra de Oliveira Gusmão, 17 anos, sentia fortes dores no quadril desde os 12 anos. Praticante assíduo de musculação e jogador de futebol, Guilherme tomava medicamentos para suportar as dores após os exercícios. “Fiz seis meses de fisioterapia e tomava remédios sem alívio algum”, conta Guilherme.

Foram cinco anos de sofrimento. Há quatro meses ele foi submetido a uma artroscopia do quadril. “No começo foi estranho sentir o quadril com mais rotação, já que eu tinha o movimento limitado. A força foi voltando aos poucos e agora, quatro meses depois, estou liberado para fazer academia. Não sinto mais dor alguma”, relata Guilherme.t

Segundo ele, no momento, seu maior sonho está prestes a ser realizado. “O que eu mais quero é voltar a correr e jogar bola. Faltam apenas dois meses”, conta.

Superfícies de contato que podem ser utilizadas na prótese total de quadril.

Olá pessoal !
Hoje trazemos para vocês OS TIPOS de superfícies de contato que podem ser utilizados na prótese total de quadril.
 
1- Metal-polietileno: Popularizou-se no fim dos anos 60, e até hoje é utilizado em pacientes mais idosos ou com demanda funcional baixa. Sua desvantagem é o desgaste com o decorrer dos anos e a reação do organismo aos micros fragmentos de plástico resultantes deste desgaste, que pode levar à soltura do implante.
 
Atualmente dispomos de um tipo especial de polietileno, chamado de cross-linked. Este é muito mais resistente e mais durável do que o polietileno tradicional, segundo evidências científicas já estabelecidas. Esta evolução na qualidade do material permitiu que a indicação deste tipo de superfície fosse ampliada para pacientes mais jovens e mais ativos.
 
2- Cerâmica-polietileno: é uma opção bastante interessante. A cerâmica tem uma afinidade maior com a água e permite uma melhor lubrificação e um menor desgaste do polietileno em longo prazo. Pode ser usada em combinação com o polietileno crosslinked, aumentando ainda mais sua longevidade. É uma ótima opção em paciente jovens praticantes de atividades físicas.
 
LEIA MAIS SOBRE OS OUTROS TIPOS DE MATERIAL EM NOSSO BLOG:
 
3- Cerâmica-cerâmica: é a opção que menos apresenta desgaste em longo prazo. Costuma ser a opção mais usada em pacientes jovens.
Seu uso popularizou-se na Europa, aonde foi desenvolvida nos anos 70. É curioso notar que mais de 90% das cerâmicas usadas em todo mundo, inclusive no Brasil, se originam da mesma fábrica na Alemanha.
 
4- Metal-metal: atualmente a utilização desta superfície de contato é na artroplastia tipo resurfacing, que é um modelo especial de prótese de quadril indicado para alguns casos muito específicos, geralmente homens, jovens praticantes de atividades físicas de alto impacto. Sua utilização em próteses totais clássicas atualmente é muito baixa devido aos problemas relacionados aos debris metálicos produzidos pelo desgaste.
 

CONHEÇA QUEIXAS COMUNS QUE PODEM ESTAR RELACIONADAS À PROBLEMAS NO QUADRIL:

1- Dificuldade de calçar sapato : artrose de quadril
2- Dor no quadril para cruzar a perna :impacto femoroacetabular e artrose de quadril.
 
3- Dor no quadril para dirigir em paciente jovem: impacto femoroacetabular e lesão do labrum
 
4- Dificuldade de movimento para cortar a unha do pé: artrose de quadril
 
5- Você deixa de sair de casa por dor no quadril? Parou de praticar atividades físicas porque o quadril dói?
Consulte um especialista em quadril para melhorar sua qualidade de vida.

CONFIRA OS 5 PASSOS NECESSÁRIOS PARA A CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR (LCA)

1- Consulta: A primeira etapa é a consulta com um médico cirurgião especialista em joelho. Nessa etapa será realizada a avaliação clínica e dos exames complementares para fazer o diagnóstico do problema (lesão do LCA, meniscos, cartilagem, etc). Após o diagnóstico, o tratamento mais indicado para cada caso é proposto ao paciente, e em muitos casos pode ser uma cirurgia para reconstrução do LCA.

2- Pré-operatório:
A rotina pré-operatória inclui: exames de sangue, eletrocardiograma e consulta pré-anestésica. Uma reunião pré-operatória na semana anterior ao procedimento também é realizada para orientações gerais sobre a cirurgia, medicações necessárias e detalhes sobre horários e internação hospitalar.
Neste dia também é feita uma avaliação com um fisioterapeuta para orientações sobre a fase inicial da fisioterapia e cuidados necessários nos primeiros dias após a cirurgia.

3- Internação Hospitalar:
O tempo de internação hospitalar geralmente é de 1 dia, e o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento. O tempo cirúrgico de uma reconstrução do LCA por artroscopia é de 60 a 90 minutos. A anestesia geralmente é raquidiana associada à infiltração de medicações dentro do joelho para maior analgesia no pós-operatório imediato. Dependendo da técnica e do tipo de enxerto escolhido, o paciente pode ficar com um dreno no joelho até a manhã seguinte à cirurgia.

4- Pós-Operatório:
Após a alta hospitalar, o paciente deve usar medicações (analgésicos simples e anti-inflamatórios) por 7 a 10 dias, e compressas de gelo 4x/dia por 2 semanas. O curativo é realizado diariamente em casa. O paciente recebe alta com apoio liberado (andar) com auxílio de 1 ou 2 muletas por 2 semanas.

5- Reabilitação pós-operatória:
A fisioterapia é iniciada já na primeira semana, geralmente no dia seguinte à cirurgia, e deve ser realizada por 4 a 6 meses.
Dirigir está autorizado após a retirada das muletas, geralmente com 2 semanas.
Atividades de trabalho sem grande demanda física podem recomeçar 2 a 3 dias após o procedimento. Atividades laborais com maior exigência física geralmente recomeçam 3 meses após a reconstrução do LCA.
O retorno gradativo às atividades físicas inicia no 4˚ mês após a cirurgia com trabalho de fortalecimento muscular e corrida gradativa progressiva e supervisionada.
Esportes de impacto, futebol e treinos competitivos geralmente iniciam após 6 meses de cirurgia.

Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre reconstrução do LCA

QUAIS AS PRINCIPAIS INDICAÇÕES PARA ARTROSCOPIA DO QUADRIL ?

As indicações mais frequentes são:

– Impacto Femoroacetabular: para remodelação óssea (osteocondroplastia).

– Lesões do Labrum acetabular: para sua reparação ou reinserção com o uso de pequenas âncoras.

Outras indicações incluem:

– Retirada de corpos livres ou corpos estranhos da articulação;
– Reparo de lesões dos tendões do glúteo médio e mínino, e síndrome da dor lateral do quadril (bursite do quadril);
– Quadril em Ressalto (Coxa Saltans).
– Tratamento de lesões de cartilagem traumáticas e atraumáticas;
– Lesões do ligamento redondo;
– Sinovites, como a sinovite vilonodular pigmentada;
– Síndrome da dor glútea profunda ou síndrome do piriforme: para liberação do nervo ciático;
– Algumas sequelas de patologias pediátricas, como Legg-Perthes e epifisiolise para remoção de corpos livres ou osteocondroplastia;
– Biópsias.
Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.
Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959

O QUE É O IMPACTO FEMOROACETABULAR (IFA)

O impacto femoroacetabular é uma das principais causas de dor no quadril no paciente jovem.

O impacto femoroacetabular é uma das principais causas de dor no quadril no paciente jovem.

Nesta patologia podem ocorrer alterações na anatomia do fêmur e do acetábulo, gerando um pinçamento repetitivo durante os movimentos do quadril, pincipalmente com flexão e rotação. Este impacto, resulta em lesões de cartilagem e do labrum acetabular que alteram a distribuição de carga na articulação do quadril, e podem levar a artrose do quadril.
A longo prazo, sabe-se que o IFA é um dos principais mecanismos que leva a degeneração da cartilagem articular, e é uma causa muito frequente de artrose do quadril em pacientes jovens.

Geralmente a gravidade das lesões está relacionada ao tempo de sintomas apresentados pelo paciente, aumentando assim a importância do diagnóstico e tratamento precoce.
Nós, do Instituto Fuchs – cirurgia do joelho e quadril, estamos prontos para atendê-los.

Ligue e marque uma consulta: (41)3026-6959 ou acesse www.institutofuchs.com.br e saiba mais sobre Impacto Femoroacetabular.

ESTALOS NAS ARTICULAÇÕES

 

Estalos nas articulações são muito frequentes. Cada articulação tem suas particularidades, e o quadril pode apresentar esse sinal frequentemente.

Existem várias causas para estalos no quadril que podem representar um problema, mas é muito importante saber que na maioria das vezes, este sinal está relacionado à fisiologia normal do movimento da articulação.

As causas mais comuns de estalo no quadril são a lesão do labrum, o ressalto externo e interno. O atrito do trato iliotibial no trocânter maior no quadril é a causa do ressalto externo (Coxa Saltans). O deslocamento do tendão do psoas sobre o acetábulo é a principal causa do ressalto interno do quadril. A lesão do labrum geralmente causa um estalo doloroso ou uma sensação de desencaixe na articulação.

Se você tem um estalo no quadril que causa desconforto ou dor, é importante fazer uma avaliação com um especialista para buscar a diagnóstico e tratamento adequado para cada caso.

SAIBA MAIS EM NOSSO SITE: www.institutofuchs.com.br

Osteoporose atinge 10 milhões de brasileiros, e o quadril é um dos locais mais afetados.

osteoporose

Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) informam que a osteoporose atinge dez milhões de brasileiros. Por ser uma doença silenciosa, a descoberta da osteoporose ocorre, normalmente, por uma queda ou traumas de baixo impacto. A dor está diretamente associada ao local da fratura ou afundamento ósseo. O quadril, a coluna e o joelho são locais muito prevalentes de lesões relacionadas à osteoporose.

Dados da International Osteoporosis Foundation (IOF) apontam que a doença atinge mais de duzentos milhões de mulheres, e causa quase nove milhões de fraturas anualmente no mundo, o equivalente a uma fratura a cada três segundos.

As projeções estimadas pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) para os próximos dez anos revelam que o número de fraturas de quadril relacionadas à osteoporose por ano (atualmente, 121.700 fraturas anuais) deverá atingir 140 mil pessoas até 2020.

De acordo com o Dr. Thiago Fuchs, médico ortopedista e especialista em cirurgia do quadril do Instituto Fuchs, a osteoporose está relacionada, na maioria dos casos, ao próprio processo normal do envelhecimento, e pode manifestar-se em ambos os sexos.

“No entanto, as mulheres são as maiores acometidas, já que uma em cada três, acima de 45 anos de idade, tem osteopenia ou osteoporose”, informa Thiago.

A incidência da doença pode variar de 14% a 29% em mulheres acima de 50 anos de idade, e chegar até 73% em mulheres acima de 80 anos. Em mulheres acima de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna é de 16%. A presença de uma fratura na coluna dobra o risco de fraturas na coluna vertebral no futuro.

O Dr. Rogério Fuchs, especialista em cirurgia do joelho, explica que as principais causas da osteoporose são as alterações no metabolismo ósseo, a deficiência de cálcio e vitamina D, o envelhecimento, menopausa, doenças sistêmicas e autoimunes, relacionadas ao uso de medicamentos (como corticóides e anticonvulsivantes), ou devido ao desuso.

“O tratamento deve ser feito sempre com orientação de uma equipe de profissionais especializados – formada por médico, nutricionista, fisioterapeuta e educador físico – juntamente com a família do paciente”, explica Dr. Rogério.

De acordo com o DR. Thiago Fuchs, as campanhas mundiais para o controle da osteopenia e da osteoporose são focadas na prevenção.

“Realizar avaliações médicas periódicas, alimentação adequada e atividades físicas regulares é a melhor maneira de prevenir a doença e evitar suas complicações”, afirma Dr. Thiago Fuchs.

Quedas e acidentes domésticos somam 75% das lesões sofridas por idosos

 

acidente_domsticoO Sistema Único de Saúde (SUS) revela que 75% das lesões sofridas por pessoas com mais de 60 anos são causadas por acidentes domésticos.

Se por um lado a longevidade é algo positivo, por outro requer atenção especial em vários aspectos e um deles é a preocupação com os riscos de acidentes que ocorrem dentro de casa e em atividades diárias.

 

Os cirurgiões especialistas em cirurgia do joelho e quadril do Instituto Fuchs – Thiago Fuchs e Rogério Fuchs – explicam que os idosos estão mais sujeitos a quedas e fraturas porque o controle neuromuscular de pessoas à partir dos 60 anos vai se tornando cada vez mais frágil

“Cerca de 30% das cirurgias do joelho e do quadril realizadas pelos médicos do Instituto Fuchs são em pessoas acima de 60 anos”, conta o Dr.Rogério Fuchs, que atua na área de cirurgia do joelho há mais de 30 anos.

Segundo ele, existem algumas condições que contribuem para aumentar o risco de queda na terceira idade, entre elas, a redução dos reflexos, fraqueza muscular, a alteração de noção espacial, dores articulares, entre outras.

Uso da bengala – A bengala é um apoio para os membros inferiores que caiu em desuso, mas continua sendo indicado pelos especialistas do Instituto Fuchs, especialmente para pacientes acima de 60 anos.

“Alguns pedem para usar a bengala, como forma de apoio e pelo fato de que a bengala dá mais estabilidade para locomoção.  No entanto, outros acham que a bengala é coisa de velho”, relata o Dr. Rogerio Fuchs.

No caso de lesões no quadril e joelho, o uso da bengala diminui entre 30% e 50% a carga sobre o quadril afetado ou joelho afetado.

Números – De acordo com o Ministério da Saúde, 70% das quedas entre idosos acontecem dentro de casa. Sendo que 30% destes acidentes causam a morte de idosos e pelo menos 40% causam alguma lesão grave, principalmente, no joelho e no quadril.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs, ressalta que  após uma fratura de quadril , a taxa de mortalidade em pacientes acima de 60 anos – um anos após a cirurgia – é de 30%.

“Em contrapartida,  caso  ocorra fratura no quadril do idoso e a cirurgia não seja realizada,  a taxa de mortalidade é muito maior devido a complicações no pulmão”, alertou o Dr. Thiago.

Outro dado preocupante – divulgado pela Fundação Internacional de Osteoporose, que analisou 14 países de toda a América Latina, é que o número de fraturas nos quadris, causadas pela osteoporose, deve aumentar 32% até 2050.

O que já se estima é que atualmente ocorram mais de 121 mil fraturas do quadril todos os anos no Brasil.

O ciururgião do quadril, Thiago Fuchs, conta que quando a fratura do quadril acontece, geralmente o tratamento é cirúrgico, para fixação da fratura. Em alguns casos é necessária a realização da artroplastia (prótese) do quadril.

“O tratamento cirúrgico dever ser realizado o mais precoce possível, para evitar complicações cardiopulmonares nos idosos e permitir que o paciente ande o mais cedo possível”, enfatiza Thiago. “Por isso, é muito importante a prevenção de quedas no idoso, além do tratamento clínico com atividade físicas, alimentação adequada e controle da osteoporose”, completa Thiago.

Prevenção – Entre as recomendações para prevenir queda em pacientes acima de 60 anos estão, retirar os tapetes e móveis baixos, incluir corrimão nas escadas e barras de apoio nos banheiros e prevenir a osteoporose com tratamento e atividade física.

“Prevenção de quedas, avaliação periódica, realização de exercícios físicos para fortalecer os músculos e aumentar a amplitude dos movimentos, estão entre os fatores fundamentais para evitar acidentes dentro de casa e a queda de idosos”, orientou Rogério Fuchs.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 o Brasil tinha cerca de 16 milhões de idosos. Mas a estimativa é que em 2060 esse número salte para 56 milhões.

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