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Curso reúne especialistas em medicina preservadora e reparadora do quadril

O Grupo Meu Quadril promove, nos dias 03 e 04 de agosto, em Curitiba, o Encontro de Medicina Preservadora e Reparadora do Quadril – Artroscopia do Quadril.

Nos dois dias de curso – com vagas limitadas – serão realizadas aulas sobre Medicina Preservadora e Artroscopia do Quadril, Discussão Interativa de Casos e Cirurgias ao vivo.

Entre os palestrantes estão: Thiago Fuchs (Curitiba), David Gusmão (Porto Alegre), Inácio Ventura (Brasília), Bruno Rabello (Rio de Janeiro), João Lopo (Belo Horizonte), Cristiano Saliba (Curitiba) e Rúbia Benatti (Curitiba).

O curso é uma realização do Instituto Fuchs e Grupo Meu Quadril, com apoio da Tecno Medical e Smith&Nephew.

Inscrições: contato@institutofuchs.com.br

Thiago Fuchs tira dúvidas sobre quadril em transmissão pelo Facebook

O Dr Thiago Fuchs, cirurgião especialista em joelho e quadril, participou nesta terça-feira (03) de uma transmissão ao vivo – pelo Canal do Instituto Fuchs no Facebook – onde tirou dúvidas dos pacientes sobre “Dor no Quadril, possíveis causas”.

Durante uma hora, o Dr. Thiago respondeu todas as perguntas do público. Entre os temas abordados, a dor no quadril do jovem, quando fazer a artroscopia do quadril, prótese em quadril de idoso, tratamento conservador para lesão no quadril, estalos no quadril, a importância de exercícios físicos orientados para evitar lesões, artrose e outros.

O próximo LIVE do Instituto Fuchs será no dia 24 de julho, às 19h, sobre”Dor no joelho, possíveis causas”.

 

Dor no quadril em adolescentes é sinal de alerta

Adolescentes com idade entre 13 e 17 anos que têm dor no quadril – especialmente os praticantes de atividades físicas e os que têm alterações no formato dos ossos do quadril são pacientes cada vez mais frequentes no consultório do médico especializado em quadril.

O impacto femoroacetabular (IFA) do quadril é uma das principais causas da dor do quadril em atletas adolescentes e também nos adultos jovens. Além disso, o IFA é um importante fator de risco para o desenvolvimento de artrose no quadril no futuro.

Para se ter uma ideia, estudos internacionais apontam que 15% da população apresenta alterações do formato do quadril compatíveis com o termo impacto femoroacetabular. A associação da dor no quadril com a alteração óssea merece atenção e tratamento individualizado.

O ortopedista e cirurgião do joelho e quadril, Thiago Fuchs, explica que a dor no quadril dos adolescentes é um sinal de alerta e deve ser investigado, principalmente porque o tratamento precoce é um dos principais fatores para melhores resultados.

Ele explica que existe uma preocupação mundial no tratamento precoce, e em individualizar cada procedimento cirúrgico de acordo com a particularidade de cada paciente. “Na artroscopia do quadril não é diferente. A fase do desenvolvimento esquelético varia de acordo com a idade e desenvolvimento hormonal de cada adolescente. Cada paciente deve ser avaliado quanto ao potencial da cartilagem de crescimento para não prejudicar o desenvolvimento ósseo”, relata Thiago.

O IFA – O Impacto Femoroacetabular (IFA) é, basicamente, o contato anormal entre os ossos do quadril que ocorre durante os movimentos.
Em quadris normais, durante movimentos do dia-a-dia ou atividades físicas, não existe contato agressivo entre o fêmur e o acetábulo. Mas diante de um quadro de IFA, é observado o impacto entre as estruturas que compõem o quadril (colo do fêmur e o osso acetábulo) e consequentemente o comprometimento de toda a biomecânica dessa articulação, lesão do labrum e da cartilagem articular.

“Esse impacto passa a acontecer durante os movimentos do cotidiano como ficar sentado ou cruzar as pernas, e o dano pode aumentar nos casos da prática de atividades físicas que envolvam grandes amplitudes de movimento do quadril, como ballet, artes marciais, crossfit, esportes com saltos e rotação do quadril”, explica Thiago Fuchs.

Com o passar do tempo e a execução repetitiva dos movimentos, esse impacto anormal pode resultar em excessivo atrito e consequentemente lesões das estruturas moles interpostas na articulação, como labrum e cartilagem. “Essa condição é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de um desgaste precoce do quadril em pacientes jovens”, reforça Thiago.

SINTOMAS – A dor geralmente é na virilha e profunda. Alguns pacientes apresentam sintomas de dor ou desconforto no joelho, púbis e articulação sacroilíaca como consequência da doença no quadril. O IFA pode ser confundido com lesões musculares (distensões da coxa ou da virilha). A dor é a principal queixa, em geral relacionada com atividades físicas e com movimentos de flexão-rotação do quadril. Outras queixas incluem falta de mobilidade, travamentos e estalidos no quadril.

LESÃO DE LABRUM – A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do IFA, displasia do quadril e hipermobilidade articular.

Quando a lesão do labrum é sintomática, o paciente pode necessitar de uma cirurgia para tratamento definitivo. É muito importante definir a causa da lesão do labrum para indicar o tratamento ideal para cada caso. Estudos demonstram excelentes resultados da Artroscopia do Quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular em adolescentes.

“Impacto femoroacetabular tipo CAM (femoral) é mais frequente em meninos, e o tipo Pincer (acetabular) é mais comum nas meninas. Além disso, a fase de maturação esquelética é diferente entre paciente de sexos diferentes com a mesma idade. Geralmente as meninas têm a maturação esquelética mais precoce. Individualizar cada caso é fundamental para o sucesso do tratamento”, relata o cirurgião.

EXEMPLO DE SUCESSO – O estudante, Guilherme Dutra de Oliveira Gusmão, 17 anos, sentia fortes dores no quadril desde os 12 anos. Praticante assíduo de musculação e jogador de futebol, Guilherme tomava medicamentos para suportar as dores após os exercícios. “Fiz seis meses de fisioterapia e tomava remédios sem alívio algum”, conta Guilherme.

Foram cinco anos de sofrimento. Há quatro meses ele foi submetido a uma artroscopia do quadril. “No começo foi estranho sentir o quadril com mais rotação, já que eu tinha o movimento limitado. A força foi voltando aos poucos e agora, quatro meses depois, estou liberado para fazer academia. Não sinto mais dor alguma”, relata Guilherme.t

Segundo ele, no momento, seu maior sonho está prestes a ser realizado. “O que eu mais quero é voltar a correr e jogar bola. Faltam apenas dois meses”, conta.

Especialistas alertam sobre os cuidados com o joelho e quadril no Crossfit

Considerado o segundo país do mundo em número de locais de treinos de Crossfit, os chamados Boxes, o Brasil está contabilizando cada vez mais praticantes deste esporte que mescla elementos do atletismo com a ginástica olímpica.

Apenas o Estados Unidos possui mais espaços de Crossfit que o Brasil, que já supera Canadá e Austrália. Ao todo, são cerca de 611 boxes que ensinam a modalidade.

“O Crossfit é uma modalidade que trabalha o corpo por completo, e também a mente, direcionando seus praticantes a completarem os objetivos propostos. Mas é fundamental que os treinos sejam individualizados para cada atleta, evitando agravar um problema já existente ou causar uma nova lesão nas articulações, principalmente no quadril, joelho, ombro e coluna”, alerta o ortopedista Thiago Fuchs.

Os locais de Crossfit apresentam diferentes tipos de treinos e exercícios, tanto para iniciantes quanto para os praticantes mais experientes. O ideal, antes de fazer a matrícula é pesquisar um Box licenciado e que tenha instrutores capacitados e treinados. “Além disso, uma avaliação física inicial e as aulas de técnica dos exercícios para aprender a maneira correta de realizar cada movimento, contribuem para a prática saudável do Crossfit”, completa.
Respeitar Limites – Uma das principais orientações do especialista é o respeito ao limite físico de cada pessoa.
“Existem diferentes níveis de exigência dos exercícios e de capacidade física dos praticantes. Portanto, um iniciante não deve tentar se superar realizando atividades acima do seu plano de treino. É preciso ter cuidados com alguns exercícios e respeitar o seu limite físico”, reforça o cirurgião do joelho Rogério Fuchs, com mais de 30 anos de atuação.

Cuidados com o joelho – Entre as dicas para evitar lesões no joelho, Rogerio Fuchs, ressalta que movimentos com flexão acima de 90 graus podem aumentar em 5 a 7 vezes a sobrecarga na cartilagem articular e também nos meniscos (amortecedores do joelho), o que pode gerar uma lesão. “Atividades com saltos repetitivos podem gerar uma inflamação anterior no joelho, a tendinite patelar”, alerta.

Cuidados com o quadril – O quadril também pode ser afetado por alguns exercícios, principalmente por aqueles que necessitam de uma hiperflexão do quadril – acima de 90 graus em relação ao tronco, como nos saltos em caixas e nos levantamentos de peso.
“Pessoas com alterações ósseas de impacto femoroacetabular precisam cuidar para evitar a lesão do labrum acetabular”, menciona Thiago.

A orientação universal é para que em caso de dor, desconforto ou dificuldade para algum tipo de movimento no treino, procure uma orientação especializada e converse com o instrutor.
“Isso vai evitar problemas maiores, que podem levar ao afastamento das atividades por um período ou até a necessidade de uma cirurgia”, finaliza Thiago Fuchs.

COMO OS NOSSOS PAIS

O Jornal GAZETA DO POVO publicou neste final de semana, reportagem com o Dr. Thiago Fuchs e Rogério Fuchs, no GUIA DE GRADUAÇÃO.

Confiram:

No dia Nacional da Saúde especialista alerta sobre dor no quadril do jovem

 

Na data em que é comemorado o Dia Nacional da Saúde (05 de agosto) o Instituto Fuchs alerta para um problema que atinge 5% da população: dor no quadril.

Uma das razões para dores no quadril do jovem é a lesão numa estrutura chamada lábio (ou labrum) do acetábulo. Essa patologia leva a queixas principalmente na região da virilha e profunda do quadril, e muitas vezes limita a pessoa em suas atividades, especialmente na prática esportiva.

Alguns pacientes com lesão do labrum apresentam estalos ou clicks no quadril, e às vezes, sensação de deslocamento.

O labrum – estrutura fibrocartilaginosa que funciona como uma válvula no quadril é responsável por promover um melhor encaixe entre os ossos que compõem essa articulação (cabeça do fêmur e acetábulo).

“O labrum é fundamental para o movimento saudável. Suas principais funções são a vedação da articulação, aumento da estabilidade do quadril, lubrificação e absorção de impacto”, explica o ortopedista e especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs.

Segundo ele, a lesão do labrum pode ser considerada como um fator de risco para degeneração do quadril. “As lesões do labrum são reconhecidas como uma fonte de dor e desconforto no quadril no esporte”, completa Thiago.

Ele explica que se o labrum estiver danificado, o estresse entre os ossos do quadril aumenta consideravelmente, com dados mostrando uma piora na sobrecarga em até 92%. Tal estresse pode, a longo prazo, provocar um desgaste mais grave na articulação, levando à artrose.

 

TIPOS DE LESÃO – Existem dois tipos de lesão do labrum no quadril: degenerativa e traumática. A degenerativa é uma lesão crônica que ocorre como resultado de uso e atividade repetitiva. “É o tipo de lesão mais frequente e quase sempre está relacionada ao impacto femoroacetabular”, comenta Thiago.

 

Uma lesão traumática é geralmente aguda, resultado de uma lesão esportiva, queda ou acidente. Está associada com manobras bruscas de torção, comum no tênis e futebol, que causam dor imediata no quadril.

 

TRATAMENTO – As estatísticas mostram que 95% das pessoas que sofreram lesão do labrum relacionada ao impacto femoroacetabular conseguem retornar às suas atividades esportivas após o tratamento adequado.

De acordo com o cirurgião do quadril, Dr. Thiago Fuchs, do Instituto Fuchs, pacientes que apresentam dores no quadril devem procurar um especialista. “Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, melhor será o prognóstico”, alertou Thiago.

O tratamento para essa lesão começa com um diagnóstico clínico preciso e exames de imagem específicos. A partir dessas informações será decidida a necessidade de uma cirurgia para reparar o lábio lesionado e tratar a causa do problema, geralmente o impacto femoroacetabular. “O tratamento do impacto femoroacetabular com lesão do labrum, sintomático, nos pacientes jovens é cirúrgico na maioria dos casos”, explica Thiago Fuchs.

Entre as possibilidades de tratamento cirúrgico, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril está a artroscopia, técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações. No procedimento uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação por pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

Nos casos de tratamento conservador, e também após a cirurgia, a reabilitação com fisioterapia é muito importante para melhorar o movimento do quadril, estabilizar a articulação, fortalecer a musculatura, diminuir o estresse na região e permitir o retorno do paciente ao esporte.

 

CASO DE SUCESSO – O empresário Bruno Bewalski, de 31 anos, sentia fortes dores no quadril que passaram a limitar a prática de esportes. Após passar por uma artroscopia de quadril, realizada pelo Dr.Thiago Fuchs há cerca de dois anos, a sua rotina mudou completamente. “Hoje não tenho mais nenhuma limitação. Após a recuperação da cirurgia e reabilitação com fisioterapia voltei a surfar e estou super bem”, conta Bruno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Praticantes de vôlei devem redobrar os cuidados com joelho e quadril

 

O Brasil, e em especial Curitiba, está novamente sediando um grande evento esportivo que atrai os olhares de todo o mundo, com a disputa da fase final da Liga Mundial de Vôlei Masculino, que começou na última terça-feira (4), na Arena da Baixada, e prossegue até sábado (8). Atletas profissionais e amadores de voleibol, porém, precisam redobrar alguns cuidados para evitar lesões decorrentes do esporte e que atingem principalmente as regiões do quadril e do joelho.

O ortopedista Thiago Fuchs, especialista em cirurgia do quadril, do Instituto Fuchs, explica que durante uma partida de vôlei, existem dois momentos em que o atleta está “mais vulnerável” a esses problemas: na hora da impulsão para saltar e depois, no movimento contrário, de aterrissagem.

Na primeira situação, de impulsão, o ortopedista explica que ocorre uma grande contração da musculatura para impulsionar o esportista a saltar. Posteriormente, na hora da aterrissagem, os músculos precisam amortecer o impacto do corpo com o solo. “O quadril pode sofrer lesões em qualquer uma dessas fases. Já com os joelhos, as lesões são mais frequentes no momento de aterrissagem, na hora do impacto do corpo com o solo”, comenta Thiago.

Para o ortopedista e cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs, os atletas de finais de semana não precisam abrir mão dessa atividade por medo de se machucar. “A atividade física está diretamente ligada à saúde física e emocional e nisso estão inclusos esse tipo de passatempo. Só que as atividades que não são praticadas com regularidade precisam de ainda mais cuidado e orientação para evitar danos ao organismo como um todo. Ter uma musculatura fortalecida e alongada, realizar os movimentos seguindo as técnicas corretas e com orientação profissional, de preferência, podem evitar lesões por sobrecarga nas articulações”, salienta o médico.

Instituto Fuchs promove Curso sobre Artroscopia do Quadril

 

O Dr. Thiago Fuchs, ortopedista especializado em cirurgia do quadril, promove nesta sexta-feira e sábado (02 e 03 de junho), em Curitiba, o Curso e Treinamento em Artroscopia do Quadril, realizado juntamente com a Tecnomedical, fornecedora dos materiais Smith&Nephew.

A primeira parte do curso, inclui aulas teóricas sobre diagnóstico de impacto femoroacetabular, técnicas e dicas sobre artroscopia do quadril, demonstração de instrumentais e treinamento em modelos sintéticos.

      

Já a parte prática do curso será realizada neste sábado (03), no Hospital Marcelino Champagnat, aonde os participantes assistirão duas cirurgias, ao vivo, de artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular e lesão do labrum.

Segundo Thiago Fuchs, a escolha do Hospital Marcelino Champagnat para as aulas práticas em artroscopia do quadril se deve à qualidade e segurança do Hospital, que possui certificação internacional e equipamentos de ponta.

“Além disso, o Marcelino Champagnat possui uma equipe especializada e bem treinada para prestarmos o melhor serviço ao paciente, e também repassar conhecimento técnico com qualidade”, resume Thiago Fuchs.

Participaram do curso de artroscopia do quadril médicos que estão fazendo especialização em cirurgia do quadril e ortopedistas e cirurgiões de quadril de Brasília, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazonas que buscam aprimorar o conhecimento sobre a artroscopia do quadril – técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações.

 

O QUE É – A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril.

No procedimento de artroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação através de pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs – um dos fundadores do Instituto Fuchs, referência neste tipo de procedimento – explica que há muitos anos a videoartroscopia é utilizada para tratamento de lesões articulares, como no joelho e ombro.

“A artroscopia do quadril está em evolução constante e o seu uso cresce mundialmente, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e da lesão do labrum”, completa Thiago.

Segundo ele, outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinites, lesões de cartilagem, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia.

A recuperação inicial de uma artroscopia do quadril geralmente dura 3 meses, e após esse período é necessário um trabalho de reforço muscular e treinos específicos para atividades físicas.

A taxa de retorno ao esporte após a artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular é de aproximadamente 95%.

Instituto Fuchs promove curso de Artroscopia do Quadril

O Dr. Thiago Fuchs, ortopedista especializado em cirurgia do quadril, promoveu nesta sexta-feira e sábado (12 e 13 de maio), em Curitiba, o 1º Curso e Treinamento em Artroscopia do Quadril da linha Linvatec/ Conmed, desenvolvido pela L&G Materiais Cirúrgicos com a participação do Instituto Fuchs.

A primeira parte do curso, incluiu as aulas teóricas sobre diagnóstico de impacto femoroacetabular, técnicas e dicas sobre artroscopia do quadril e demonstração de instrumentais.

Já a parte prática do curso foi realizada neste sábado (13), no Hospital Marcelino Champagnat, aonde os participantes do curso assistiram duas cirurgias de artroscopia do quadril ao vivo.

Segundo Thiago Fuchs, a escolha do Hospital Marcelino Champagnat para as aulas práticas em artroscopia do quadril se deve à qualidade e segurança do Hospital, que possui certificação internacional e equipamentos de ponta.

“Além disso, o Marcelino Chapagnat possui uma equipe especializada e bem treinada para prestarmos o melhor serviço ao paciente, e também repassar conhecimento técnico com qualidade”, resume Thiago Fuchs.

Participaram do curso de artroscopia do quadril médicos que estão fazendo especialização em cirurgia do quadril e cirurgiões de quadril de outros estados que buscam aprimorar o conhecimento sobre a artroscopia do quadril – técnica cirúrgica para tratamento de lesões dentro e ao redor das articulações.

O QUE É – A artroscopia do quadril é uma técnica cirúrgica, com baixa taxa de complicação – entre 1% e 5% – e excelentes resultados no tratamento de lesões no quadril.

No procedimento de artroscopia uma câmera de vídeo e instrumentos específicos são introduzidos na articulação através de pequenas incisões na pele de aproximadamente 1 centímetro.

O médico especialista em cirurgia do quadril, Thiago Fuchs – um dos fundadores do Instituto Fuchs, referência neste tipo de procedimento – explica que há muitos anos a videoartroscopia é utilizada para tratamento de lesões articulares , como no joelho e ombro.

“A artroscopia do quadril está em evolução constante e o seu uso cresce mundialmente, principalmente no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) e da lesão do labrum”, completa Thiago.

Segundo ele, outras patologias do quadril, como a bursite e as tendinites, lesões de cartilagem, corpos livres intra-articulares e lesões do ligamento redondo também podem ser tratadas por artroscopia.

A recuperação inicial de uma artroscopia do quadril geralmente dura 3 meses, e após esse período é necessário um trabalho de reforço muscular e treinos específicos para atividades físicas.

A taxa de retorno ao esporte após a artroscopia do quadril para tratamento do impacto femoroacetabular é de aproximadamente 95%.

Médicos do joelho e quadril realizam cirurgias mais eficazes com o uso de impressora 3D

Dr Rogério Fuchs com joelho em 3D

Uma nova técnica está tornando as cirurgias de joelho e quadril muito mais precisas e eficazes. Trata-se do uso de protótipos de ossos confeccionados em impressoras 3D que permitem o planejamento prévio de uma cirurgia.

Para criar uma cópia de plástico da estrutura óssea do joelho de um paciente, por exemplo, são utilizadas como base imagens de ressonância magnética ou tomografia computadorizada da articulação, de modo que a cópia saia com o tamanho e as características idênticas ao original.

Esta técnica que é capaz de reproduzir os ossos do esqueleto humano já é utilizada há mais de um ano pelo ortopedista e cirurgião especialista em joelho, Rogério Fuchs, do Instituto Fuchs.

“A impressão dos ossos em 3D nos dá uma ideia real daquilo que vamos encontrar durante a cirurgia, permitindo o planejamento prévio de cada caso”, explica o médico Rogério Fuchs, que há mais de 30 anos realiza cirurgias do joelho, em Curitiba.

Como funciona – O princípio da impressora 3D é o mesmo da impressora convencional. No entanto, no lugar da tinta, é colocado na impressora 3D um pó, gel ou filamento de metal ou de plástico, que, em vez de letras, imprime camada por camada peças tridimensionais como joelhos, ombros ou quadris.

“A técnica permite uma personalização sem precedentes na medicina. É uma revolução para o planejamento, para o diagnóstico e também sob o aspecto terapêutico”, relata Rogério Fuchs.  “Isso porque o molde nos permite prever a real dificuldade que teremos na cirurgia, e também avaliar previamente se os materiais existentes no mercado serão suficientes e adequados para aquele caso ou se teremos que mandar confeccionar um implante específico, exatamente de acordo com a necessidade daquele paciente”, completou o cirurgião do joelho.

Exemplo – Há cerca de um ano, o Dr. Rogério Fuchs atendeu uma paciente que apresentava deformidades nos joelhos desde o nascimento, já tendo passado por outras 15 cirurgias.

“Para estudar este caso complexo, fizemos um protótipo do joelho da paciente em 3D e entramos na cirurgia com dois tipos de materiais, sendo que um deles foi perfeito para aquela paciente que hoje está muito bem”, relata Dr. Fuchs.

Segundo ele, o benefício deste tipo de tecnologia é que ele permite programar a escolha dos melhores materiais disponíveis no mercado, de acordo com cada caso.

“Além disso, o molde ajuda a reduzir o tempo de cirurgia e garante melhores resultados, já que ele permite uma simulação prévia da cirurgia”, completou Rogério Fuchs.

Avanço – O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) lançou um site dedicado ao compartilhamento de arquivos para impressão em 3D, relacionados à saúde e à ciência, como peças de laboratório e modelos anatômicos humanos.

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