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Dr.Rogério Fuchs participa, na França, da 18ª Jornada de Cirurgia do Joelho

O Dr. Rogério Fuchs participa da 18ª Jornada de Cirurgia do Joelho, em Lyon, na França.
Este congresso é dedicado exclusivamente à REVISÃO da prótese total do joelho. O encontro tem transmissão interativa para diversos países.
São 718 profissionais reunidos durante três dias para discussões. A jornada promove debates diversos sobre as causas e formas de revisão da prótese, bem como as etapas do procedimento cirúrgico.

Thiago Fuchs palestra no 35º Congresso Mundial de Medicina do Esporte

Nesta quarta-feira (12), o médico ortopedista especialista em joelho e quadril do Instituto Fuchs, Thiago Fuchs, palestra no 35º Congresso Mundial de Medicina do Esporte e 30º Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e do Esporte, no Rio de Janeiro.

O congresso é realizado pela International Federation of Sports Medicine em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE). Foram convidados 180 médicos e especialistas entre os melhores do mundo para debater para mais de 1,5 mil profissionais e estudantes da área da saúde entre os dias 12 e 15 de setembro.

O ortopedista curitibano participa na sessão “Traumatologia do Esporte e Exercício” com aula sobre tema “Nova conduta para avaliação da dor no quadril em corredores”.

Segundo Fuchs, a dor do paciente corredor precisa ser identificada e compreendida para que depois o tratamento adequado com um protocolo integrado que envolve preparação muscular, nutrição e rotina de treinos seja aplicado.

“É preciso entender o motivo da dor de quem pratica atividade física e só depois prescrever um tratamento integrado com vários profissionais que influenciam na saúde do atleta”, explica Thiago.

A visão multidisciplinar no atendimento de atletas é o foco do evento. Estarão presentes médicos, educadores físicos, fisioterapeutas, nutricionistas e outras especialidades focadas no esporte.

Além da visão da ortopedia, o evento abrange temas de todo o universo esportivo e terá discussões que envolvem a vida ativa do atletas de alto rendimento e amadores; sedentarismo; prevenções de lesões e traumas; nutrição; doping; genética e sua influência em cada indivíduo; métodos para quebrar recordes em maratonas e o futuro dentro do universo esportivo para os transgêneros.

Entre os destaques da programação científica desta edição do Congresso Mundial está:

• Gênero, Saúde Sexual e Reprodução;
• Atividade Física Adaptada e Deficiência Física;
• Avaliação Pré-participação e Elegibilidade no Esporte;
• Prevenção de Lesões no Exercício e no Esporte;
• Concussão no Atleta;
• Reabilitação Cardíaca e Pulmonar;
• Morte Súbita Cardíaca no Exercício e no Esporte;
• Exercício e Câncer: Prevenção e Tratamento;
• Exercício e o Cérebro;
• Retorno à Competição: Avanços no Diagnóstico e Reabilitação;
• Avanços Em Nutrição no Exercício e no Esporte;
• Novos Avanços Em Controle Anti-doping;
• Novas Tecnologias na Medicina do Esporte;
• Genômica: Implicações para a Saúde e o Desempenho;
• Questões Médicas, Legais e Éticas no Exercício e no Esporte;
• Exercício: o “melhor Negócio” na Medicina;
• Monitoramento Fisiológico do Atleta de Alto Desempenho; e
• Aspectos Fisiológicos da Competição na Altitude;

Thiago Fuchs palestra sobre impacto femoracetabular no 1º Simpósio Multidisciplinar em Traumatologia do Esporte

O médico ortopedista especialista em cirurgia do joelho e quadril do Instituto Fuchs, Thiago Fuchs, participa do 1º Simpósio Multidisciplinar em Traumatologia do Esporte, da Faculdade IBRATE e do Instituto Joelho e Ombro, neste sábado (25), em Curitiba.

O evento conta com diversas palestras de profissionais renomados que atuam na recuperação e qualidade de vida de atletas.

Thiago Fuchs participa como moderador, a partir das 14 horas, da mesa-redonda sobre impacto femoroacetabular com a participação de especialistas em quadril e fisioterapeutas.

“A discussão sobre Impacto Femoroacetabular entre especialistas em quadril e fisioterapeutas é fundamental para definir qual o melhor tratamento para cada caso, principalmente pensando na preservação da articulação”, comenta Thiago.

O evento vai abordar inúmeros temos relacionadas à saúde do atleta, desde a prevenção até as técnicas mais avançadas de tratamento.

Confira a programação completa clicando aqui.

Artrose tem cura? Thiago Fuchs responde essa e outras perguntas ao vivo no Facebook

O Instituto Fuchs promoveu uma discussão ao vivo pelo Facebook na noite desta terça-feira (14). Nesta oportunidade, o Dr. Thiago Fuchs, médico ortopedista especialista do joelho e quadril, tirou dúvidas e respondeu os internautas sobre o tema “Dor no Quadril do Jovem”.

Entre as questões enviadas, Thiago Fuchs respondeu dúvidas sobre sobre estalos, artrose, próteses e infiltração de ácido hialurônico no tratamento de lesões no quadril.

Artrose tem cura?

A artrose é uma doença que não tem cura. O problema é caracterizado pelo desgaste da cartilagem dos dois lados da articulação. Existem tratamentos paliativos, mas o fim do problema está relacionado com uma artroplastia da articulação afetada pela doença.

“A artrose ainda é uma doença irreversível. O mundo busca o estudo sobre a artrose e quais as soluções para esse problema articular. Artrose não tem cura. A cirurgia substitui a artrose por uma prótese. Existem tratamentos da artrose sem cirurgia… os tratamentos biomecânicos, posturais, analgésicos e terapias biológicas que buscam a melhora da condição da articulação para ganhar mais tempo e durabilidade”, afirma Thiago Fuchs.

“Até o momento, nós temos tratamentos preservadores e paliativos. A cura é uma cirurgia de substituição, uma artroplastia da articulação, no caso do quadril, uma prótese total do quadril”, explica o especialista.

Ácido hialurônico ajuda no tratamento de artroses avançadas?

De acordo com o especialista, a infiltração de ácido hialurônico na articulação só apresenta bons resultados em lesões de cartilagem e artroses iniciais ou quando o paciente apresenta uma artrose moderada e precisa de um tratamento paliativo pensando em adiar a prótese de quadril.

“O ácido hialurônico é um componente que lubrifica a articulação. A infiltração busca lubrificação articular, melhora da nutrição da cartilagem articular e o estímulo para produção de mais ácido hialurônico. Para pacientes com artrose avançada, com deformidade óssea muito grande, a ação do ácido hialurônico é reduzida e a gente não indica esse tratamento. Nesses casos, a gente vai buscar uma artroplastia”, explica Thiago.

Dor na virilha após musculação pode ser articulação?

Segundo Thiago, a dor na virilha pode ter inúmeras causas, entre elas problemas abdominais, ginecológicos, mas a dor no quadril relacionada à atividade física em exercícios com flexões maiores do que 90º e com rotação é um sinal de alerta.

“Procure um especialista em quadril. O paciente jovem que tem dor precisa descobrir o que tem e tentar tratar para evitar problemas degenerativos no futuro”, afirma.

Qual a amplitude de movimento após a prótese?

O implante permite um movimento muito próximo de um quadril normal, garante Fuchs. Porém, o paciente deverá tomar algumas precauções nos primeiros meses após a operação.

“O que a gente orienta sempre é que os pacientes tenham cuidado, principalmente nos primeiros três meses, com os movimentos de flexão do quadril acima de 90º e na adução – quando cruza e joga a perna para dentro, com flexão exagerada. É nesse momento em que há o principal período de cicatrização das partes moles, da cápsula articular, da musculatura e da reabilitação. Depois desses três meses, você pode ter um quadril muito próximo do normal, mas que depende de muitos fatores do paciente, da cirurgia e das articulações acima e abaixo”.

Instituto Fuchs Live

O Instituto Fuchs promove discussões sobre temas relacionados ao quadril e joelho com objetivo de compartilhar conhecimento científico de qualidade com a população.

Você pode rever a última transmissão abaixo:

Especialistas em quadril promovem curso em Curitiba

Médicos ortopedistas e fisioterapeutas de diversas regiões do Brasil participaram, nos dias 03 e 04 de agosto, em Curitiba, do Encontro MeuQuadril de Medicina Preservadora e Reparadora do Quadril – Artroscopia Do Quadril.

O curso foi realizado pelo grupo MeuQuadril – formado pelos especialistas em quadril :Thiago Fuchs (Curitiba), David Gusmão (Porto Alegre), Inácio Ventura (Brasília), João Lopo (Belo Horizonte) e Bruno Rabello (Rio de Janeiro).

Nos dois dias de curso foram realizadas aulas sobre medicina preservadora e artroscopia do quadril, discussão interativa de casos e cirurgias ao vivo.

“A ideia é promover cursos como este em diferentes regiões do Brasil, sob a coordenação dos médicos que integram o grupo MeuQuadril”, contou o cirurgião, Thiago Fuchs.

Na primeira parte do curso, Thiago falou sobre os exames clínicos e físicos que devem ser realizados para um diagnóstico preciso do paciente com dor no quadril.

“Precisamos saber qual a causa real dos sintomas”, orientou Thiago aos participantes do curso. “Alguns pacientes reclamam de perda de mobilidade, dor e falta de rotação. Doenças prévias e histórias de dor que envolvem o quadril ajudam no diagnóstico e contribuem com o tratamento”, ressaltou Thiago.

De acordo com o cirurgião David Gusmão, de Porto Alegre, o curso reúne profissionais que dividem uma mesma opinião sobre a forma de tratamento do quadril, especialmente no que se refere a preservação da articulação para o tratamento do quadril.

“As patologias do quadril no Brasil e no mundo têm registrado um crescimento muito grande nas cirurgias de substituição ( prótese de quadril). Isso significa que as pessoas estão tendo mais artrose e consequentemente precisando fazer a troca do seu quadril natural. Quando  não é mais possível a preservação, havendo necessidade de substituição, o ideal é fazer com que seja necessária apenas uma cirurgia e que dure toda a vida do paciente”.

Como exemplo Gusmão citou dados da Inglaterra, aonde foram feitas 46 mil cirurgias de próteses de quadril em 2006 e 80 mil em 2016.

O cirurgião de Minas Gerais, João Lopo, enfatizou que no curso foram debatidas e apresentadas as melhores técnicas  – cirúrgicas e não cirúrgicas – para o tratamento do quadril.

“Inclusive abordamos o uso de ultrassonografia no tratamento do quadril, debatemos as melhores técnicas para garantir a qualidade de vida aos nossos pacientes”, declarou João.

Inacio Ventura, cirurgião de Brasília falou sobre o conceito e a fisiopatogenia do impacto femoroacetabular. “Minha aula descreveu um pouco do histórico e de como chegamos a compreensão dessa patologia tão complexa que é a Síndrome do Impacto Femoroacetabular, na qual o tratamento que mais utilizamos é a artroscopia do quadril”, afirmou.

Ele lembrou, que a  troca de informações busca levar o melhor para o paciente, inclusive a compreensão do problema. “O paciente tem que entender o quadro e nos ajudar nas decisões, participar do tratamento junto com o médico”, disse.

Já o cirurgião Bruno Rabello, do Rio de Janeiro, destacou o fato de que o grupo traz para o curso discussões novas e que geralmente não são debatidas amplamente nos congressos. “É um embrião para um segmento muito interessante da preservação articular. Nós não falamos apenas de técnicas cirúrgicas, mas entramos em um ângulo que está muito inicial aqui no Brasil, que são os tratamentos biológicos de recuperação da cartilagem, a opção conservadora da artrose e de terapias biológicas associadas às técnicas cirúrgicas que temos hoje”. “Minhas palestras aqui são sobre o que há de novo. O tratamento tradicional tem um limite e o tratamento biológico traz novas possibilidades”, mencionou Bruno.

FISIOTERAPIA x ORTOPEDIA – Além dos idealizadores do Grupo MeuQuadril, ministraram aulas no curso o cirurgião do quadril, Christiano Saliba (Curitiba), o radiologista Fábio Almeida (Curitiba) e a professora e fisioterapeuta, Rúbia Benatti (Curitiba).

Rúbia falou sobre a fisioterapia na reabilitação de pacientes que passaram por tratamentos cirúrgicos do quadril . “A nossa participação aqui mostra a integração entre a fisioterapia e o cirurgião, e também nosso papel na avaliação pré e pós-operatória. Além disso, abordamos o protocolo de recuperação fisioterapêutica nesses pós-operatórios, que é tão importante quanto o procedimento cirúrgico para a recuperação do paciente”, afirmou.

No segundo dia de curso foram realizadas cirurgias de Artroscopia do Quadril ao vivo, transmitidas aos participantes do curso no Hospital Marcelino Champagnat.

Este módulo do curso foi uma realização do Instituto Fuchs e do grupo MeuQuadril, com apoio da Tecnomedical e Smith&Nephew.

Dr. Thiago Fuchs esclarece dúvidas sobre lesões comuns no quadril e joelho de adolescentes na TV

O médico ortopedista e cirurgião especialista em joelho e quadril, Dr. Thiago Fuchs, esteve na TV Evangelizar, em Curitiba, para esclarecer dúvidas sobre as lesões mais comuns em adolescentes e jovens.

Confira o programa na íntegra:

Curso reúne especialistas em medicina preservadora e reparadora do quadril

O Grupo Meu Quadril promove, nos dias 03 e 04 de agosto, em Curitiba, o Encontro de Medicina Preservadora e Reparadora do Quadril – Artroscopia do Quadril.

Nos dois dias de curso – com vagas limitadas – serão realizadas aulas sobre Medicina Preservadora e Artroscopia do Quadril, Discussão Interativa de Casos e Cirurgias ao vivo.

Entre os palestrantes estão: Thiago Fuchs (Curitiba), David Gusmão (Porto Alegre), Inácio Ventura (Brasília), Bruno Rabello (Rio de Janeiro), João Lopo (Belo Horizonte), Cristiano Saliba (Curitiba) e Rúbia Benatti (Curitiba).

O curso é uma realização do Instituto Fuchs e Grupo Meu Quadril, com apoio da Tecno Medical e Smith&Nephew.

Inscrições: contato@institutofuchs.com.br

Thiago Fuchs tira dúvidas sobre quadril em transmissão pelo Facebook

O Dr Thiago Fuchs, cirurgião especialista em joelho e quadril, participou nesta terça-feira (03) de uma transmissão ao vivo – pelo Canal do Instituto Fuchs no Facebook – onde tirou dúvidas dos pacientes sobre “Dor no Quadril, possíveis causas”.

Durante uma hora, o Dr. Thiago respondeu todas as perguntas do público. Entre os temas abordados, a dor no quadril do jovem, quando fazer a artroscopia do quadril, prótese em quadril de idoso, tratamento conservador para lesão no quadril, estalos no quadril, a importância de exercícios físicos orientados para evitar lesões, artrose e outros.

O próximo LIVE do Instituto Fuchs será no dia 24 de julho, às 19h, sobre”Dor no joelho, possíveis causas”.

 

Dor no quadril em adolescentes é sinal de alerta

Adolescentes com idade entre 13 e 17 anos que têm dor no quadril – especialmente os praticantes de atividades físicas e os que têm alterações no formato dos ossos do quadril são pacientes cada vez mais frequentes no consultório do médico especializado em quadril.

O impacto femoroacetabular (IFA) do quadril é uma das principais causas da dor do quadril em atletas adolescentes e também nos adultos jovens. Além disso, o IFA é um importante fator de risco para o desenvolvimento de artrose no quadril no futuro.

Para se ter uma ideia, estudos internacionais apontam que 15% da população apresenta alterações do formato do quadril compatíveis com o termo impacto femoroacetabular. A associação da dor no quadril com a alteração óssea merece atenção e tratamento individualizado.

O ortopedista e cirurgião do joelho e quadril, Thiago Fuchs, explica que a dor no quadril dos adolescentes é um sinal de alerta e deve ser investigado, principalmente porque o tratamento precoce é um dos principais fatores para melhores resultados.

Ele explica que existe uma preocupação mundial no tratamento precoce, e em individualizar cada procedimento cirúrgico de acordo com a particularidade de cada paciente. “Na artroscopia do quadril não é diferente. A fase do desenvolvimento esquelético varia de acordo com a idade e desenvolvimento hormonal de cada adolescente. Cada paciente deve ser avaliado quanto ao potencial da cartilagem de crescimento para não prejudicar o desenvolvimento ósseo”, relata Thiago.

O IFA – O Impacto Femoroacetabular (IFA) é, basicamente, o contato anormal entre os ossos do quadril que ocorre durante os movimentos.
Em quadris normais, durante movimentos do dia-a-dia ou atividades físicas, não existe contato agressivo entre o fêmur e o acetábulo. Mas diante de um quadro de IFA, é observado o impacto entre as estruturas que compõem o quadril (colo do fêmur e o osso acetábulo) e consequentemente o comprometimento de toda a biomecânica dessa articulação, lesão do labrum e da cartilagem articular.

“Esse impacto passa a acontecer durante os movimentos do cotidiano como ficar sentado ou cruzar as pernas, e o dano pode aumentar nos casos da prática de atividades físicas que envolvam grandes amplitudes de movimento do quadril, como ballet, artes marciais, crossfit, esportes com saltos e rotação do quadril”, explica Thiago Fuchs.

Com o passar do tempo e a execução repetitiva dos movimentos, esse impacto anormal pode resultar em excessivo atrito e consequentemente lesões das estruturas moles interpostas na articulação, como labrum e cartilagem. “Essa condição é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de um desgaste precoce do quadril em pacientes jovens”, reforça Thiago.

SINTOMAS – A dor geralmente é na virilha e profunda. Alguns pacientes apresentam sintomas de dor ou desconforto no joelho, púbis e articulação sacroilíaca como consequência da doença no quadril. O IFA pode ser confundido com lesões musculares (distensões da coxa ou da virilha). A dor é a principal queixa, em geral relacionada com atividades físicas e com movimentos de flexão-rotação do quadril. Outras queixas incluem falta de mobilidade, travamentos e estalidos no quadril.

LESÃO DE LABRUM – A lesão do labrum acetabular em adolescentes geralmente está relacionada às alterações ósseas do IFA, displasia do quadril e hipermobilidade articular.

Quando a lesão do labrum é sintomática, o paciente pode necessitar de uma cirurgia para tratamento definitivo. É muito importante definir a causa da lesão do labrum para indicar o tratamento ideal para cada caso. Estudos demonstram excelentes resultados da Artroscopia do Quadril para tratamento da lesão do labrum e do impacto femoroacetabular em adolescentes.

“Impacto femoroacetabular tipo CAM (femoral) é mais frequente em meninos, e o tipo Pincer (acetabular) é mais comum nas meninas. Além disso, a fase de maturação esquelética é diferente entre paciente de sexos diferentes com a mesma idade. Geralmente as meninas têm a maturação esquelética mais precoce. Individualizar cada caso é fundamental para o sucesso do tratamento”, relata o cirurgião.

EXEMPLO DE SUCESSO – O estudante, Guilherme Dutra de Oliveira Gusmão, 17 anos, sentia fortes dores no quadril desde os 12 anos. Praticante assíduo de musculação e jogador de futebol, Guilherme tomava medicamentos para suportar as dores após os exercícios. “Fiz seis meses de fisioterapia e tomava remédios sem alívio algum”, conta Guilherme.

Foram cinco anos de sofrimento. Há quatro meses ele foi submetido a uma artroscopia do quadril. “No começo foi estranho sentir o quadril com mais rotação, já que eu tinha o movimento limitado. A força foi voltando aos poucos e agora, quatro meses depois, estou liberado para fazer academia. Não sinto mais dor alguma”, relata Guilherme.t

Segundo ele, no momento, seu maior sonho está prestes a ser realizado. “O que eu mais quero é voltar a correr e jogar bola. Faltam apenas dois meses”, conta.

Especialistas alertam sobre os cuidados com o joelho e quadril no Crossfit

Considerado o segundo país do mundo em número de locais de treinos de Crossfit, os chamados Boxes, o Brasil está contabilizando cada vez mais praticantes deste esporte que mescla elementos do atletismo com a ginástica olímpica.

Apenas o Estados Unidos possui mais espaços de Crossfit que o Brasil, que já supera Canadá e Austrália. Ao todo, são cerca de 611 boxes que ensinam a modalidade.

“O Crossfit é uma modalidade que trabalha o corpo por completo, e também a mente, direcionando seus praticantes a completarem os objetivos propostos. Mas é fundamental que os treinos sejam individualizados para cada atleta, evitando agravar um problema já existente ou causar uma nova lesão nas articulações, principalmente no quadril, joelho, ombro e coluna”, alerta o ortopedista Thiago Fuchs.

Os locais de Crossfit apresentam diferentes tipos de treinos e exercícios, tanto para iniciantes quanto para os praticantes mais experientes. O ideal, antes de fazer a matrícula é pesquisar um Box licenciado e que tenha instrutores capacitados e treinados. “Além disso, uma avaliação física inicial e as aulas de técnica dos exercícios para aprender a maneira correta de realizar cada movimento, contribuem para a prática saudável do Crossfit”, completa.
Respeitar Limites – Uma das principais orientações do especialista é o respeito ao limite físico de cada pessoa.
“Existem diferentes níveis de exigência dos exercícios e de capacidade física dos praticantes. Portanto, um iniciante não deve tentar se superar realizando atividades acima do seu plano de treino. É preciso ter cuidados com alguns exercícios e respeitar o seu limite físico”, reforça o cirurgião do joelho Rogério Fuchs, com mais de 30 anos de atuação.

Cuidados com o joelho – Entre as dicas para evitar lesões no joelho, Rogerio Fuchs, ressalta que movimentos com flexão acima de 90 graus podem aumentar em 5 a 7 vezes a sobrecarga na cartilagem articular e também nos meniscos (amortecedores do joelho), o que pode gerar uma lesão. “Atividades com saltos repetitivos podem gerar uma inflamação anterior no joelho, a tendinite patelar”, alerta.

Cuidados com o quadril – O quadril também pode ser afetado por alguns exercícios, principalmente por aqueles que necessitam de uma hiperflexão do quadril – acima de 90 graus em relação ao tronco, como nos saltos em caixas e nos levantamentos de peso.
“Pessoas com alterações ósseas de impacto femoroacetabular precisam cuidar para evitar a lesão do labrum acetabular”, menciona Thiago.

A orientação universal é para que em caso de dor, desconforto ou dificuldade para algum tipo de movimento no treino, procure uma orientação especializada e converse com o instrutor.
“Isso vai evitar problemas maiores, que podem levar ao afastamento das atividades por um período ou até a necessidade de uma cirurgia”, finaliza Thiago Fuchs.

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