Thiago Fuchs

Thiago Fuchs palestra no 35º Congresso Mundial de Medicina do Esporte

Nesta quarta-feira (12), o médico ortopedista especialista em joelho e quadril do Instituto Fuchs, Thiago Fuchs, palestra no 35º Congresso Mundial de Medicina do Esporte e 30º Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e do Esporte, no Rio de Janeiro.

O congresso é realizado pela International Federation of Sports Medicine em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE). Foram convidados 180 médicos e especialistas entre os melhores do mundo para debater para mais de 1,5 mil profissionais e estudantes da área da saúde entre os dias 12 e 15 de setembro.

O ortopedista curitibano participa na sessão “Traumatologia do Esporte e Exercício” com aula sobre tema “Nova conduta para avaliação da dor no quadril em corredores”.

Segundo Fuchs, a dor do paciente corredor precisa ser identificada e compreendida para que depois o tratamento adequado com um protocolo integrado que envolve preparação muscular, nutrição e rotina de treinos seja aplicado.

“É preciso entender o motivo da dor de quem pratica atividade física e só depois prescrever um tratamento integrado com vários profissionais que influenciam na saúde do atleta”, explica Thiago.

A visão multidisciplinar no atendimento de atletas é o foco do evento. Estarão presentes médicos, educadores físicos, fisioterapeutas, nutricionistas e outras especialidades focadas no esporte.

Além da visão da ortopedia, o evento abrange temas de todo o universo esportivo e terá discussões que envolvem a vida ativa do atletas de alto rendimento e amadores; sedentarismo; prevenções de lesões e traumas; nutrição; doping; genética e sua influência em cada indivíduo; métodos para quebrar recordes em maratonas e o futuro dentro do universo esportivo para os transgêneros.

Entre os destaques da programação científica desta edição do Congresso Mundial está:

• Gênero, Saúde Sexual e Reprodução;
• Atividade Física Adaptada e Deficiência Física;
• Avaliação Pré-participação e Elegibilidade no Esporte;
• Prevenção de Lesões no Exercício e no Esporte;
• Concussão no Atleta;
• Reabilitação Cardíaca e Pulmonar;
• Morte Súbita Cardíaca no Exercício e no Esporte;
• Exercício e Câncer: Prevenção e Tratamento;
• Exercício e o Cérebro;
• Retorno à Competição: Avanços no Diagnóstico e Reabilitação;
• Avanços Em Nutrição no Exercício e no Esporte;
• Novos Avanços Em Controle Anti-doping;
• Novas Tecnologias na Medicina do Esporte;
• Genômica: Implicações para a Saúde e o Desempenho;
• Questões Médicas, Legais e Éticas no Exercício e no Esporte;
• Exercício: o “melhor Negócio” na Medicina;
• Monitoramento Fisiológico do Atleta de Alto Desempenho; e
• Aspectos Fisiológicos da Competição na Altitude;

VÍDEO: Tenho impacto bilateral. Se eu não fizer cirurgia terei artrose? Thiago Fuchs responde!

Estudos mostram que pacientes com impacto femoracetabular sintomático (com dor), em 15 anos, possuem 70% de chance de precisar de uma prótese do quadril. Dr. Thiago Fuchs explica! Confira:

 

Instituto Fuchs Live

O Instituto Fuchs promove discussões sobre temas relacionados ao quadril e joelho com objetivo de compartilhar conhecimento científico de qualidade com a população mensalmente pela página oficial no Facebook.

Live: Opções e técnicas de tratamento não cirúrgico do joelho

O médico ortopedista especialista em joelho e quadril do Instituto Fuchs, Thiago Fuchs, e a fisioterapeuta Rubia Benatti se reuniram na noite desta terça-feira (4) para responder dúvidas de internautas sobre métodos não cirúrgicos para tratamento do joelho.

O encontro é uma iniciativa do Instituto Fuchs que reúne mensalmente ortopedistas e convidados para levar conhecimento científico de qualidade para a população em transmissão ao vivo e interativa pelo Facebook.

Durante o bate-papo, os especialistas falaram sobre temas como prevenção de problemas articulares, fortalecimento da musculatura e tratamentos.

Confira na íntegra:

Thiago Fuchs palestra sobre impacto femoracetabular no 1º Simpósio Multidisciplinar em Traumatologia do Esporte

O médico ortopedista especialista em cirurgia do joelho e quadril do Instituto Fuchs, Thiago Fuchs, participa do 1º Simpósio Multidisciplinar em Traumatologia do Esporte, da Faculdade IBRATE e do Instituto Joelho e Ombro, neste sábado (25), em Curitiba.

O evento conta com diversas palestras de profissionais renomados que atuam na recuperação e qualidade de vida de atletas.

Thiago Fuchs participa como moderador, a partir das 14 horas, da mesa-redonda sobre impacto femoroacetabular com a participação de especialistas em quadril e fisioterapeutas.

“A discussão sobre Impacto Femoroacetabular entre especialistas em quadril e fisioterapeutas é fundamental para definir qual o melhor tratamento para cada caso, principalmente pensando na preservação da articulação”, comenta Thiago.

O evento vai abordar inúmeros temos relacionadas à saúde do atleta, desde a prevenção até as técnicas mais avançadas de tratamento.

Confira a programação completa clicando aqui.

Artrose tem cura? Thiago Fuchs responde essa e outras perguntas ao vivo no Facebook

O Instituto Fuchs promoveu uma discussão ao vivo pelo Facebook na noite desta terça-feira (14). Nesta oportunidade, o Dr. Thiago Fuchs, médico ortopedista especialista do joelho e quadril, tirou dúvidas e respondeu os internautas sobre o tema “Dor no Quadril do Jovem”.

Entre as questões enviadas, Thiago Fuchs respondeu dúvidas sobre sobre estalos, artrose, próteses e infiltração de ácido hialurônico no tratamento de lesões no quadril.

Artrose tem cura?

A artrose é uma doença que não tem cura. O problema é caracterizado pelo desgaste da cartilagem dos dois lados da articulação. Existem tratamentos paliativos, mas o fim do problema está relacionado com uma artroplastia da articulação afetada pela doença.

“A artrose ainda é uma doença irreversível. O mundo busca o estudo sobre a artrose e quais as soluções para esse problema articular. Artrose não tem cura. A cirurgia substitui a artrose por uma prótese. Existem tratamentos da artrose sem cirurgia… os tratamentos biomecânicos, posturais, analgésicos e terapias biológicas que buscam a melhora da condição da articulação para ganhar mais tempo e durabilidade”, afirma Thiago Fuchs.

“Até o momento, nós temos tratamentos preservadores e paliativos. A cura é uma cirurgia de substituição, uma artroplastia da articulação, no caso do quadril, uma prótese total do quadril”, explica o especialista.

Ácido hialurônico ajuda no tratamento de artroses avançadas?

De acordo com o especialista, a infiltração de ácido hialurônico na articulação só apresenta bons resultados em lesões de cartilagem e artroses iniciais ou quando o paciente apresenta uma artrose moderada e precisa de um tratamento paliativo pensando em adiar a prótese de quadril.

“O ácido hialurônico é um componente que lubrifica a articulação. A infiltração busca lubrificação articular, melhora da nutrição da cartilagem articular e o estímulo para produção de mais ácido hialurônico. Para pacientes com artrose avançada, com deformidade óssea muito grande, a ação do ácido hialurônico é reduzida e a gente não indica esse tratamento. Nesses casos, a gente vai buscar uma artroplastia”, explica Thiago.

Dor na virilha após musculação pode ser articulação?

Segundo Thiago, a dor na virilha pode ter inúmeras causas, entre elas problemas abdominais, ginecológicos, mas a dor no quadril relacionada à atividade física em exercícios com flexões maiores do que 90º e com rotação é um sinal de alerta.

“Procure um especialista em quadril. O paciente jovem que tem dor precisa descobrir o que tem e tentar tratar para evitar problemas degenerativos no futuro”, afirma.

Qual a amplitude de movimento após a prótese?

O implante permite um movimento muito próximo de um quadril normal, garante Fuchs. Porém, o paciente deverá tomar algumas precauções nos primeiros meses após a operação.

“O que a gente orienta sempre é que os pacientes tenham cuidado, principalmente nos primeiros três meses, com os movimentos de flexão do quadril acima de 90º e na adução – quando cruza e joga a perna para dentro, com flexão exagerada. É nesse momento em que há o principal período de cicatrização das partes moles, da cápsula articular, da musculatura e da reabilitação. Depois desses três meses, você pode ter um quadril muito próximo do normal, mas que depende de muitos fatores do paciente, da cirurgia e das articulações acima e abaixo”.

Instituto Fuchs Live

O Instituto Fuchs promove discussões sobre temas relacionados ao quadril e joelho com objetivo de compartilhar conhecimento científico de qualidade com a população.

Você pode rever a última transmissão abaixo:

Thiago Fuchs alerta sobre lesões no joelho causadas por amplitude exagerada na musculação

O público de academias que busca saúde, bem-estar e ganho de massa muscular por meio da musculação tem crescido nos últimos anos. Sem orientação de educadores físicos, os riscos de se expor à lesões é grande, principalmente na articulação dos joelhos.

Segundo o médico ortopedista especialista em joelho e quadril Thiago Fuchs, a prática incorreta de exercícios de musculação como agachamentos, afundos, leg press, entre outros, podem sobrecarregar a articulação dos joelhos precocemente.

“A primeira coisa para evitar uma lesão é fazer exercício da maneira correta. Isso envolve alimentação adequada, tempo de repouso, orientação com relação a técnica do exercício, respeitar os limites do corpo”, frisa Thiago.

Habitualmente, o joelho suporta carga de duas vezes o peso do próprio corpo. Quando a amplitude do movimento passa dos 90º, a carga é multiplicada de cinco a sete vezes.

“A gente sabe que atividade com extrema carga com o joelho dobrado mais do que 90º machuca o joelho. Imagine um agachamento com carga de 100 quilos, quando você passa dos 90º são 500 a 700 quilos a cada movimento”, explica o especialista.

Instituto Fuchs Live

A dúvida sobre o impacto da amplitude exagerada nos joelhos foi respondida ao vivo durante transmissão do Instituto Fuchs no Facebook. Mensalmente, o Instituto Fuchs promove discussões sobre temas relacionados ao quadril e joelho com objetivo de compartilhar conhecimento científico de qualidade com a população.

Você pode rever a última transmissão abaixo:

Pacientes tiram dúvidas com ortopedistas em transmissão online

Os médicos ortopedistas especialistas em joelho e quadril do Instituto Fuchs, Rogério Fuchs e Thiago Fuchs, promoveram um novo bate-papo com internautas, pelo Facebook, para discutir assuntos relacionados ao tratamento e causas de dores na articulação do joelho na noite desta terça-feira (24).

Durante uma hora, os especialistas responderam diversas perguntas do público. Entre os principais tópicos estão as lesões causadas pela prática da atividades físicas, cirurgias e próteses no joelho.

Como atleta de musculação pode evitar lesão no joelho?

Segundo Thiago, a prática incorreta de exercícios de musculação como agachamentos, afundos, leg press, entre outros, podem sobrecarregar a articulação dos joelhos precocemente.

“A primeira coisa para evitar uma lesão é fazer exercício da maneira correta. Isso envolve alimentação adequada, tempo de repouso, orientação com relação a técnica do exercício, respeitar os limites do corpo”, frisa Thiago.

Habitualmente, o joelho suporta carga de duas vezes o peso do próprio corpo. Quando a amplitude do movimento passa dos 90º, a carga é multiplicada de cinco a sete vezes.

“A gente sabe que atividade com extrema carga com o joelho dobrado mais do que 90º machuca o joelho. Imagine um agachamento com carga de 100 quilos, quando você passa dos 90º são 500 a 700 quilos a cada movimento”, explica o especialista.

Próteses no joelho é recomendada para pacientes acima de 80 anos?

Segundo os especialistas, a idade não é fator que possa impedir a prótese no joelho. Os pacientes precisam ser avaliados por outros fatores que envolvem o estado clínico. Quando o paciente não possui outras comorbidades, como diabetes, colesterol elevado, histórico de infarto, a artroplastia pode ser indicada e vai promover melhoras na qualidade de vida do idoso.

“Se existir artrose no joelho, deformidades, sofrimento e suas condições clínicas permitirem, a cirurgia pode ser feita sem problema nenhum. Temos paciente que colocou a prótese aos 92 anos de idade e com 96 está feliz da vida”, explica Rogério. “Se for para ter 80, 90, 100 anos, a pessoa precisa de qualidade de vida. Tem que poder caminhar e fazer as coisas do dia a dia”, complementa Thiago.

Instituto Fuchs Live

O Instituto Fuchs é especialista em cirurgia de joelho e do quadril e promove mensalmente discussões sobre temas relacionados ao assunto por meio de transmissão ao vivo pelo Facebook. Durante a live, os ortopedistas respondem dúvidas e questionamentos do público com o objetivo de compartilhar conhecimento científico de qualidade com a população.

Você pode assistir a transmissão aqui:

Dor no quadril em adolescentes é sinal de alerta

Adolescentes com idade entre 13 e 17 anos que têm dor no quadril – especialmente os praticantes de atividades físicas e os que têm alterações no formato dos ossos do quadril são pacientes cada vez mais frequentes no consultório do médico especializado em quadril.

O impacto femoroacetabular (IFA) do quadril é uma das principais causas da dor do quadril em atletas adolescentes e também nos adultos jovens. Além disso, o IFA é um importante fator de risco para o desenvolvimento de artrose no quadril no futuro.

Para se ter uma ideia, estudos internacionais apontam que 15% da população apresenta alterações do formato do quadril compatíveis com o termo impacto femoroacetabular. A associação da dor no quadril com a alteração óssea merece atenção e tratamento individualizado.

O ortopedista e cirurgião do joelho e quadril, Thiago Fuchs, explica que a dor no quadril dos adolescentes é um sinal de alerta e deve ser investigado, principalmente porque o tratamento precoce é um dos principais fatores para melhores resultados.

Ele explica que existe uma preocupação mundial no tratamento precoce, e em individualizar cada procedimento cirúrgico de acordo com a particularidade de cada paciente. “Na artroscopia do quadril não é diferente. A fase do desenvolvimento esquelético varia de acordo com a idade e desenvolvimento hormonal de cada adolescente. Cada paciente deve ser avaliado quanto ao potencial da cartilagem de crescimento para não prejudicar o desenvolvimento ósseo”, relata Thiago.

O IFA – O Impacto Femoroacetabular (IFA) é, basicamente, o contato anormal entre os ossos do quadril que ocorre durante os movimentos.
Em quadris normais, durante movimentos do dia-a-dia ou atividades físicas, não existe contato agressivo entre o fêmur e o acetábulo. Mas diante de um quadro de IFA, é observado o impacto entre as estruturas que compõem o quadril (colo do fêmur e o osso acetábulo) e consequentemente o comprometimento de toda a biomecânica dessa articulação, lesão do labrum e da cartilagem articular.

“Esse impacto passa a acontecer durante os movimentos do cotidiano como ficar sentado ou cruzar as pernas, e o dano pode aumentar nos casos da prática de atividades físicas que envolvam grandes amplitudes de movimento do quadril, como ballet, artes marciais, crossfit, esportes com saltos e rotação do quadril”, explica Thiago Fuchs.

Com o passar do tempo e a execução repetitiva dos movimentos, esse impacto anormal pode resultar em excessivo atrito e consequentemente lesões das estruturas moles interpostas na articulação, como labrum e cartilagem. “Essa condição é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de um desgaste precoce do quadril em pacientes jovens”, reforça Thiago.

SINTOMAS – A dor geralmente é na virilha e profunda. Alguns pacientes apresentam sintomas de dor ou desconforto no joelho, púbis e articulação sacroilíaca como consequência da doença no quadril. O IFA pode ser confundido com lesões musculares (distensões da coxa ou da virilha). A dor é a principal queixa, em geral relacionada com atividades físicas e com movimentos de flexão-rotação do quadril. Outras queixas incluem falta de mobilidade, travamentos e estalidos no quadril.

LESÃO DE LABRUM – A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do IFA, displasia do quadril e hipermobilidade articular.

Quando a lesão do labrum é sintomática, o paciente pode necessitar de uma cirurgia para tratamento definitivo. É muito importante definir a causa da lesão do labrum para indicar o tratamento ideal para cada caso. Estudos demonstram excelentes resultados da Artroscopia do Quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular em adolescentes.

“Impacto femoroacetabular tipo CAM (femoral) é mais frequente em meninos, e o tipo Pincer (acetabular) é mais comum nas meninas. Além disso, a fase de maturação esquelética é diferente entre paciente de sexos diferentes com a mesma idade. Geralmente as meninas têm a maturação esquelética mais precoce. Individualizar cada caso é fundamental para o sucesso do tratamento”, relata o cirurgião.

EXEMPLO DE SUCESSO – O estudante, Guilherme Dutra de Oliveira Gusmão, 17 anos, sentia fortes dores no quadril desde os 12 anos. Praticante assíduo de musculação e jogador de futebol, Guilherme tomava medicamentos para suportar as dores após os exercícios. “Fiz seis meses de fisioterapia e tomava remédios sem alívio algum”, conta Guilherme.

Foram cinco anos de sofrimento. Há quatro meses ele foi submetido a uma artroscopia do quadril. “No começo foi estranho sentir o quadril com mais rotação, já que eu tinha o movimento limitado. A força foi voltando aos poucos e agora, quatro meses depois, estou liberado para fazer academia. Não sinto mais dor alguma”, relata Guilherme.t

Segundo ele, no momento, seu maior sonho está prestes a ser realizado. “O que eu mais quero é voltar a correr e jogar bola. Faltam apenas dois meses”, conta.

Artroscopia do quadril para lesão do labrum em adolescentes apresenta ótimos resultados

 

A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do impacto femoroacetabular, displasia do quadril e hipermobilidade articular.
Quando sintomática, a lesão do labrum pode precisar de uma artroscopia do quadril para tratamento definitivo.
Diversos estudos na literatura mundial demonstram excelentes resultados da artroscopia do quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular, com alta taxa de satisfação e excelentes scores funcionais.
Saiba mais sobre lesão do labrum e artroscopia do quadril em nosso site www.institutofuchs.com.br .

TIPOS DE PRÓTESE DE QUADRIL

A utilização de um implante (prótese) de qualidade é fundamental para garantir bons resultados e durabilidade aos pacientes que passam por uma artroplastia total de quadril.

Existe no mercado mundial uma infinidade de modelos e fabricantes de próteses, variando desde o tipo de fixação da prótese ao osso, até o tipo de material utilizado nos componentes e nas superfícies de contato onde ocorre o movimento.

Da mesma forma que um quadril natural, a prótese de quadril possui basicamente 2 partes: acetabular e femoral. A fixação ao osso pode ser com cimento ósseo ou não-cimentada, onde os componentes são impactados no osso.

O componente acetabular não-cimentado é composto de uma cúpula metálica e um revestimento interno que pode ser de cerâmica, polietileno ou metal. O acetábulo cimentado é feito totalmente de polietileno.

O componente femoral é composto de duas partes: haste e cabeça femoral. A haste é feita de metal, sendo polida nas hastes cimentadas e de superfície porosa nas não-cimentadas. A cabeça femoral pode ser feita de metal e cerâmica.

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